Ele

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Quando um político se vende, ele deixa de ser ele mesmo. ⁠

Todo murchar espiritual tem origem em nossa vitória sobre Deus em nossa disputa com ele. ⁠

O que Cristo nos diz para fazer ele fez primeiro. ⁠

Tem um tipo de silêncio que abraça. Ele chega devagar, como quem senta ao nosso lado sem pedir licença, mas também sem invadir. É aquele silêncio confortável, de quem não precisa preencher tudo com palavras porque a presença já basta. Esse silêncio é casa. É descanso. É paz.


Mas existe um outro. E esse… esse não avisa quando muda de forma.


De repente, o que antes era aconchego vira ausência. O que era pausa vira distância. E a gente começa a perceber que o silêncio já não acolhe, ele pesa. Ele cria um espaço estranho entre duas pessoas que antes se encontravam até no olhar. Agora não. Agora o olhar passa, escorrega, evita. E ninguém fala nada. E esse nada vai crescendo, como mato em terreno abandonado.


A verdade, meio dura, meio inevitável, é que o amor não respira bem dentro desse silêncio constante. Amor precisa de ar. E o ar dele é a conversa, mesmo quando ela é imperfeita, atravessada, meio sem jeito. Porque falar é se mostrar. E se mostrar é manter a ponte de pé.


Quando o silêncio vira regra, a gente começa a imaginar coisas. A mente, que já não é muito confiável, vira roteirista de tragédia. Um atraso vira desinteresse. Um cansaço vira frieza. Um dia ruim vira falta de amor. E ninguém confirma nada, porque ninguém fala nada. E assim, o que poderia ser resolvido com uma frase simples, vira um abismo inteiro.


Eu penso que amar também é ter coragem de quebrar o silêncio. Mesmo com a voz trêmula. Mesmo sem saber exatamente quais palavras usar. Porque o risco de falar errado ainda é menor do que o risco de não falar nada.


O silêncio, quando prolongado, não protege o amor. Ele desgasta. Ele cria versões diferentes da mesma história dentro de cada cabeça. E quando a gente vê, já não está brigando com a pessoa, está brigando com a ideia que criou dela.


E talvez o amor não acabe de uma vez. Ele vai ficando baixo, como uma música esquecida tocando no fundo, até que ninguém mais escuta.


No fim, não é sobre nunca ficar em silêncio. É sobre não morar nele.


Porque amor que é vivo mesmo… faz barulho. Nem que seja um sussurro dizendo “ei, eu ainda tô aqui”.


Agora me conta, você também já sentiu esse tipo de silêncio que afasta aos poucos? E se quiser mergulhar em mais reflexões assim, passa no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu te espero lá.

Sexta-feira Santa nos lembra o maior gesto de amor: Jesus entregou sua vida por nós. Na cruz, Ele transformou dor em esperança e sacrifício em redenção. Que hoje nosso coração se encha de fé, gratidão e do amor que nunca nos abandona.

⁠Lidar com o Pedro explosivo é tranquilo. O problema é saber identificar o judas, pois, ele é calmo, amigo, sorridente, aquele que abraça e com um beijo trai.

Cada segundo pode ser decisivo e vale a pena viver por ele.

A feliz notícia de que Ele ressuscitou não muda o mundo contemporâneo. Mas a Páscoa nos dá o poder espiritual para fazer o trabalho, aceitar a disciplina, e fazer o sacrifício.

Não podemos negociar nada com Deus, porque o Senhor não faz acordos com o mundo; Ele Abre as Portas da Eternidade aos que O buscam com amor, humildade e verdade no coração.

A tumba está vazia…
Ele vive!
Não mais preso à pedra,
mas habitando em corações limpos, livres de maldade
e cheios de amor verdadeiro.

⁠Bom dia, bom dia, bom dia. Segundo dia de 2021, temos mais é que agradecer a Deus por ele ter nos concedido a dádiva de chegar até aqui. Sei que passamos por maus bocados. Mais só de estarmos vivos, respirando e com saúde já estamos com a taça da Vitória na mão. Então temos só motivos pra agradecer ao nosso Deus!🙏🏻🙌🏻❤️🍃

Paródia: Naquela Mesa - Nelson Gonçalves.


Mesa Declinada


Naquela mesa ele nunca foi presente,
E esse amor ausente me bate sem dó.
Naquela mesa não houve vitórias,
E nunca demos glória pelo amor ao redor.


Naquela mesa faltou amor presente
E essa dor persistente vem logo de manhã.
E na minha lembrança só vem gatilho,
Por causa desse empecilho durmo no divã.


Sem saber que doesse tanto,
Tento conter os prantos que matam a mim.
Se eu contivesse essa ferida,
Essa dor da minha vida não seria o fim.


Esse ardor que mais ninguém cala
Embaraça minha fala quase que no fim.
E as memórias que eu tenho dele
Me deixam daquele jeito bem assim.


Esse ardor que mais ninguém cala
Embaraça minha fala quase que no fim.
E as memórias que eu tenho dele
Me deixam daquele jeito bem assim!!


Tsharllez Foucallt

Aquele dia — Pai


Sonhei com o meu pai.


Ele me abraçava com tanto amor e ternura…


E eu sabia que seria por pouco tempo.


Mais uma vez, quis fugir,
porque não suportaria me despedir.


Mas ele me segurou
e me abraçou novamente,
até que acordei…


Quase um ano esperando por um abraço que acalmasse a minha alma e aquecesse o meu coração — e, finalmente, aconteceu.


Naquele trágico dia,
esperei por um abraço assim:


alguém que me acolhesse,
que acalentasse o meu coração,
um abraço silencioso que fizesse a minha alma voltar.


Mas, naquele dia, entendi
que a única pessoa capaz de fazer isso por mim
era justamente quem estava no caixão.


Nunca vou dizer adeus,
passe o tempo que passar…


Hoje sei que não preciso fazer isso, porque ele não vai a lugar algum.


Sempre estará aqui comigo,
me guiando —
como disse que faria.

Às vezes, o inimigo nos ataca escondido, para ver o circo pegar fogo, enquanto ele assiste, desfrutando e comemorando... vendo o nosso estado de fúria.

Deus é o autor da minha vida, ele pode mudar o enredo e criar desfechos.

⁠Vida ingrata, louca vida!
Estas sinistra demais. Se corres atrás do teu sonho, ele corre ainda mais. Se parar e desistir; o maroto continuas a fugir.
Então, se queres obter êxito, é necessário pegares um atalho, e surpreende-lo bem de frente. Ele não parará, e virá ao teu encontro.

021224

O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

⁠Não é porque alguém te trata bem,
que ele é bom...
Ninguém trata alguém bem
se algum interesse não tem!

⁠Jeová permitiu as autoridades e nenhum homem é colocado no poder sem que ELE coloque, mas feliz de quem prefere confiar mais em DEUS do que em humanos, esse viverá uma vida plena e será bem visto no Céu!