Eis a Razao da minha Vida
Eis que um dos maiores defeitos da sociedade é não amar, não amar ao próximo, não amar à ninguém; não amar nem à si próprio.
Comportar os conformismos? eis que adoeci de um mal tão puro e cristalino, que quero de tudo saber
E se for para padecer que não seja da ignorância
E em ultima instância não morrer nos destinos das fábulas
Quero somente a verdade conhecer e com ela validar o saber e depois voltar a duvidar do conhecer...
Luz
Em meio a um mundo corruptível,
Eis que surge uma luz,
Indefinível luz,
Que em um instante
Transforma tudo em luz,
Onde era escuro
Se viu luz,
Inexplicável luz,
E agora tão esperada luz,
-Pois anda tão escuro...
Luz!
Eis que me debato em pensamentos e não consigo transformá-los em palavras...
Ficam, como fazem as borboletas, circulando nas flores mas não pousam em nenhuma delas...
Deveria haver um jeito de materializá-lo (o pensamento) antes mesmo dele chegar ao papel
Só assim seria puro...in natura...sem a mácula do processamento...
mel - ((*_*))
Ouçam as crianças, façam os adolescentes sorrirem e perdoem os adultos. Eis o que, no fundo, cada fase da vida mais deseja.
Ser – ou dissolver-se ?
Eis o fio da lâmina acesa:
Suportar as flechas do fado,
ou erguer-se, alma indefesa?
É nobre calar o grito
ou guerrear no mais fundo obscuro?
Afogar-se em mares aflitos
ou lançar-se ao céu mais puro?
Na dobra entre dor e coragem,
o espírito hesita em vão.
há tempestades por estas margens
beirando cada decisão.
"Deus procura quem tem coragem de dizer: 'Eis-me aqui'. José foi lançado num poço e vendido como escravo, mas porque não desistiu, Deus o levantou como Governador do Egito. Sua origem não define seu destino — a fidelidade sim."
Eis o véu que cobre os olhos dos homens, a tolice inconsciente que os acorrenta ao desejo de serem como o eco de mil vozes, e não a melodia de sua própria alma.
Pois eles buscam o brilho fugaz do espelho que lhes devolve a imagem que o mundo aprova, e não a luz imutável que reside em seu próprio coração.
Assim, constroem suas moradas sobre a areia da opinião alheia, e não sobre a rocha de sua própria verdade.
“Venha ver, eis que estou fazendo algo novo”. Disse um Deus, para a sua criação que insiste em olhar coisas velhas.
Eu muitas vezes gosto da solidão, eis que amo a liberdade; e só quando estou só sinto-me realmente livre.
Eis-me entre homens, meu irmão,
na angústia e na dor de saber da finitude —
e da inutilidade da vida
quando o assunto é a eternidade.
Amo e odeio essa possibilidade.
Convivo entre homens que, embora tente compreender,
enxergo como fracos:
almas perdidas no labirinto da consciência da morte.
Cegos guiando cegos,
todos buscam entender o que não é possível,
e acima de tudo, tentam encontrar sentido
naquilo que apenas repetem —
como se a crença, por si, salvasse.
Às vezes penso: talvez sejam como eu,
alguém que aprendeu a repetir os erros ancestrais —
a ilusão da crença
de que há algum sentido na morte do homem.
Sobretudo depois de se conhecer a sentença:
“Tu és pó, e ao pó voltarás.”
Me solidarizo com esses homens.
Mas, ao contrário deles,
na maior parte do tempo,
eu nego qualquer sentido ao universo.
Rejeito qualquer ideia cósmica ou estoica de metafísica —
seja a da alma imortal,
seja a da carne eterna,
ou da saturação de algum prazer físico.
Tudo é em vão.
Seguimos como ovelhas para o abate,
e todas as crenças desabam
quando a razão nos assalta,
como um raio que, vez por outra,
ilumina demais.
O Mendigo de Si
Tenho um teto — eis a concha,
mas o caracol já partiu.
Quatro paredes me cercam,
mas nenhuma me contém.
Tenho uma cama — é porto,
mas o barco não chega a si.
Meus lençóis envolvem o corpo,
mas a alma foge em segredo.
Tenho amigos — bons, presentes —,
e, ainda assim,
minha solidão fala mais alto
que todas as vozes ao redor.
Tenho família — carinhosa, constante —,
mas algo em mim duvida
do amor que recebo.
Talvez por nunca me sentir digno.
Tenho fé — rezo, creio, suplico —,
mas a esperança é fruto
que apodrece na mesa posta.
Acredito em Deus,
mas duvido de mim.
Não me falta coisa alguma.
Falta-me o ser que as coisas têm.
Até o pão que como
tem o gosto de outro pão —
um que ninguém me dá.
Pergunto-me, sem resposta:
se tudo em mim é empréstimo,
quem sou eu quando não peço?
Sou um mendigo de mim,
perdido no que me sobra.
E, se um dia me acharem,
que me devolvam a alma.
Ah, não é ingratidão,
nem demência, nem soberba.
É possuir tudo —
e, no fundo do peito, descobrir
que nada se tem.
Não me falta o pão,
nem o teto, nem o abraço.
Falta-me o gosto de existir.
Tudo me sobra —
e, mesmo assim, falta-me o nome
do que perdi antes de possuir.
Talvez não exista esse “eu”
que espero reencontrar
como quem acha as chaves
no bolso de um casaco antigo.
O seu amor é solitário
Eis o melhor vinho para
Embriagar o coração
Mas eu não posso ser
O cálice que vai segurar
Você
Oh Deus
Eu rezo para que apareça
Outro cálice que possa abraçar
Esse amor
“Num mundo repleto de homens e mulheres inspirados pela Palavra, eis o critério de discernimento: os frutos. Pelos frutos se conhece e reconhece uma árvore. Não é no culto mas fora dela; não é com as palavras que são proferidas mas pelas acções.”
Eis a mais nova armadilha montada por Satanás chamada poliAmor. Se você pratica, é adepto ou faz apologia a ela, pare imediatamente!!! Muitas pessoas acham que pelo fato de ter concordância das partes não há pecado. Portanto estou dando-lhe ciência agora. Isso é pecado sim, e pecado mortal!!! Não sou Deus para julgar ninguém, mas sou convicto que se você agora que está ciente, persistir nessa conduta, pode estar certo que está trilhando num caminho PolInferno.
Eis que eu sou o Senhor, o Deus de toda a carne; acaso haveria alguma coisa demasiado difícil para mim?
Se você é um anjo e todos ao seu lado são demônios, você está no inferno.
Eis a importância em ajudar o próximo.
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