Eis a Razao da minha Vida
Eu muitas vezes gosto da solidão, eis que amo a liberdade; e só quando estou só sinto-me realmente livre.
Eis-me entre homens, meu irmão,
na angústia e na dor de saber da finitude —
e da inutilidade da vida
quando o assunto é a eternidade.
Amo e odeio essa possibilidade.
Convivo entre homens que, embora tente compreender,
enxergo como fracos:
almas perdidas no labirinto da consciência da morte.
Cegos guiando cegos,
todos buscam entender o que não é possível,
e acima de tudo, tentam encontrar sentido
naquilo que apenas repetem —
como se a crença, por si, salvasse.
Às vezes penso: talvez sejam como eu,
alguém que aprendeu a repetir os erros ancestrais —
a ilusão da crença
de que há algum sentido na morte do homem.
Sobretudo depois de se conhecer a sentença:
“Tu és pó, e ao pó voltarás.”
Me solidarizo com esses homens.
Mas, ao contrário deles,
na maior parte do tempo,
eu nego qualquer sentido ao universo.
Rejeito qualquer ideia cósmica ou estoica de metafísica —
seja a da alma imortal,
seja a da carne eterna,
ou da saturação de algum prazer físico.
Tudo é em vão.
Seguimos como ovelhas para o abate,
e todas as crenças desabam
quando a razão nos assalta,
como um raio que, vez por outra,
ilumina demais.
O Mendigo de Si
Tenho um teto — eis a concha,
mas o caracol já partiu.
Quatro paredes me cercam,
mas nenhuma me contém.
Tenho uma cama — é porto,
mas o barco não chega a si.
Meus lençóis envolvem o corpo,
mas a alma foge em segredo.
Tenho amigos — bons, presentes —,
e, ainda assim,
minha solidão fala mais alto
que todas as vozes ao redor.
Tenho família — carinhosa, constante —,
mas algo em mim duvida
do amor que recebo.
Talvez por nunca me sentir digno.
Tenho fé — rezo, creio, suplico —,
mas a esperança é fruto
que apodrece na mesa posta.
Acredito em Deus,
mas duvido de mim.
Não me falta coisa alguma.
Falta-me o ser que as coisas têm.
Até o pão que como
tem o gosto de outro pão —
um que ninguém me dá.
Pergunto-me, sem resposta:
se tudo em mim é empréstimo,
quem sou eu quando não peço?
Sou um mendigo de mim,
perdido no que me sobra.
E, se um dia me acharem,
que me devolvam a alma.
Ah, não é ingratidão,
nem demência, nem soberba.
É possuir tudo —
e, no fundo do peito, descobrir
que nada se tem.
Não me falta o pão,
nem o teto, nem o abraço.
Falta-me o gosto de existir.
Tudo me sobra —
e, mesmo assim, falta-me o nome
do que perdi antes de possuir.
Talvez não exista esse “eu”
que espero reencontrar
como quem acha as chaves
no bolso de um casaco antigo.
O seu amor é solitário
Eis o melhor vinho para
Embriagar o coração
Mas eu não posso ser
O cálice que vai segurar
Você
Oh Deus
Eu rezo para que apareça
Outro cálice que possa abraçar
Esse amor
Levantei um Altar para o Senhor no meu coração, e eis que a Luz do Altíssimo resplandeceu sobre mim. Minha alma foi tomada por Sua Glória, e o Espírito de Deus passou a habitar em mim, transformando meu viver em um cântico de louvor eterno.
“Num mundo repleto de homens e mulheres inspirados pela Palavra, eis o critério de discernimento: os frutos. Pelos frutos se conhece e reconhece uma árvore. Não é no culto mas fora dela; não é com as palavras que são proferidas mas pelas acções.”
Eis a mais nova armadilha montada por Satanás chamada poliAmor. Se você pratica, é adepto ou faz apologia a ela, pare imediatamente!!! Muitas pessoas acham que pelo fato de ter concordância das partes não há pecado. Portanto estou dando-lhe ciência agora. Isso é pecado sim, e pecado mortal!!! Não sou Deus para julgar ninguém, mas sou convicto que se você agora que está ciente, persistir nessa conduta, pode estar certo que está trilhando num caminho PolInferno.
Eis que eu sou o Senhor, o Deus de toda a carne; acaso haveria alguma coisa demasiado difícil para mim?
Se você é um anjo e todos ao seu lado são demônios, você está no inferno.
Eis a importância em ajudar o próximo.
A LIBERDADE de expressão…
Liberdade de expressão, eis CONQUISTADA;
para da opressão, O POVO libertar;
sem tal ter que o armamento utilizar;
para O TAL, libertar dessa malvada.
Pelo opressor é, pois, considerada;
uma enorme falta de educação;
pelo sentir dessa libertação;
que a existir, jamais pode ser calada!
Em ELA, tem O POVO a liberdade;
pra sem ter que MATAR, poder LUTAR;
contra as vigarices dos maus políticos…
Tal como as da JUSTIÇA em paralíticos;
que a só praticam pra a POBRE tramar;
e MORREM em total IMPUNIDADE.
Excelso esplendor que me vista por onde for, ainda que o tempo passe, sejamos belos como flor, eis nossas notas de amor.
Eis o colírio que pinga comiseração nos meus olhos cegos,
É o amor que faz florescer toda raiz sem vida, todo presente sem esperançoso futuro,
Olho para o mundo e pergunto e deixar-me-eis assim? Dizei que não, dizei que não. Para vos salvardes da culpa, de toda a minha dor e paixão.
Um navio com uma mulher a bordo. Que é um navio?
Um navio é protecção, como a arca que protegeu Noé. E o diamante, que diz no Roman de la Duquesa.
Um coração tão duro qual um diamante e uma safira, constante. Ela é o diamante e eu o navio.
Tudo em memória de Deus todos os dias: eis uma ceia verdadeiramente santa!
A ceia do Senhor deve ser celebrada através de um momento de reflexão mediante um exame profundo da mente e do coração em meio à lembrança do sacrifício vicário de Jesus, e o regozijo de sermos salvos por ele.
Querendo e buscando mais de Deus, vem a sua confirmação!
“A palavra do Senhor já veio a mim nesta manhã abundantemente, mas ainda assim eu desejo ler a tua palavra e ouvir a tua voz falar ao meu coração através do texto bíblico.”
Esta foi a minha oração e assim o Senhor me respondeu:
“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros“ (Cl 3:16).
E todo o contexto anterior reforça o entendimento adquirido através do devocional de hoje:
“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos” (Cl 3:12-15).
Ou seja, estejamos em paz, sob a paz de Deus em tudo e com todos, que excede todo entendimento (Fp 4:7) sem a qual ninguém pode ver o Senhor (Hb 12:14). Amém. Eis uma maneira especial de fazer tudo, TODOS OS DIAS, EM MEMÓRIA DE JESUS: “Fazei isto em memória de mim” (1 Co 11:24).
Não somente nos dias de Santa Ceia na igreja como o cumprimento de um formalismo ou de uma obrigação ritualística regular. O Pão e o Vinho, i.e., o Corpo e o Sangue de Jesus devem estar em nossos corpos e mente e espírito assim como seu sangue🩸correndo em nossas veias até o coração ❤️
Atentemos: uma paz NÃO FINGIDA!
Não aquela paz mascarada que só serve para agradar os homens, para mostrar bondade diante dos homens, para parecer um bom cristão que só se preocupa em aparecer diante dos líderes e dos membros comuns da igreja, mas a paz verdadeira diante de Deus que sonda nossas mentes e os nossos corações, ou seja, as intenções do espírito:
“Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente, para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta, de acordo com as suas obras” (Jr 17:10).
“E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos” (Rm 8:27).
Obrigada, Senhor, porque o Senhor sempre responde às minhas indagações, aos meus pensamentos, às minhas intenções, aos meus propósitos; enfim, a tudo.
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