Eis a Razao da minha Vida
Eis me aqui...
tocando o brilho das estrelas...
vuando sobre as nunvens...
espelhando do me nas aguas...
sentindo o cheiro das flores...
tocando graus de areia...
esquecendo espinhos...
Sabe aonde estou?
Aqui em meu coração
no qual te entreguei!
Sabe como me sinto?
feliz de esta ai...
pois é em voce que meus olhos acha a luz
e seus olhos que me traz o enxergar
Sabe oque significa pra mim?
Tudo até ilusão
Eis que DEUS fez coisa a, mas bonita desse mundo que ninguém será capaz de copia nem com toda a nossa tecnologia que e o seu carinho por mim.
Quando pensamos que já sabemos tudo,
Eis que vem a constatação
de que não sabemos nada e
que é preciso nos convencermos
de que aprendemos a cada dia,
infinitas vezes, sem que
as possibilidades se esgotem
Disse um grande pensador: "Ser ou não ser, eis a questão"
Eu aqui complemento: O que é,é. O que não é, se engana alguém ou a si próprio cêdo ou tarde deixa de ser.
Deu uma saudade de escrever, e eis que estou aqui... Simplesmente pra escrever, sem nada na cabeça, nada planejado, só uma vontade de dizer que tem dias que eu queria escrever e jogar minhas palavras ao vento, pra que alguém pudesse ler e entender um pouco da enorme solidão que eu sinto as vezes. Tem dias que eu sento e espero por algo diferente, mas são esses os dias que simplesmente passam, e quando é tempo de perceber... já passou. Não quero pedir muito, só queria saber aproveitar o tempo que passa sem deixar marcas. Tem dias que dá uma vontade de correr desesperadamente atrás dos pássaros, voar bem alto e esquecer da vida aqui em baixo, ficar despreocupada, andando nas nuvens, indo com o vento, sorrindo sozinha.
Eu ainda procuro o meu lugar, onde eu poderia ficar séculos, sem me sentir mal. Eu queria sair, correr, pular, deixar de lado a mesmice, viajar pelo mundo, cantar e poder voltar depois, com a certeza de que tudo estaria me esperando, não do jeito que eu fui, mas como alguém muito mais feliz .
Eis o resumo de cada um de nós: palavras e atos que se perdem na virada do tempo, como folhas de antigos jornais que o vento leva para longe.
Eis a nossa chance de nos tornamos imortais,
Mas eu sou um homem esquecido
Um bruto, um artista que perdera o rumo
E viajara para tão longe e nunca mais ninguém
Ouvira falar de mim. Enfim!...
Telas e palavras que se perdem
Entre o pó de um século para outro século.
SER OU NÃO SER
Ninguém poderá dizer simplesmente que ser ou não ser, eis a questão. A questão é subjectiva, mais complicada do que possa parecer.
Pode parecer e não ser, pode ser e não parecer.
O Ser foi criado do Nada, do nada que poder-se-á dizer Tudo, pois de um todo surgiram as partes de um tudo que partiu do Nada.
Nada porquê? Nada, porque nunca se descortinou nada desse Nada que ainda hoje é um enigma.
Do Tudo, porque é um todo, a parte mais completa e complexa existente como obra perfeita, desígnio de Deus.
Baseados em tudo e em nada, partimos para o Ser, uma parte do Tudo e do Nada.
E o Ser e o não Ser passaram a ser simplesmente a parte do todo, Tudo e Nada.
Ser ou não Ser, poderá ter forma e ser, poderá não Ser pela forma que não apresenta, mesmo assim continuam a fazer parte do mesmo todo.
Do Nada surgiu a vida, o Ser, e o não Ser, e tudo acaba em nada tal como tudo surgiu.
A obra perfeita da criação, tanto o Ser como o não Ser, fazem parte da origem da vida.
O Criador, único SER e não SER, apogeu da inteligência e da perfeição, irradiou a sua magniloquência em todo o universo e os contrastes apareceram.
Da noite se fez o dia, da terra brotou água, do fogo brotou a vida. Por meditação sistematizou, criou e deu origem.
SER sapiente em psicognosia, pelo SER que é e sempre o vai ser, ao fazer surgir o Ser, já o SER tinha criado em Si. E o SER que em Si tinha criado, no SER passou a Ser.
Dotado o Ser de conhecimentos, e o não Ser de propriedades que lhe dão o Ser, deu graças o Ser, por saber que o SER e não SER, existe em tudo o que possa não ser e ser.
Cansado o Ser por já nada mais poder ser, já que tudo pôde ser, abandona-se ao nada que pode fazer. E Tudo volta ao princípio, porque do Nada tudo pode acontecer.
Do nada, NADA pode nascer
Mas se do nada, TUDO vier
Tudo pode acontecer
SER ou não SER
Só TUDO pode dizer
Se tudo não puder ser
Nada lhe pode valer
Morreríamos em lugar de nossos filhos - eis o amor maior do mundo. Porém, deveria existir um mundo onde isso jamais fosse preciso.
Eis aqui um pedaço de mim verdadeiro e sem chefe. Que é pesado e viveu uma linda história de amor consigo mesmo. Chegou um dia a me fazer sentir a vida com a maior intensidade que ela podia e encheu meus olhos de lágrimas que não escorriam, mas os faziam brilhar em prisma.
Quis até desistir uma vez do seu ritmo de bater. Porém não viu razão já que não há um humano culpado sequer para isso. Anseou em pular sozinho. Sem instrutor e equipamentos de segurança. Fez a festa e estourou os balões em solidão plena. Cantando uma marcha bonita e pura repetidamente. Com direito a serpentina e confete. Quase um carnaval no escuro vazio.
O timbre e as principais frases da canção ecoam até hoje. Posso cantá-la se um qualquer da rua pedir. A esmo, ao nada, de graça.
A valsa então acabou. Ficou a baderna de pratos, papéis, copos e fantasia espalhados pelo chão. Mal deu tempo de abaixar o som e como estava sem luz, saiu pisando em tudo. Esbarrou em corações vizinhos sem pedir licença, deixando-os desavisados e doloridos. Desses que juram amor eterno, sabe...Pois é, não tinha saída. E ainda não tem.
Esse dia então justificou a si mesmo por nossa simples existência.
Contribuir. Eis uma palavra repleta de mistérios a serem desvendados por quem está buscando corrigir a rota de sua vida.
Quando você tira o ser de um homem... ele torna-se nada. Eis por que um homem precisa realizar; porque precisa negar esta nulidade. Ao passo que a mulher não precisa realizar a fim de existir - ela precisa realizar para ser valorizada.
[texto completo em http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/homememulher/index.html]
1º ato
Eis que me traz contento,
É a cena, o fato, o evento
A mulher inventa, faz nascer!
O homem autentica, faz valer!
O intervalo é lenda
O espetáculo continua,
Mesmo quando a peça termina
Esse é o ator,
Essa é a sina.
Dizem que a esperança é imortal, porem eis morre nas chamas do tempo, mas renasce de suas proprias cinzas mais forte e renovada.
Eis, que depois de várias cervejas, vários copos de gummy, e meio litro de vodka com sprite eu estava conversando com uma menina perfeitinha. Não, é sério, ela era perfeita, e eu fiquei louco pra ficar com ela, porém (talvez por eu estar meio grog), eu disse a ela “só vou ficar contigo daqui há mais ou menos um mês, quando eu resolver minhas pendências amorosas e tu também”, ela sorriu corada e concordou.
A noite foi madrugando e a gente lá conversando, era incrível como a gente sempre tinha um novo papo! As opiniões eram iguais, estava tudo perfeito, só que ai ela teve que ir embora, e eu como galanteador nato, que cumpre as promessas que fez, na hora da despedida dei apenas um selinho nela, me segurando com minha força máxima! (até hoje me surpreendo como eu consegui me segurar nesse dia).
Ela foi embora, e o lugar que deixou vago entre eu e minha vodka foi ocupado por uma amiga minha que estava bêbada e sem seu namorado, ela se sentou e começamos a conversar. Só que ai chegaram as amigas dela, a única importante é Bella (esse não era o nome dela, mas vou chamá-la assim, porque foi como eu chamei ela durante à noite, ou quase isso).
Bella estava bêbada e implicando comigo. Começou a me desafiar, a fazer coisas, e de repente, bebeu minha vodka! Ora bolas, como ela pode beber minha vodka? Eu queria ficar embriagado e a única bebida da festa era a minha vodka! Que garota mais incoveniente! Eu fiquei muito irritado, mas aí eu comecei a olhar pra ela melhor, ela era… Lindinha até demais, tão linda que me fez esquecer daquela outra com quem eu tinha passado a noite conversando…
-Você está me molhando se não percebeu… – eu avisei a ela quando Bella me levou para a chuva.
-Quem mandou você me morder? - ela respondeu divertida.
-Eu vou te derrubar na chuva, sua feia – eu disse sei sorrir.
-Não vai nada. E eu não me chamo feia - ela amarrou a cara para mim. Então eu fiz o improvável e a peguei no colo, levei a até a chuva, e depois dei um rodo clássico nela. (…)
-Seu idiota! – ela conseguiu me pegar depois de corrermos a festa inteira (bêbados felizes são assim mesmo)
-Você duvidou, não tenho culpa que você é gorda.
-Meu nome não é gorda! – ela olhou para mim e me mordeu no pescoço, depois disso eu fui e tasquei um beijo nela.
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