Eis a Razao da minha Vida
Toda mãe está de alguma forma certa, mesmo estando errada aos nossos olhos. Eis uma constatação, um fato!
Somente ela é capaz de sentir nossas angustias, abraçar nossos medos e tomar nossas dores para si.
Ela e somente ela é vidente, tem além do sexto sentido, talvez o sétimo, ou um GPS capaz de nos localizar interna e externamente.
Talvez você não lembre, mas eu me lembro, lembro muito bem, daqueles conselhos e ásperas palavras.
Dos inúmeros nãos. Não faça isso e seria o certo, seria se não fossem minhas insistentes manias em contrariá-la, em desdizer tudo.
Porque mãe é mãe! Alguém já dizia quando novo e depois de velho, velhos conselhos me perseguem.
Vigiam meus passos, como um anjo sem asas. Teria sido diferente se tivesse escutado e acatado suas sábias palavras, ou talvez não.
Não seria a solução para minhas equações, problemas e dilemas, mas teria feito uma grande diferença, aliás, tem feito!
Ela fala sem parar, bate mesmo palavreando, xinga, grita cobra, reclama tudo demais, mas me ama demais e eu também (Eu amo minha mãe).
Mesmo com suas imperfeições, suas piadas em hora imprópria, colocações pouco convencionais deixas fatais.
“Porque no meu tempo”! Se fossemos conjugar os tempos passados, não sei, sinceramente não sei, quando chegaríamos ao presente e se existiria futuro.
Porque o sonho de toda mãe é ter seu pupilo por perto, mesmo desejando que crie asas, mesmo fechando a porta, ela sempre nos da à chave, seu coração.
Porque mãe é mãe! Mãe é furacão, vento, ventania que logo vira brisa leve, uma doçura, o nosso doce.
Somente ela é capaz de nos amar incondicionalmente, independentemente de nossas escolhas.
Porque mãe é mãe!
Eis que o dinheiro se tornou no deus de nosso mundo e quem o controla acaba por dominar todas as pessoas.
Eis que daqui a três décadas os cientistas criarão um computador quântico que será o novo deus da humanidade.
Esboçar um projeto através da mente, como uma grande ideia. Eis aí, o início de todo um empenho. Para que enfim, o mesmo tome vida e torne-se concreto. Na comprovação clara e direta, do querer e o poder. Este é decorrente de acreditar e pôr, em prática.
Eis que eu passeio na terra todos os dias,
sou luz, bondade e Justiça,eu bato na porta da sua casa, do seu trabalho, do seu coração, visito seus amigos e familiares, mas não sou todos que me aceitam, fingem não me ver até mesmo no pão de cada dia que eu mesmo lhe dou condições de conquistar, reclama do trabalho, da casa, dos pais, dos filhos e vive me perguntando seu eu o amo, sim eu o amo, mas fico tão triste quando você desfaz de mim,não gosta de falar do meu nome, tem vergonha do meu nome, eu queria tanto, enxugar seu pranto mas cada diz que passa eu preciso e devo voltar pra cumprir a promessa de meu pai, sim eu enxugo seu pranto, se você meu irmão me der espaço em sua vida, me aceita, me louve, adore o nome do Senhor! Eu fico muito, mais muito feliz com isso.
FOTOGRAFIA
O diálogo
Que arranha na garganta
E como conjugues, a celebrar
Eis a questão,
Do mesmo hexágono,
E ao decair a tarde
Quão lindamente
Nos devora lado a lado
A focalizar que vindes,
Eu vi, que vinhas!,
Repreendo o vento,
E sobre a palma da mão,
O suor, a se tornar um orvalho
Que colherdes das hortelãs
3 cubos de açúcar,
E um chá para nos dois.
Livro: 1.205 F: 251.
Desnuda-mente
Em instantes, devaneios.
Pare, sinta. Toque! aprofunde-se...
Eis na imaginação, complexo.
Enfim, por fim, no meio do medo
Meu encéfalo é poluído,
Minhas vontades são profanas...
Meu desejo é extenso,
Minha carne é mandona.
Sensação profunda, quê!
Aqui me toma, para
Se fazer dona...
Em momento, por inteiro
Nas juras e nas preces, concebes.
Meus lábios então encontraram os teus.
Ser esteta, eis a questão! Decoração, roupas, sapatos, jóias, carros, relógios, óculos, underwear...ah, está bom assim, pois o que não alcanço, alcança minha vista e, tudo que é bonito é puro colírio e abstração para a crueza dos dias atuais!
Então está valendo...
Somos dias de sol e chuva.
Somos noite de breu e lua.
Eis a essência que nos traduz:
somos feitos de sombra e luz.
roupa nova
maquiagem na cara
e um salto alto
tanta aparência camuflada
Eis a mulher sem face,
com a alma escondida por trás dessa barreira
Linda, maravilhosa,
esbelta
A quem queres enganar?
apenas carne, carne, carne
uma mera paisagem.
Será ou não será,Tomar uma decisão eis a questão,Acontecimentos parecidos,Fatos verdadeiros ou fatos mentirosos,Falsos descobertos.
Ah fico agora fico,
Embutido em teus pedestais,
Chorando nos laranjais,
Eis um mundo sofrido!
Nessa terra sangrando entre lágrimas,
Está um ínfimo soldado,
Chorando abandonado
Por causa do seu amor perdido.
E escreves por outro pecado,
Lamentando a clausura infindável
De quem fora o vil responsável,
Pelo infanticídio iminente.
Balbúrdia, suspiro de morte.
Em caserna estranha, entra o soldado.
Que endoidecido das loucuras fardado,
Elimina um pobre inocente.
Eu maníaco matricida
A afogar-me nesta figura
Tornando o tédio a aventura
O corredor da morte sofri!
Mas na mansidão suprema,
No último instante,
Ah minha cara infante:
Quero morrer só para ti!
Em noites de luar eis a solidão
Sozinho isolado, sem uma alma viva,
Lágrimas escorriam, pingavam feito chuva,
Não existe aquela que sempre queria.
Lágrimas de dor, de paixão de raiva
Eis sonho impossível de toca-la,
O sonho que deixas-te como um sorriso,
Vivas sozinha eternamente só.
Não me olhes com aquele olhar
Meu mundo quase o completa-se,
Queiras que ainda não quer ver,
Lágrimas escorriam, pingava feito chuva.
Qual espectro azul e fluorescente
Num lampejo de aurora fulgurante
Eis então este lorde triunfante
De centelhas de amores gloriosos
Sertaneios de galopes não ditosos
Num versejo de alhures ruminado
Cavalgando num martelo agalopado
Sendo simples com olhos de brilhante
Vira estrela meu confrade radiante!
Nos mistérios deste céu todo estrelado!
Sejas sempre moleque amalucado
Com rompantes de ode declamada
Sejas pétala de sonho amalgamada
E regalos de amores suntuosos
Num repente de riachos caudalosos
Sejas pedra por Bacco edificada!
Sinto falta da letra rabiscada
Num poema de lirismo qual infante
Num remoto, atual, rápido instante
Mais um brilho neste noite estrelada.
Verso lasso num compasso diamante
Desmantelo de cenário e nevoeiro
Sentimento de um rastro forasteiro
E a certeza do vazio já dominante
A presença me faz falta doravante
Desde o olho cruzado então primeiro
Tire este meu coração de tal asseiro
Antes que a tristeza nossa então me mate
Temo que não me socorras amigo vate...
Caso eu precise do teu paradeiro.
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