Eis a Razao da minha Vida
A música é feita com a mesma substância da alma e ambas igualmente expressam a razão por trás da existência.
O encontro com a verdade não tem nada de dogmático, ele significa somente um encontro da razão consigo mesma num procedimento livre e metódico.
Se por um acaso, você se desentendeu com alguém,
ainda que a razão seja sua, antes de ofertar algo
para DEUS, vá, peça perdão, se a pessoa não quiser
lhe perdoar, siga seu caminho, pois aí, é ela com DEUS,
mas se não partir de você o exemplo de humildade,
sua adoração não será aceita no céu, além de correr
o risco da pessoa te levar ao tribunal!
Esqueça a sua razão, acabe com qualquer confusão,
pedindo perdão. No entanto, não precisa caminhar
junto com a pessoa, apenas desfaça a confusão para
ser reconhecido pelo mundo espiritual, como Cristão!
Percebi uma coisa ao voltar aqui. Até a maior das dores pode ser uma razão de viver.
Às vezes precisamos colocar mais razão em nossa paixão, outras vezes, mais paixão em nossa razão. Isso é de vital importância para quem deseja ter uma vida de amor e dedicação razoável.
Tudo o que não envolve sentimento, emoção pode dar errado, mas se não tiver o mínimo de razão, já deu errado.
Na dúvida, prefiro perder para a razão. O prejuízo sempre é menor. A emoção promete momentos agradáveis, mas depois, cobra caro. Uma dose de razão na emoção permite singrar esses mares sem ficar à deriva.
Se não tiver nenhuma razão para ser grato, pode ser que você morreu e “ninguém lhe avisou”. Mas, se pegou este recado é porque você está Vivo e isto deve ser o maior motivo da sua gratidão.
As duas sempre discutiam. A fé dizia uma coisa e a razão outra. Um dia chamei as duas em particular e declarei: Vocês podem conviver bem, mas, no meu coração e sentimento quem tem a palavra final é a Fé. A fé ficou feliz e a razão ficou refletindo, mas concluiu: Isto é razoável. Encerrei dizendo: Os opostos também se atraem em sinergia visando um bem maior.
Quando a razão está acima do ódio e do preconceito, o coração agradece e, a mente mantém o sistema físico, psíquico e emocional em plena harmonia.
Sei que sou piegas e nostálgico às vezes, mas qual a razão de viver sem o amor, seja ele fraterno ou afetivo, e sem o poder da sensibilidade de apreciar o autêntico calor humano pulsante naqueles de bom coração.
"Em sua sábia reflexão, Santo Agostinho nos lembra que a verdadeira fé não exclui a razão, mas a eleva, permitindo que ambas caminhem de mãos dadas na busca pela compreensão profunda da existência."
"Santo Agostinho ensina que a fé ilumina a razão, concedendo-lhe a visão necessária para transcender os limites do entendimento humano, e assim, nos conduzindo a um conhecimento mais profundo e espiritual."
"A sabedoria de Santo Agostinho ecoa através dos séculos, lembrando-nos que a fé e a razão não são antagonistas, mas aliadas na jornada do entendimento, guiando-nos para além das fronteiras do visível em direção ao mistério que transcende nossa compreensão."
INTRODUÇÃO AO MEU LIVRO: "A FÉ E A RAZÃO CAMINHAM JUNTAS, MAS A FÉ VAI MAIS LONGE".
A presente obra tem por objetivo principal demonstrar a superioridade da fé sobre a razão. O título, uma frase de Santo Agostinho, deixa isso bem claro: "A fé e a razão caminham juntas, mas a fé vai mais longe". O livro nasceu de um texto pequeno que escrevi a partir de um filme chamado O Jardim Secreto, lançado em 1993, como uma adaptação do livro homônimo da autora inglesa Frances Hodgson Burnett, publicado em versão completa, primeiramente, em 1911.
Assisti ao filme faz um bom tempo, ou seja, não é de hoje que eu vinha trabalhando no texto, fazendo-o crescer até virar livro. Admito que não foi nada premeditado, mas confesso que me incomodava ter este material, ao qual só eu tinha acesso, "engavetado".
No início, os acréscimos se deram num momento da minha vida em que eu buscava um amadurecimento espiritual. Mais do que isso, aliás: eu precisava mesmo me libertar de alguns cativeiros e me conhecer melhor. Descobri, então, um caminho maravilhoso, o qual passo a indicar: missas aos domingos, oração diária do Rosário, com cânticos gregorianos ao fundo e uso de incenso, jejum periódico, reuniões de oração e confissões semanais, leitura da Bíblia, canções e programas católicos. Sem contar as orações específicas de cura e libertação antes ou depois dos rosários.Destaco, também, o livro Moradas, de Santa Teresa D'Ávila, que, de certo modo, veio tirar dúvidas e confirmar certezas.
No processo, percebi que a alma precisava ser alimentada devidamente, com alimentos celestiais; o corpo, por outro lado, deveria submeter-se a ela, o que se dava com a prática dos jejuns, os quais eu prolongava gradativamente. Além disso, percebi, também, que não bastava alimentar a alma; eu precisava que o corpo desfalecesse para o pecado. Assim sendo, deixei de dar a ele os alimentos mundanos pelos quais havia um grande apetite.
Foi nesse período, portanto, que obtive uma libertação muito grande. Com a necessária ajuda de Deus, disciplinei o meu corpo e a minha mente, o que me proporcionou um autoconhecimento surpreendente. Nessas condições, inspirações germinavam na minha cabeça e eu as passava para o papel.
Como se vê, tal experiência — na verdade, a primeira de algumas outras semelhantes que eu viria a fazer depois —, rendeu e gerou este livro, que, espero, ajude você a libertar-se dos cativeiros que porventura o(a) prendam num estado tal que a vida parece não ter mais sentido. Com Deus, tem sentido, sim. Basta ter fé.
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