Egoísta
Meu DEUS, tenha misericórdia de nós, apressa-te em nos socorrer, o egoísmo tomou conta de nós. Suplico-te, salva-nos, Senhor, das guarras da ignorância e livre dos males da alma, somos cadáveres que caminha num mundo que não aceitou Jesus Cristo como Salvador. Salva-nos, Senhor!
O Peso do Egoísmo
São nas pequenas coisas que o véu se desfaz,
onde o egoísmo pisa sem olhar para trás.
Passa por cima sem medo ou pudor,
fazendo-se vítima, negando o rancor.
Aponta dedos, distorce a verdade,
vira o jogo com falsa bondade.
Na ânsia de sempre levar vantagem,
deixa para trás amor e coragem.
Mas quem só toma e nunca oferta,
segue sozinho, porta entreaberta.
Pois no fim, ao perder sem saber,
é o próprio ego que vai perecer.
O Peso do Egoísmo
No olhar desviado, no gesto apressado,
nas palavras doces de tom calculado.
O egoísmo anda leve, quase invisível,
mas deixa um rastro frio, irreversível.
Faz-se de vítima, veste-se de certo,
muda o enredo, distorce o concreto.
No fim, quem só pensa em se aproveitar
descobre que nada lhe resta a guardar.
Porque quem toma e nunca oferta
um dia se vê de porta aberta,
sozinho, no eco do próprio querer,
sem nada para perder… ou viver.
O Sopro do Egoísmo
Nas pequenas coisas ele se esconde,
passa despercebido, mas sempre responde.
Olhares fugazes, gestos vazios,
palavras suaves que soam frios.
Segue buscando o próprio querer,
sem notar o que pode perder.
Mas a vida ensina, um dia se vê,
que quem só retém, deixa de ter.
Não estamos acostumados a ditar o egoísmo através do coração, mas sei que recebemos vibrações negativas das invejas postas no ar;
Não preciso da fraqueza dos covardes que não apreciam o amor demonstrado pelo o meu coração;
O sentido da vitória é só questão de coragem, humildade e determinação, pois o respeito é mesmo obrigação do ser humano em pro com a percepção;
Quando o egoísmo se transformar em amor, a soma
do amor de cada pessoa transformará o mundo num paraíso.
Quando o egoísmo atinge pessoas afortunadas muitas vezes basta dividir a herança, quando atinge pessoas descapitalizadas basta multiplicar as virtudes
Um bom observador da vida jamais se curva ao egoísmo. Ele entende que seu entorno foi construído por muita gente, por isso, ele sabe que não sobreviveria sendo indiferente.
Agrade-se equilibradamente. Nada de mais para não ser vítima do egoísmo, e também, nada de menos para não cair na contradição de achar que você nada merece.
Colocar-se em primeiro lugar não é egoísmo, até porque somos filhos do altíssimo e merecemos o melhor desta terra.
O egoismo e a unilateralidade é o vampirismo e dependência selvagem de toda sombria e esquisita juventude digital contemporânea. Buscam revoluções ao gritos, aos deboches e a pauladas pois não possuem ideias, ideais, sonhos e muito menos intelectualidade para com discernimento conquistarem qualquer tipo de liberdade.
Não existe hoje analfabetos de verdade. Existe sim uns poucos letrados que por egoismo e comodidade não querem ver e nem saber.
Ofuscada e marginalizada pelo egoismo de Rodin e pelo machismo, finalmente no século XXI, Camille Claudel ganha seu próprio museu. A historia hoje em liberdade realizando correções de imposições machistas criminosas, erros e muita inveja....Eterna Camille Claudel, de coração rogo que Deus queira que o mundo da arte lhe conheça tao esplendorosa como você sempre foi dentro de seu particular sofrimento criativo. Guardando todas as devidas proporções, em outra época e por razões bem diferentes, nem tanto pelo machismo mas por questões de austeridades, temos no Brasil uma grande artista mulher que ainda não foi reconhecida pelo seu mérito de inventividade, criatividade e genialidade. Refiro me a a pintora, cantora, atriz e pianista caricaturista brasileira Rian - Nair de Tefé. Nair de Tefé Hermes da Fonseca foi a primeira-dama do Brasil de 1913 a 1914, como esposa do marechal Hermes da Fonseca. Notabilizada como a primeira caricaturista mulher do mundo mas sua obra precisa de uma profunda pesquisa e uma revisão histórica para que o Brasil e o mundo reconheçam todo seu esplendorosismo e genialidade nas belas artes no século XX .
O egoismo e o individualismo são as maiores chagas sociais de nosso tempo tão deserto de esperança e humanidade.
Triste século onde a loucura, o egoísmo, a intransigência e a individualidade, não próprias só dos mais jovens, se espalha como perversão na mente demente dos mais maduros poderosos.
