Egoísmo Individualismo
Puro egoísmo meu
Querer sentir o cheiro teu
Mesmo que pertencente a outro
Mas as paisagens estão aí
Nenhuma é nossa!
Mas todos a querem ver.
Montanhas a serem escaladas
E céus a serem voados
Assim como um cachorro abandonado
Sigo somente o cheiro da comida
Atrás de seguir a vida
Numa trilha que nunca vivi
Sinto muito se a fizer sair
E me deixar na mesa sozinho
Em busca de um carinho
Com o coração em pedaços
Vais me chamar de desgraçado
Puro egoísmo teu
Não é EGOíSMO e sim pensar em ajudar de uma forma q não pode te (prejudicar), se a pessoa aceitar sua ajuda bem se não aceitar é porque realmente ela não precisava de ajuda, porque quando alguém precisa de ajuda toda ajuda é bem vinda.
Só fazemos algo em prol de nós mesmos, isso não é narcisismo nem egoismo, é cuidar de si e dos outros.
Reduzido a Pó
A minha fortaleza estabelecida em cima do orgulho e do egoísmo, foi reduzida a pó quando te reencontrei, ocorreu uma mistura de sorrisos, e calor intenso, com uma inundação de lembranças e sentimentos que abalaram as minhas defesas, eu não nego que sempre quis continuar de onde paramos. Com a tua presença não tem meio termo, o amor acontece, me pega de surpresa, me acerta em cheio, desci pela minha garganta com sabor de brigadeiro, ele vem com a força do abraço do urso e toma conta de mim por inteiro. Quero te revelar, que no meu filme, eu te escolhi para ser a atriz principal da minha vida, pois o meu abrigo nas tempestades sempre foi o teu amor, e que eu me lembre, os meus melhores dias que vive até hoje, foram quando você esteve ao meu lado.
Em tempos de tanta disputa e egoísmo, existe uma atitude que pode mudar tudo, amar! E o amor precisa ser compartilhado.
É muito potente essa força chamada amor, que acaba com qualquer egoísmo que eu possa ter, em troca de te ver feliz.
Todas as formas de discriminação são manifestações do egoísmo de seres humanos que se acham superiores aos outros.
O amor cristão é a força para libertar-se das correntes do egoísmo e servir à comunidade em busca da igualdade.
A Dialética Oculta da Salvação Seletiva: Egoísmo e a Perversão da Clemência…
Ao contemplar a conduta dos que se prendem à rigidez da letra religiosa, alheios à profundidade do espírito que anima os ensinamentos de Cristo, descortina-se um panorama de inquietantes dissonâncias na trama da moralidade humana. Há, nesse cenário, uma dualidade desconcertante: a voz que proclama indulgência e absolvição, com o timbre da virtude, contradiz-se nos recessos silenciosos onde se arquitetam, sob o véu da arcada dentária, julgamentos severos e irrevogáveis. O contraste entre a palavra e o pensamento revela uma tessitura ética paradoxal, onde a superfície luminosa da compaixão pode ocultar a sombra austera da censura.
Sob essa máscara de piedade, percebe-se um prazer velado na queda alheia, um deleite quase pérfido diante do espetáculo da expiação, como se a redenção do próximo fosse tributária de uma dívida imaginária, concebida para alimentar o orgulho de quem observa. É uma fé corrompida, onde o nome de Jesus, invocado com solenidade, serve mais à vaidade do que à virtude. Há, nesses espíritos, uma estranha satisfação em vislumbrar a condenação de outrem, pois a salvação do faltoso lhes parece um artifício que destitui de sentido sua própria pretensa superioridade. Em sua visão empobrecida, a graça divina não pode abarcar aqueles que desprezam, pois isso subverteria sua concepção de justiça, fundada não no amor, mas na exclusividade. Assim, empunham as escrituras para afirmar que "Deus é amor", mas em seus corações arde o desejo de um paraíso segregado, onde a alteridade seria um intruso a macular a santidade.
Essa postura, marcada por uma miopia espiritual, denuncia a fragilidade de um ethos que proclama unidade, mas teme a comunhão. O triunfo do outro, ao invés de ser celebrado, é recebido com inquietação; a prosperidade alheia, longe de inspirar alegria, acende a fagulha da inveja, disfarçada sob mantos de falsa serenidade. Surge, então, a questão primordial: seria a alegria diante do êxito do próximo um reflexo sincero de fé na providência divina, ou apenas uma máscara que oculta o azedume de uma vaidade ferida? É nesse confronto que a alma se desnuda, revelando sua verdadeira natureza.
Ao sondar os abismos do próprio espírito, descobre-se a linha tênue que separa a virtude genuína do vício dissimulado. A resposta à ventura alheia, seja ela uma exultação legítima ou um ressentimento velado, expõe as filigranas mais sutis do caráter humano. E assim se tece o drama da existência: uma luta constante entre a grandeza que se aspira e o egoísmo que nos ancora, entre o amor que liberta e o orgulho que aprisiona.
A riqueza se torna um mal quando vira egoísmo, que é quando acumula-te tanto, a ponto de deixar outros sem nada.
”Mesmo que as oportunidades não cheguem até você por egoísmo dos outros, não desista da sua capacidade."
O amor próprio
quando desprovido de qualquer
resquício de egoísmo ou vaidade, dará origema todas as razões e aos dividendos
do amor ao próximo!
