Economia

Cerca de 774 frases e pensamentos: Economia

⁠Um dia, Satã fundará com a antítese de si mesmo isto é, do egoísmo, o edifício de uma economia coletivista, engendrando o anti-homem, expresso na figura do "homo economicus"

Inserida por frasesintegralistas

⁠"Cego para a realidade moral, o libertário tende a transformar a economia numa deusa".

Inserida por CarlaGP

⁠A Economia segundo a Empatia

Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.

Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?

A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?

Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.

Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.

O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".

O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.

E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".

A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.

Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.

Inserida por thiagovcnall

ENTENDA QUE:

Não são seus pais, seus antigos relacionamentos, seu trabalho, a economia, o clima, uma discussão ou sua idade que devem ser culpados. VOCÊ, E SOMENTE VOCÊ, é responsável por cada decisão e escolha que faz. Ponto.

Inserida por Sandine

A verdade é que só quem pode movimentar a economia são os trabalhadores, a massa, trabalhando e sendo bem paga para isso. O mundo está uma merda porque a maioria só consegue o suficiente para sobreviver, e a minoria fica acumulando bilhões. Bilhões de dinheiro acumulado não servem para nada, não são investidos em nada, não melhoram nada, não servem para nada. O dinheiro tem que ser movimentado. Se a maioria dos trabalhadores ganhasse melhor, a economia giraria, os bens seriam melhor distribuídos, haveria mais oportunidades, mais empregos, mais trabalho, mais riquezas. Ficar acumulando dinheiro infinitamente deveria ser crime. Por causa disso, há pessoas que morrem de fome e frio.”

⁠O clima é o humor da natureza; a economia é o humor dos homens.

Inserida por joao-simas

⁠A economia socialista é uma tentativa de congelar variáveis humanas em equações lineares: previsível no papel, disfuncional na prática

Inserida por josephfranca

⁠Quando o Estado começa a intervir demais, o povo perde o poder de escolha e a economia perde o fôlego da inovação.

Inserida por joemarro

⁠Capacitar a base com habilidades empreendedoras fortalece a economia.

Inserida por JonesDonizette

⁠Pequenos negócios são pilares da economia resiliente e flexível.

Inserida por JonesDonizette

⁠O empreendedorismo é uma força transformadora na economia globalizada.

Inserida por JonesDonizette

⁠A base da pirâmide pode ser uma força inovadora na economia global

Inserida por JonesDonizette

⁠Negócios locais fortalecem a economia regional.

Inserida por JonesDonizette

⁠Pequenos negócios podem criar uma economia local vibrante.

Inserida por JonesDonizette

⁠Capacitar empreendedores na base fortalece a economia nacional.

Inserida por JonesDonizette

⁠Não viemos ao mundo para desenvolver a economia, mas para sermos felizes.

José Mujica
Conti, Mario Sergio. Mujica disse que a sífilis é evitável, e o capitalismo por enquanto não. Folha de S.Paulo, 16 mai. 2025.
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Inserida por PensamentosRS

Fazer economia, ou economizar, tem muito pouco a ver com o que faz o economista.

Gustavo Franco (economista)
Cartas a um jovem economista. Rio de Janeiro: Sextante, 2022.
Inserida por pensador

A economia não é um assunto fácil nem intuitivo. E os economistas, para piorar, tornam a coisa simplesmente indecifrável, parecendo gerar complicação desnecessária com vistas a confundir.

Gustavo Franco (economista)
Cartas a um jovem economista. Rio de Janeiro: Sextante, 2022.
Inserida por pensador

⁠Sou casado com a solitude, e nossos filhos são: paz, economia eliberdade.

Inserida por rodrigo_jose_2

⁠Se dinheiro fosse bélico, PIB seria economia.

Inserida por Adolfin007