Eco
Oração do dia.
Hoje acordei com o eco de meu espírito gritando dentro de mim por tua presença e teu socorro Deus. Quando me dei conta da onde estava, me derramei em lágrimas por não merecer tanto amor e muito menos a sua atenção; devido o qual miserável, pobre e pecador eu sou. Mas a tua palavra declara que não fazes acepção de pessoas e não deseja que ninguém se perca sem salvação e nem vira as costas para ninguém que o busca de todo coração. Reconheço ser o menor entre todos os mortais, me atrevo a prostrar-me diante da sua face e aos seus pés com meu rosto ao pó. Em reconhecimento ao que eu busco ser, que não é nada e nem ninguém, para que somente o Senhor se revele em mim e através de mim conforme a sua vontade. Também em reverência a sua grandeza e majestade, pois somente é o único e suficiente Deus.
E aqui te louvo, te agradeço e venho pedir perdão por tudo e todas as coisas, que fiz, faço e até posso fazer; por reconhecer quem sempre serei diante de ti; servo, pecador, confesso e buscando sempre me consertar; praticar tudo conforme a tua palavra.
Te entrego agora a vida de cada um que parou neste exato momento para ler esta breve oração. Intercedo por cada um e suas necessidades, súplicas e clamores, em prol do que depositaram em seu altar, sabendo que somente o Senhor através de Jesus Cristo. Pode curar está enfermidade, libertar de tudo e de todas as coisas que aprisionam está alma; concedendo uma nova vida; curando feridas da alma e do coração; com a forma que só tu sabes como tudo realizar com a mais perfeita perfeição. Quebra Senhor todo o julgo, palavras de maldição e trabalhos que possam ter sido oferecido de uma forma representativa para travar e paralisar tudo o que cada um deseja e sonha conquistar. Revela que somente todo o poder e o único Deus vivo é o Senhor; para que todos vejam e reverencie somente a ti; lhe dando a glória devida e espontânea. Nos conceda neste dia o livramento em tudo e todos os lugares que formos, ainda que rapidamente, mas nos guarda e nos protege de uma forma ao que; qualquer um que nos olhar; veja o seu brilho e tenha a real certeza de quem é o nosso verdadeiro e suficiente Deus. Obrigado mais uma vez por tudo o que o Senhor tem feito e realizado em nossas vidas. Mesmo sabendo que para muitos não somos nada ou ninguém. Mesmo sabendo que somos como uma canção de escárnio na boca daqueles que te dizem servir e nas suas práticas demonstram quem realmente são. E é por isso que te agradeço, por realmente saber quem sou e busco ser diante de ti; com meus defeitos e falhas. Porque nunca vou precisar ou querer me esconder atrás de um personagem e nem manter um personagem que não sou. Porque tenho o que apresentar diante da sua face, mesmo com meus defeitos. O que eu procuro fazer e realizar somente para ti o Senhor sabe que tenho buscado exercer com inteireza de coração; eu te imploro visita e abençoe a cada um destes que nos desejam o mal e falam pelas nossas costas. Porque sei que tudo tu podes e nenhum dos seus pensamentos podem ser frustrados. Eu imploro, liberta, consola, conforta, levanta e cura no nome de Jesus Cristo; amém.
Ricardo Baeta.
Eco de Mim -
Tenho fome de palavras e olhares
nestas horas de tanta ansiedade
em que se escutam horizontes e pesares
gritando no silencio da saudade!
Tenho fome de sentir o teu amor
como as fontes pelos campos a jorrar
e já não sei como arrancar de mim a dor
que nasce por quem só te quer amar!
Na névoa dos meus devaneios soturnos, sou o eco vazio dos risos noturnos. Marionete, sim, fui um dia, em gestos incertos, mas agora sou tempestade, em meus próprios desertos.
Rebeldia com causa, na alma se entrelaça, ergo meu ser, em desafio ao absurdo, não temo sofrer. Na escuridão profunda, vou além do plano. Sou o vazio, a negação encarnada, em meio ao caos, minha alma desolada. A marionete que um dia se libertou, do controle do destino, enfim se encontrou, despertou, se revoltou, é meu dedo do meio erguiado para o gepeto.
Leviatã indomável, grito corrosivo, nas profudenzas do meu ser. Anos passam, e ainda persigo. Nos mares da existência, desprezo os levianos, que ousem me deter.
Eu vou alcançar o lugar que almejo, mesmo que isso me leve anos. Você pensa que me matou, mas só me causaram leves danos.
Minha busca é insaciável, implacável, ferido, mas não derrotado. Eu sou como a cena do Thor chegando em Wakanda. Então, leve-me a Thanos. Na suposta arrogância insana, que venham os desafios, eu vou e mostro que sou a própria chama, pois sou imparável. Anos podem passar, mas eu persistirei, na busca incansável pelo que desejei. Alcançarei meu destino, a despeito do que inclusive pensei. Desafiando a esperança, dançando na dor, pensaram que eu sucumbia, que desvanecia, enquanto a cada dia só florescia. Aprendi com meu fardo, sou libertado, não estava rendido, dos escombros, renascido.
Pensaram que eu tombava, que estava condenado, mas apenas feriram a superfície.
Na escuridão do abismo encontrei meu refúgio, onde o mundo treme e outros temem entrar, é lá que encontro minha verdade. Onde outros não ousam eu vagueio, minha liberdade floresce, enquanto outros se perdem, minha alma engrandece. Assim como Harry, no sussurro das cobras, nas estranhezas do mundo, encontro minhas obras.
A liberdade reside onde outros não ousam pisar, eu escolhi o caminho da serpente, foi no abismo que encontrei a força para criar.
O ECO DO AMOR
(Renata Guimarães Lima e Flavia Siqueira )
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No vento o eco do amor
A inocência pura escrita nas nuvens
Lendas e romances inacabados
Perpetuando no tempo
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O caminho é estreito
A esperança é grande
Na magia do amor
Envolvendo os apaixonados
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Na ausência da mentira não há mais dor
Os momentos felizes no fogo da pureza
A plenitude absoluta do jogo do amor
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Dois corações envelopados
Com endereço aos Deuses
Tornando o amor a essência da Vida
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Num intricado tecido de pensamentos, fui além da aceitação, mesmo assim tu não passava de um eco longínquo, em um mundo infindo que somente eu ousava explorar.
Invisível
No mar de rostos, sou a sombra esquecida, um eco perdido, sem voz, sem vida.
Mas em meu silêncio, encontro a beleza, a força de ser invisível, uma sutileza.
Nas entrelinhas da multidão que passa, eu me escondo, observo sem ser visto.
É nos detalhes que encontro meu encanto, na solidão, sou livre, um ser em pranto.
Não ser notado é uma dádiva secreta, um refúgio para a alma que inquieta.
Pois na quietude encontro meu abrigo, e na invisibilidade, sigo meu caminho.
Não busco aplausos nem olhares atentos, prefiro a paz dos cantos mais desertos.
Sou o verso esquecido nas páginas do tempo, um segredo guardado no vento.
Então sigamos na sombra do anonimato, descobrindo a magia do ser ignorado.
Pois é no silêncio que encontramos a luz, e na singeleza do invisível, somos conduzidos à cruz.
No eco do silêncio, uma voz interior,
Sussurra a coragem, resgata o amor.
Ao olhar-se no espelho, reflete a verdade,
Força nas cicatrizes, beleza na adversidade.
A jornada é íngreme, mas não impossível,
Compasso firme, mesmo quando o chão é sensível.
Aprender com o ontem, construir o amanhã,
No poema da vida, a resiliência é a trama.
O eco da noite
A madrugada previa
Com um choro que interrompia
O silêncio da sabedoria
Que calava quem permanecia.
A menina não admitia
A verdade que ali havia
Nua, crua, que vinha
Ao concretizar o que ela perdia.
Olhava aquela boca que não mais servia
Para sussurrar o que ela queria
E o olhar cerrou tudo o que assistia
Deixando apenas uma eternidade fria.
A ausência de alguém é como um vazio na alma,
um eco silencioso que ecoa pela sala.
As lembranças nos assombram, como sombras do passado,
a falta que as pessoas fazem é um fardo pesado.
Nos momentos em que esperamos por sua presença,
sentimos o peso da solidão com toda a sua intensidade.
suas risadas, seus conselhos, sua doce companhia,
são lembranças que aquecem o coração em meio à melancolia.
A falta que as pessoas fazem é uma saudade constante,
um buraco que jamais se preenche, um sentimento arrebatante.
Mas no amor e na memória, encontramos consolo,
pois o afeto que compartilhamos é eterno, é um tesouro.
Mesmo distantes, no coração elas permanecem,
E nas lembranças e histórias, sua presença revive.
A falta que as pessoas fazem nos lembra do valor do amor,
E que, apesar da distância, ele perdura, intenso e a todo vapor.
No eco suave do tempo passado,
Repousam as tristezas que um dia afligiram.
Memórias antigas, em brumas mergulhado,
Um véu de saudade, ao coração restringiram.
Lágrimas derramadas, em noites longas,
Marcas no peito, em sombras enterradas.
Saudades que ecoam em melodias de tangas,
Amarra o passado em suas redes trançadas.
Mas no ciclo eterno da vida que flui,
As tristezas se dissipam, devagar se vão.
Em seu lugar, floresce um novo viço, um sopro de alívio,
E o coração se ergue, em busca de uma nova canção.
O passado, agora uma estrela distante,
Ensina lições que o tempo confiou.
E no presente, erguemo-nos, vibrante,
Para abraçar um futuro que se desenha, promissor e repleto de amor.
"No espelho, um eco, verso controverso,
Círculos, versículos, fascículos, perverso.
Traços do mal, demônios em cada olhar,
Reflexos que ferem, dor a se espelhar.
Elevar a consciência, buscar sapiência,
Sons que reverberam, nova essência.
Cada ferida, portas ao mal se abrir,
Infernos pessoais, é tempo de redescobrir.
Círculos do inferno, como versículos ardentes,
Consequências do mal, vida de dissidentes.
Elevar a consciência, expulsar o ruim,
Caminhos melhores, sabedoria sem fim.
Neste compasso sonoro, vida de aflição,
Rimas e reflexos, nossa transformação"
Sou a sombra na aurora, o eco no abismo. Sou a busca incessante, a alma inquieta. Sou o sonhador incansável, mergulhado em mistérios. Sou a chama ardente, a inquietude dos versos. Sou o eu que se desvenda, nas entrelinhas do ser, em constante renovação, buscando se compreender.
Perdido no labirinto da incredulidade,
Eu sou um eco que busca identidade.
Na procura do eu verdadeiro, mergulho,
Liberto-me das sombras do meu casulo.
Amar à sombra do impossível é uma arte, Entre risos e lágrimas, a vida parte. No eco do silêncio, o coração reparte, Um amor impossível, na poesia a se retratar.
Na dança intricada entre o efêmero e o eterno, a morte não é apenas um fim, mas um eco que ressoa na eternidade da beleza que deixa para trás em um toque celestial ao ato final...
“A política não é apenas o que acontece nos corredores do poder, mas sim, a voz de cada cidadão ecoando nas decisões que moldam o nosso destino.”
Na penumbra dos sonhos desfeitos,
O coração pulsa em compasso errático.
Um eco de promessas não cumpridas,
A melodia do amor desafinou no trágico.
No jardim das esperanças murchas,
As flores da paixão perderam o viço.
A promessa de eternidade, agora apenas cinzas,
Desfeitas pelo vento frio do descompasso.
Os olhos que outrora brilhavam como estrelas,
Agora refletem a escuridão da desilusão.
A doce sinfonia do amor, um mero lamento,
Na partitura da alma, uma triste canção.
Palavras ditas, mas nunca verdadeiramente sentidas,
Como pedaços de vidro, cortaram a confiança.
O amor, que parecia eterno em sua essência,
Agora desmorona como castelo de areia na bonança.
As lágrimas, testemunhas silenciosas da despedida,
Escorrem pelos sulcos da face marcada.
A desilusão, uma sombra que se insinua,
Um véu que encobre a luz que um dia brilhava.
Mas, no âmago da desilusão, brota a resiliência,
Um renascer das cinzas, como fênix em ascensão.
A dor se transforma em força, a tristeza em aprendizado,
E no coração ferido, germina a semente da renovação.
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