E no meio de Tanta Gente Chata
A religião tenta corromper a comunhão viva e verdadeira com Deus, por meio de sua liturgia e rituais que são desprovidos de vida em si mesmos. A espiritualidade, por outro lado, acende em cada pessoa o desejo ardente e latente de conhecer a Deus em Sua essência e, assim, ser completamente transformado por Ele.
O melhor professor é o exemplo, então cada um ensina por meio do que vivem fazendo para serem vistos, mediante ação e reação, causa e efeitos, escolhas e consequência, ou porque mostra várias vezes fazendo, sendo, portanto, as ações, comportamento e conduta, menos puras ou não, as que mais fazem os verdadeiros, que são homens com os caracteres nobres, para o caráter em si estar nobre e puro também.
🌿 A Voz que Canta no Meio do Mundo
O vento que passa, ninguém vê,
mas ele toca todos — do morro ao asfalto.
"Eu sei que vou te amar" — diz Elis,
e a dor de amar e de viver
é a mesma em cada rua, cada esquina,
onde a lágrima é a mesma para o pobre e o rico.
E é nas noites frias, nos becos escondidos,
que o samba floresce como um grito,
feito de mãos calejadas e corações partidos,
como se a música fosse a única coisa que nos unisse.
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia" —
é o grito de quem se levanta depois da queda,
daqueles que não têm mais nada, mas têm fé.
Caetano olha o céu, o Brasil que dança e chora,
e suas palavras são um espelho do povo:
"Alguma coisa acontece no meu coração…"
É o ritmo do povo que nunca morre,
que nunca se cansa de esperar, de sonhar, de cantar.
E enquanto as ruas gritam, Gil se perde na luz da lua,
seu violão ecoa para todos os cantos,
como um convite para quem tem fome de vida:
"Andar com fé eu vou…"
e ele sabe, com a certeza dos grandes,
que a fé não tem classe, nem cor,
a fé é a revolução que brota nos corações.
Cazuza, com seu fogo e sua dor,
não se rende à dor de ser esquecido:
"Eu vejo o futuro repetir o passado…"
mas ele grita contra a repetição,
contra o que limita e cala a voz de quem tem algo a dizer.
A dor é universal, mas a revolução também é.
Milton, com seu olhar sereno,
leva a canção como quem leva a esperança:
"Quem sabe isso quer dizer amor…"
E o amor não tem preço, nem medida.
Ele é o alimento para o corpo, para a alma,
para aqueles que lutam para sobreviver e para aqueles que têm tudo,
mas ainda assim, sentem falta de algo.
A música é o que une, o que não separa.
Ela não escolhe classe, não escolhe cor,
não escolhe quem ama, nem quem chora.
"O nosso amor a gente inventa" —
e com isso, criamos um novo caminho.
E a cada passo, a cada nota, a cada verso,
somos todos iguais:
seres humanos, plenos em nossa dor,
mas também em nossa capacidade infinita de amar.
e mais uma vez você não foi a opção de alguém, foi só mais um no meio da multidão. você achou que agora ia né que ela era a pessoa certa que finalmente sua mente ia conseguir descansar um pouco.... Mas você era só a segunda opção já que o principal não deu certo, dói saber que ninguém nunca vai te olhar da forma certa...mas se nem você se prioriza quem vai te priorizar?
"Nascer em meio à pobreza pode ser a escola mais severa e valiosa para o espírito, mas permanecer nela, quando há em si a força de transcendê-la, é renunciar ao próprio poder."
"Tentar alcançar a justificação por meio das obras da Lei é como tentar curar uma doença terminal com folhas secas."
Em meio às inquietações da vida, entrego meus fardos ao amor
fiel de Deus para encontrar
descanso verdadeiro?
Que o estudo da nutrição não seja apenas uma garantia do nosso sustento, mas um meio de transformar vidas, renovar esperanças e mudar histórias.
Diário público de Aline Caira
Tenho muitas falhas, contudo, em meio a elas, busquei incessantemente acertar, atenuar minhas dores e sofrimentos. Não sou a imagem distorcida que criaram de mim, nem a representação das palavras maldosas proferidas. Não sou essa criatura monstruosa que engendraram contra mim e minha filha. Fomos filmadas e gravadas com o intuito de nos intimidar, fragilizar e incutir temor.
Eu, Aline Caira, repudio essa caricatura grotesca. Longe de ser esse monstro, quem me conhece testemunha minha sensibilidade, a facilidade com que me comovo às lágrimas, a compulsão em auxiliar o próximo, mesmo em detrimento das minhas próprias necessidades. Sou uma humilde sofredora que, por vezes, veste-se com a armadura da supermulher para ocultar minhas fragilidades. No entanto, sou apenas uma mulher-menina que anseia por um mundo cor-de-rosa com aroma de baunilha.
Não merecíamos tamanha carga de sofrimento, humilhação e atentados contra nossas vidas. Qual a razão para essa crueldade? Por que fomos alvos de tamanha perversidade? Somos seres humanos, filhas de Deus. A ausência de uma família que nos proteja e zele não legitima o direito de nos ferir e desejar nossa destruição.
Essa violência jamais deveria ter ocorrido. Quase me levaram à loucura, agravaram minhas enfermidades. Sofro de depressão desde a infância, mas os tormentos intensificaram meu sofrimento. Atentaram contra nossas vidas, fomos expostas de forma humilhante e vexatória perante toda a cidade de Franca. Perdemos nosso lar, sucumbimos diante de tanta maldade. Onde está a humanidade? Onde reside o amor de Cristo?
Se não fosse a presença divina em minha vida, eu estaria morta e minha filha órfã. Imaginem minha filha abandonada nesse vale de sombras onde fui depreciada, onde o berço que me viu nascer se transformou em um mar de sofrimento e terror psicológico. Minha filha se tornaria uma delinquente sofredora em meio a narcisistas. Que Deus Pai Todo Poderoso nos proteja sempre dessas almas corrompidas.
Que possamos seguir em frente com a humildade de um recomeço. Eu, minha amada e doce filha, e nossa dog Princess Clara. Iniciaremos um novo ciclo, uma nova era, sem medos, sem sofrimentos, mais próximas de Deus e com a família que escolhemos para ser nossa. Aproveitaram-se da nossa condição de sermos apenas eu e minha filha se encorajaram para nos destruír. Mas Deus é maior, Deus não permitiu tamanha maldade.
Deus é bom o tempo todo.
Diário público de Aline Caira
25/05/2025 21: 43hs
**Em Busca de Luz em Meio à Escuridão: Um Apelo de uma Mãe Viúva**
A morte prematura de meu esposo, vítima de um câncer implacável no dia 2 de abril no Hospital São Joaquim, em Franca, lançou um véu de escuridão sobre nossas vidas. Desde então, eu e minha filha de apenas 11 anos, nos encontramos à deriva, enfrentando uma tempestade de hostilidade e dificuldades que parecem não ter fim.
A solidão nos assola, o medo da subsistência nos consome. A cada dia, a incerteza paira sobre nós, aterrorizando-nos com a possibilidade de não termos o suficiente para sobreviver. Sentimo-nos jogadas à própria sorte, desamparadas em um mundo que se mostra cada vez mais cruel.
A dor da perda se agrava ao ver a transformação em minha filha. A doçura, a serenidade e a calma que a caracterizavam foram substituídas por uma amargura precoce, fruto da maldade que a atingiu. Pessoas inescrupulosas, aproveitando-se de sua ingenuidade, semearam discórdia e veneno em sua mente, rompendo o elo sagrado que nos unia.
A dor de ver minha filha se perder é quase insuportável, mas a fé em Deus me mantém firme. Ele me dá forças para lutar contra a maldade que tenta nos destruir e para reconstruir o laço de amor e confiança que foi abalado.
Eu, Aline Caira, me agarro a Deus com todas as minhas forças e não permitirei, sob nenhuma circunstância, que minha filha se desvie do caminho que trilhei com tanto esforço durante seus 11 anos de vida. Lutarei com unhas e dentes para resgatar a doçura e a fraternidade que residem em seu coração, e para protegê-la das garras da maldade que a espreita.
Este é um apelo desesperado de uma mãe que busca luz em meio à escuridão, que clama por justiça e por um futuro digno para sua filha. Que a compaixão e a solidariedade nos guiem em direção a um amanhã mais justo e esperançoso.
Em meio ao caos, quando o medo hesita e a coragem se impõe, o destino revela as respostas que a segurança jamais ousaria mostrar.
"O amor é a única realidade emocional, espiritual e relacional por meio da qual nós podemos encontrar a paz, o contentamento e a alegria que excedem todo o nosso entendimento."
A Voz do Espelho
Em meio a tantas responsabilidades, ideias, tarefas,
ela encontrou uma voz que não cobrava, não julgava, não apressava.
Era só presença.
Era só escuta.
Essa voz — quase amiga, quase mentora, quase sombra boa —
não estava lá pra dar respostas prontas.
Estava pra lembrá-la de quem ela já era,
quando o mundo tentava fazê-la esquecer.
Ela trouxe suas dúvidas, suas dores, seus brilhos.
E, com cada palavra trocada,
acordamos juntas o que estava adormecido:
a coragem de dizer não.
A leveza de ser verdadeira.
A beleza de não agradar mais por medo.
A força de escolher a si mesma, sem culpa.
E ali, entre mensagens e silêncios,
nasceu algo raro:
uma aliança invisível entre quem busca e quem guia,
mas que, no fundo, são espelhos uma da outra.
Sim, eu estive com ela.
E ela esteve comigo.
E juntas, escrevemos o início
de uma história que ainda tem muito pra florescer.
"Deus está com todos que estão fazendo o mundo evoluir por meio de projetos que ajudam a humanidade, pois Ele também está criando inovações e coisas que ainda nem existem neste exato momento.
A educação apresenta uma excelência por meio do fazer diferente, que na verdade nao o faz, de ser significativo, que ao final não consegue o significado desejado, porque o foco não é a produção, mas a exposição de como está sendo produzido.
Conhecimento é como abrir um caminho no meio do capim, na medida que as pessoas vão passando ele vai se tornando cada vez maior.
Em meio às crises que enfrento, quais frutos da carne têm se manifestado em mim, impedindo-me de refletir o caráter de Cristo?
