E no meio de Tanta Gente Chata
É que eu
sempre fui assim
meio inverso
então
tento me inverter
e eis que o meio
vira inteiro
e o inverso
vira um verso
não sou
nada mais
nada menos
do que
todo o universo.
Valéria Centenaro ©
Engenharia Social...
Engenharia social, é meio pelo qual as pessoas obtém de forma ilícita...e fazem uso indevido de informações sigilosas...enfim, um nome bonitinho pra “ fofoca”...’enganação” e exploração da confiança das pessoas...(isso no âmbito tanto profissional, quanto pessoal).
Eu fico aqui pensando...o que leva o ser humano a perder tempo com a vida alheia??? E o que a minha felicidade altera o curso da sua vida...que muitas vezes nem faz parte da minha???
Silvia Schimitd num de seus brilhantes textos...fala da sobrevivência virtual e faz uma citação sobre a fabula da cobra e o vagalume... diz mais ou menos assim...
“Viva lá fora onde também há vida..pessoas e amizades que o amam...mas, não deixe o mundo virtual menos rico com sua ausência! Lembra-se da cobra e o vagalume?
Ela dizia a ele:Você não é meu tipo de alimento, mas quero come-lo, porque não suporto vê-lo brilhar!!!(Silvia Schimit completa)Portanto brilhe! Voe, voe sem medo!!!Eles não vão alcançá-los: Cobras não sabem voar!”
Engraçado...fico aqui imaginando quanto desperdício de energia, algumas pessoas tentando sabotar umas às outras...ou criar situações desconfortáveis...realmente a noção de valores entre as pessoas é algum impressionante...não é a toa que o ser humano me fascina...
O tempo que desperdiçamos fazendo o mal, ou cuidando da vida alheia...é exatamente o tempo que poderíamos dedicar a quem amamos e à nos mesmos...
Um dia desses vi um sujeito revoltado por um relacionamento mal sucedido, e queria a todo custo minar com o novo relacionamento da garota que desejava...
Sabe o que é mais interessante...???em nenhum momento ele se preocupou em ser feliz de verdade...o que ele não queria era ver outra pessoa feliz...ele acreditava que pertencia a ele...
Algumas pessoas saem de nossas vidas...e sempre será por uma razão especial...coisas que não compreendemos no momento...mas, que falam por si com o tempo...
Pensando em todas essas coisas...chego a seguinte conclusão...
O sábio tinha razão...” A inveja é inimiga nata dos talentosos.”
As cobras que se danem...porque se a gente tiver que voar..vamos voar mesmo...e elas vão continuarão rastejando em sua própria mediocridade...
O ser humano tem urgência de viver...e viver em plenitude...
Cada momento é precioso demais...portanto, é preciso buscar a felicidade e não a tristeza alheia...
Saber falar é uma arte... e para poucos...
Muitas vezes não dizer nada significa muito...e como diria um ilustre desconhecido...
“ Cuide para que suas palavras sejam melhores que o meu silêncio”
A Humanidade é patética; vive procurando formas de sorrir em meio a única condenação que agrupa a todos, a morte. Para vencer a morte chamam-na de passagem. Passagem da carne que anda para o verme que à alimenta.
No meio da tormenta, àquele que está na praia tem uma visão melhor de como sair da tempestade, já àqueles que estão no navio se veem mais preocupados com as ondas e o balanço do navio, afim de que este não venha a virar.
NO INÍCIO...
O medo do novo, do desconhecido, do incompreensível.
NO MEIO...
A descoberta, as possibilidades, as escolhas, a tomada de consciência, a quebra de paradigmas.
NO FIM...
Não existe um final, mas sim, o início de um novo ciclo que se renova a cada dia em função do processo de desenvolvimento proposto, e que caminha gradativamente rumo a novos patamares.
Deu tristeza? Fui!
Em um determinado instante da vida, geralmente em meio a horas ruins e de turbulência, surge a informação direta (ou indireta, em duras atitudes) de que compartilhar momentos ruins, não é interessante como poderia ser. De repente, fica claro que a alegria é a única que interessa, que gera atração, no entanto os acontecimentos tristes da vida, fruto do acaso ou mesmo de falhas normais a qualquer ser humano, não fazem (de forma alguma) parte do contexto. É neste momento que vem a lembrança de que estar por perto na hora de risadas, gargalhadas ou momentos de paz e tranquilidade, é muito fácil. Na verdade, todos querem compartilhar conquistas ou aquisições. Desfrutar da alegria. Porém, ao menor sinal de tempos contrários, de nuvens escuras, as companhias escorregam pelos dedos, gerando decepção por acreditar que, por alguma razão, estas se fariam presentes em todos os momentos. Aparentemente não há nada mais atual do que acompanhar o bom e se virar na hora do ruim, compartilhar a alegria e fugir da tristeza, sob justificativas completamente superficiais. É lamentável!
Infelizmente, são raras, aquelas pessoas que fazem companhia e não apenas acompanham, que lhe dão a mão e, não só caminham por perto, que são ouvidos e não só presença. Em um tempo onde perder um minuto de suposta alegria parece ser um grande sacrifício, as pessoas se isolam e se afastam do mundo, como se isso fosse garantir algo de bom. Porém, é nessa atitude que cada um se afunda mais em seu próprio egoísmo. Dar a mão, oferecer um abraço, conversar, tudo isso... Deixa aos poucos de existir. Os relacionamentos são tão superficiais, são tão materiais, que nada resta como essência. Resta lembrar, com carinho ou mesmo com admiração, daqueles se colocam disponíveis para estar por perto em todos os momentos, mas, principalmente, nos difíceis, que são os que mais pedem por apoio. No mais, o desejo de que tudo isso seja apenas uma fonte de ensinamento, porque na verdade, entre detalhes de um contexto completo, são os momentos tristes que fortalecem amizades e, são estes que marcam a história, seja por uma mão estendida ou pela mera segurança de saber que ali ao lado, por perto, há alguém com quem você pode contar.
Em mares revoltos e em meio a tempestade o que nós da segurança é a Fé e a Esperança que não estamos só , e que seremos guiados ao porto tranquilo.
O amor cura! Mesmo que a dor seja profunda e que a tristeza seja persistente. Pois, em meio às feridas, o melhor remédio é o amor! ❤️
NamastÊ - Se tiver que parar no meio do caminho que seja apenas para um pequeno fôlego, afinal a caminhada é longa e só os tolos se iludem com ós prazeres mundanos,
Amarrados na Estação
Muitos têm medo da verdade
E se camuflam em meio à vaidade
Preferem ser Sociais
Em vez de aceitar serem eles mesmos
Muitos muitas e muitos.
São aquilo que outros
Querem que eles sejam
Esses perderam o trem da vida
Com medo de saber
O que são e para onde vão
Eles estão amarrados
Em algum banco da estação.
No meio de toda esta tensão, entrei na adolescência, de maneira bem precoce. Menstruei aos dez anos, e fiquei em choque, eu não esperava por algo assim. Chorei de medo. Naquele momento eu não esperava o que estava por vir, sobre as duras críticas e a falta de sensibilidade das pessoas e da própria família. Minhas cólicas eram( e são até hoje) terríveis e eu me sentia muito irritada, junto com isso vem meu pai e sua agressividade sem limites. Exatamente na minha TPM era o momento escolhido pra me agredir. Logo em um momento difícil, já que todos os sintomas era muito evidentes em mim. Nem todas as meninas sentem esses sintomas da mesma maneira, umas sentem menos e por menos tempo, outras tem seu sofrimento prolongado. Eu fui escolhida pra sofrer mais, e ainda ouvia que seria como dar a luz, eu teria que calar a boca e ficar quietinha. Detalhe: eram outras mulheres que me diziam isto.Se elas eram insensíveis com a minha dor e se conformavam com violência obstétrica, comparando com o período menstrual de uma criança que menstruou pela primeira vez, imagina se eu contasse a agressividade do ambiente familiar que eu vivia, e que vivo até hoje....continua....
Bom, como todos sabem, no meio dessas coisas vem a influência externa pra cabeça de uma pessoa que mal sabe o que está fazendo, a partir dos 12 anos eu queria o que todos diziam que era muito bom:um namorado. Na verdade mesmo eu não queria exatamente isso se não tivessem me dito que era algo "necessário", mas eu queria entrar nos grupinhos de escola. Mas como todos sabem, isso acontece em algum momento de nossas vidas. Bem, não gostei de ninguém na vdd, era coisa de momento e no final eu nunca ficava feliz, fora que isso era motivo de ódio pra minha mãe, e eu passei a procurar sempre um rapaz, mesmo muito bobo, pra suprir minha carência. E quanto mais minha mãe odiava, mais eu procurava, achando eu que estava certa, e que por causa desse status( no caso de ter um namoradinho) eu seria aceita nos grupinhos do colégio. Pura burrice né? Lembre-se , eu tinha menos que 15 anos, pra ser bem específica, isso aconteceu dos 12 aos 17 anos.
pra mim o amor é leve, como a brisa da manhã, suave como o vento é intenso como o sol de meio dia.
O amor não é algo doloroso, pesado e difícil pra carregarmos, se pesa, é porquê deixou de ser amor!
O amor não ver obrigações, enxerga como cuidados.
O amor não ver o tempo, enxerga como investimento.
O amor não se entristece ao retornar pra casa, se alegra ao voltar pro seu habitat preferido.
O amor não se cansa, ganha força com um sorriso.
O amor não é intolerante, mais paciente.
Analisa , se tá difícil de carregar, é tudo, menos amor!
