E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
A interdição do desejo e a poda social dos afetos é uma estrutura neofascista comportamental que deriva em ruptura.
Um vulcão para explodir precisa tão somente da oclusão da passagem do que lhe vai por dentro.
Se o vulcão não respira, explode.
O ego é uma estrutura construída em vidas passadas a partir de tendências, hábitos e experiências num padrão específico. Mas no fim, tudo isso não passa de um pensamento, ainda que um pensamento forte e contínuo.
Chega uma hora em que o homem velho tem que virar as costas ao passado, pois ele está-se tornando um estranho e um novo homem está nascendo. Memórias obstruiriam esse processo.
De fato, o ateísmo, particularmente em suas formas militantes, é realmente uma estrutura metafísica muito perigosa para uma sociedade. (...) Não temos, não acho, um sistema ético evoluído. Não compro a ideia de que a evolução por si só nos torna morais. Ela pode modificar o comportamento, mas há muitas evidências de que, no estado bruto, quando as restrições da civilização desaparecem, nos comportamos da maneira mais selvagem uns com os outros. Acredito muito que, com a sabedoria herdada de uma religião de dois milênios, temos uma estrutura muito boa para trabalhar.
Não basta uma projeção, é preciso sustentação — sem estrutura, até a maior visão desmorona.
Ruínas também contam histórias, mas apenas dos vestígios de sonhos que não souberam se manter de pé.
A ordem é o alicerce sobre o qual construímos nossas vidas, é a estrutura que nos mantém firmes mesmo nos momentos de tempestade.
28/05/2024
27/05/2024 as 04:20h
De que vale o conhecimento sem estrutura para serem absorvidas, sem ações para obtenção de resultados, sem direção para não se perder no caminho.
De que vale o caminho se não sabe que direção seguir.
O preço de algo não está ligado à estrutura desse algo mas ao seu valor, este é definido pelo seu significado.
Por que é tão difícil arquitetar projetos, pavimentar a estrutura e erguer pilastras que seriam a base do que quero me tornar?
Às vezes cubro uma montanha com uma folha de caderno com esperanças de que seja o suficiente para impedir a bola de neve em meus pensamentos
Já virou um hábito sabotar as vitórias garantidas, por isso nem me esforço pra sair de casa.
Outra noite me deitei pensando no rosto de quem já disse me amar e me levantei com a certeza de que não me apaixonaria novamente.
Escrevi mais uma de minhas últimas cartas de amor e fiquei refletindo sobre o que o futuro reserva a quem recebê-la.
Conviver com a pessoa incerta é viver uma vida totalmente abstrata, pois não há estrutura para manter a casa de pé.
A moralidade tem sido historicamente moldada por narrativas religiosas, que oferecem uma estrutura de certo e errado fundamentada em crenças metafísicas. No entanto, em um mundo cada vez mais plural e secular, a necessidade de um sistema moral desvinculado de dogmas sagrados é evidente. Como exploramos extensivamente nesse livro, uma moral baseado em figuras externas, crenças metafísicas, focam em agradar uma entidade fora dessa realidade. Isso coloca humanos como segundo plano, nos forçado sofrimento desnecessário para tentar agrada uma entidade metafísica (Deus de Abraão), que nem sabemos se existe, ou mesmo que se importa caso exista (Deus Eric).
A função de uma estrutura social é edificar instituições atravessadas pela preocupação pelo homem. Uma sociedade que encurrala os seus membros em soluções desesperadas é uma sociedade inviável, uma sociedade a substituir.
A construção de nossa fibra e estrutura psicológica, assim como a formação de nossa personalidade, incluindo a forma como enxergamos o mundo e lidamos com ele; advém, parte do que recebemos de nossos pais, e outra, daquilo que não nos foi concedido. Sendo esse fator, o mais significativo ponto que alinhavou nossa existência.
CASTELO DE CARTAS
Passei boa parte da vida tentando montar uma estrutura que funcionasse. Algo que fosse estável, coerente, socialmente aceitável. Fiz o que se espera. Escolhi com base em lógica, planejamento, segurança. Fui eficiente. Fui funcional. E, claro, fui elogiado por isso.
Por muito tempo, achei que isso bastava. Cumprir papéis. Evitar riscos. Fazer o certo. Como se viver fosse um conjunto de fórmulas a seguir. Como se o controle total fosse sinônimo de paz.
Só que o que funciona no papel nem sempre sustenta o peso da realidade. Eu seguia um roteiro invisível: manter o tom, dizer o que esperam, esconder o que pesa, apagar o que incomoda. Quando algo ameaçava essa ordem, minha reação era aumentar o controle. Mais rigidez. Mais contenção.
Mas chegou uma hora em que isso parou de fazer sentido. Eu acordava com a sensação de estar no lugar certo, mas sendo a pessoa errada. Era como viver minha própria vida com distanciamento. Eu estava ali, mas desconectado de mim.
E aí tudo começou a ceder. Não foi um desastre repentino. Foi um desgaste lento, uma sequência de pequenas rachaduras que revelaram o que eu fingia não ver: aquela vida não era minha. Era um personagem que eu sustentava com disciplina. E medo.
Medo de falhar, de ser visto demais, de não saber lidar com o que viria depois. Eu me escondia atrás de bons argumentos e decisões corretas. Me protegia até daquilo que poderia me fazer bem, porque me fazer bem também significava perder o controle.
Até que começou a quebrar.
Foram experiências simples, uma conversa honesta, um gesto sincero, um olhar que atravessa. Coisas pequenas que, por algum motivo, me desarmaram. E pela primeira vez em muito tempo, eu me senti visto. Não pelo que eu mostrava, mas pelo que eu escondia.
Foi aí que percebi: eu não era estável, era contido. Não era equilibrado, era reprimido. Eu não era forte, só estava o tempo todo fingindo que não sentia.
Isso não é força. Isso adoece.
Então comecei a fazer diferente. Dizer o que penso. Sentir sem censura. Parar de justificar tanto. Me permitir errar. Me permitir ser afetado. Aceitar o incômodo como parte do processo.
Não foi bonito. Nem heroico. Foi dolorido, confuso, por vezes vergonhoso. Mas real. E isso, por si só, já foi libertador.
Hoje, olho pra tudo que eu montei antes e vejo a fragilidade por trás da aparência de solidez. Tudo aquilo que eu chamava de estrutura era medo bem empilhado. Um castelo de cartas, meticulosamente erguido, que cai com um simples sopro de verdade.
E agora que desmoronou, não quero reconstruir nos mesmos moldes. Não quero de volta aquele velho conforto que anestesia. Não quero mais me encaixar em lugares apertados só pra parecer certo.
Quero espaço. Quero sinceridade. Quero o direito de não estar bem. De não saber. De mudar de ideia. De ser inteiro, mesmo sem controle algum.
E se esse caminho me afastar de onde estive antes, tudo bem. Talvez seja mesmo hora de ir. De deixar pra trás o que não sustenta mais quem eu sou agora.
Porque às vezes, crescer é isso: parar de segurar o que já caiu.
E se alguém perguntar quem eu sou depois disso tudo, talvez essa seja a última coisa que eu tenha a dizer:
Eu sou só um homem de medos bobos…
e coragens absurdas.
Deus permite o tempo de pranto e luto porque conhece a estrutura do ser humano e entende a nossa dor, oferecendo consolo e esperança no meio do sofrimento.
Tirosina controla a instabilidade. A ausência dela fortalece a estrutura.
Na célula como na alma — remover o excesso é o que nos torna firmes.
A glândula pineal é uma estrutura neuroendócrina capaz de traduzir estímulos ambientais em sinais neuroquímicos, influenciando diretamente a percepção, o humor e o estado de consciência.
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