E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Eu te olhei, pela última vez, querendo buscar em seu rosto algum sinal, qualquer coisa, qualquer vestígio que pudesse nos remeter para algum lugar do passado, mas não haviam mais sinais.
Nem tudo mudou, mas a luz que saia da minha alma e resplandecia sobre teu eu, em admiração.
Depois de tantos anos, essa luz muda, ela ganha novas cores, novos reflexos.
Nunca poderei te olhar como antes, e você nunca poderá ser como antes, mas mesmo assim, eu precisava te olhar, precisava saber, se agora, a nova luz que sai de mim poderia resplandecer sobre seu novo eu.
Não me entenda mal, é que eu já perdi tantas coisas, e dessa vez, de alguma forma eu queria que você não fosse mais uma dessas coisas que chega, deixa lembranças, e vai embora sem mais nem menos.
De vez em quando é difícil o dia amanhecer. Não eu, porque eu mal durmo. Falo do dia mesmo, do momento em que se diz: agora sim tudo começou! Tem dia que parece que não começa nunca, entende? E por mais esforço que se carregue na mão e passos que se dê pela vida, há dias que parecem feitos apenas para passarem, não para acontecerem. E no fim do dia a gente volta para a cama com a velha sensação de que faltou algo. Mas é normal, não é? Há sempre um ‘’algo’’ faltando; há sempre um motivo para o dia se esconder.
Eu acho que todo mundo deveria ter a oportunidade de ver a neve, nem que fosse uma única vez na vida. Nem palavras e nem fotos são capazes de descrever a sensação de ver uma paisagem que mistura neve e sol... E só quem já teve esse privilégio é que sabe exatamente o que eu quero dizer com isso! ;)
Eu acho que todo mundo deveria ter a oportunidade de ver a neve, nem que fosse uma única vez na vida. ;)
Uma vez me perguntaram se eu não tinha vergonha de cair tanto. Eu respondi que não pois quando caia sempre via a mão de um amiga estendida para que eu me levantasse!
Eu vou estar onde você está.
E toda vez que chegar de viagem, eu estarei te esperando.
Por onde eu for, a melhor parte, sempre será a volta.
E aconteça o que acontecer,
meu quarto é na sua casa,
a vista da praça é e será única.
Não importa onde eu esteja,
eu sempre vou voltar
pra nossa casa, pai.
Ontem, depois de 36 dias viajando, ele voltou mais uma vez.
E eu... eu estava lá.
Ouvindo e rindo das mesmas piadas!
Certa vez, quando eu ainda era muito jovem... meu médico me disse que minha mente poderia me levar onde desejasse e ter o que desejasse... eu sei disso e HOJE eu entendo... só que não quero... não ainda... esperar um pouquinho mais... ainda está cedo... em verdade eu afirmo: A hora certa é a hora exata de se agir, hora em que se deve proceder, nem mais cedo e nem um segundo após, o momento... o tempo se perdido é irrecuperável, se antecipado, pode se tornar imutável ou levar para outro fim que não tenha ou não possa ser previsto, por isso, aprendi a sempre agir na hora exata, e ainda estou aprendendo, e aprenderei até o meu ultimo segundo de vida.
Toda vez que eu paro e penso.
Em tudo o que aconteceu entre nós.
Eu sei que o tempo passou e nada poderá.
Desatar todos esses nós.
Porque as pedras continuam a rolar.
E o mundo nunca para de girar.
As vezes o destino nos prega tais peças.
Que a gente nem podia imaginar.
E lá no alto da montanha alguma coisa.
Despencou
E só o tempo nos mostrou.
Que rolou, e rolou.
E rolou.
Desde o dia em que você me viu chorar.
Eu ví alguem no qual podia confiar.
Mais o cupido retirou sua flecha e então.
Eu fui obrigado a esperar.
Quantas vezes eu dei passos sem pensar.
E até em outros braços já tentei me completar.
Mais o cupido lançou outra flecha e eu não.
Vou mais deixa-la escapar.
E lá no alto da montanha alguma coisa.
despencou.
E só o tempo nos mostrou.
Que rolou, e rolou.
E rolou...
E ainda não parou.
Pois isso apenas começou.
E foi tão fácil de me entregar.
Agora eu sei que tudo isso.
Estava escrito em algum lugar.
E que isso nunca vai chegar ao fim
E eu digo com certeza.
Se dependesse só de mim.
E lá no alto alguma coisa
Despencou, e rolou.
E rolou.
E isso apenas começou.
Aí foi que finalmente eu me dei conta que, toda vez que te vejo na rua, mesmo depois de quase sete meses distante, eu sempre me derreto e me apaixono por você. Dei conta que sempre estive pronto pra começar algo, pra dormir e acordar vendo aquele sorriso doce, enorme, indispensável. Eu só queria poder te ter além desses acasos da vida, mas é que pra mim é difícil aceitar as coisas desse jeito, é difícil aceitar ser a sua segunda opção.
(...) Eu observo seus pés se moverem largados no braço do sofá e me pergunto pela milésima vez, desde que te ouvi no interfone, o que é que te faz rodar a cidade por horas e parar na minha porta sempre. Você diz que minha sala é o melhor sebo da cidade, então vem. Embora saiba que a real motivação não é essa, aceito a resposta para te fazer ficar. É sempre assim, a gente usa desculpa para tudo (...).
"Não vou deixar minha vida congelada desde a última vez que te vi. Todo mundo quer viver, eu mais ainda."
Hoje tua falta eu senti
Pois ontem não te vi
Hoje outra vez tentei
E fiz de conta que te esqueci
Mas hoje eu percebi
Que ontem eu só queria estar perto de ti
Eu sinto o sol bater no meu rosto, porém estou tão fria. Não me recordo da ultima vez em que estive tão gelada, talvez seja porque estou morta. A morte não é tão ruim assim, na verdade eu já me acostumei com ela.
Não sinto frio, não sinto medo, eu não sinto nada. Às vezes quebro um pouco a cabeça tentando entender as engrenagens que tenho dentro de mim. Mas no final acabo dando de ombros.
A vida é tão simples vista dessa forma, eu não me sentiria incomodada se minhas feridas não estivessem expostas e as palavras tivessem sentido. Eu costumava brincar com as palavras, criar constelações, pronuncia-las. Hoje eu não as entendo.
O silencio na minha mente é tanto que já não gosto mais do silencio e de coisas calmas. A vida esta por todo o lado e tão pouca esta em mim, sinto o cheiro de vida ao meu redor e não sei dizer se é contagiante ou repugnante.
No me estado atual ninguém me nota, e se nota, me teme. Não consigo compreender a ignorância, o medo e a falta de interesse que as pessoas têm pela morte. Fingir que não crê é algo natural, querer ser cego é tolice.
Eu nunca me importei e talvez esse tenha sido o motivo da minha morte.
Deixamos de nos importar, deixamos de importar e por fim deixamos de existir.
Na última vez que nos encontramos, eu afirmei perguntando o porquê de não conseguir ler a sua mente, e você com um único olhar perdido num horizonte que eu sabia que eu não estava presente, negou respondendo que não sabia o motivo; eu não acreditei.
Chega uma hora que canso de tentar fazer de tudo para que nossa relação funcione.
Você nunca fez questão de que eu fizesse parte da sua vida, não inteiramente, e isso me incomodava, porque eu achava que dividir a minha, completava a sua, mas eu estava enganada.
Hoje as coisas parecem tão diferentes e só nós que continuamos os mesmos nesse vai e volta, sem perguntas, sem respostas...
Os galhos e o amor
Toda vez que morre um sentimento bonito em mim eu sinto uma dor muito forte, como a da morte. Meus sentimentos são muito bons, e a gente sempre deseja que coisas boas vivam pra sempre não é? Mas sabe, às vezes penso que somos como arvores, precisamos nos livrar de galhos velhos e sem vida, pra que venham os galhos novos cheios de flores, perfumes e frutos.
Nesta analogia percebemos uma coisa muito interessante: quando algo em nós morre, como um amor, por exemplo, teimamos em dizer que ele nunca existiu, que nunca foi amor. Mas não é bem assim! Um galho de uma árvore tem vida por um determinado tempo. Ele brota frágil, pequeno, inseguro, sem força... mas aos poucos, conforme vamos cuidando dele, ganha vida própria, fica viçoso, verdinho e forte.
O galho, assim como o amor, precisa do nosso esforço para sobreviver, pois não resistiria muito tempo se não o regássemos e cuidássemos bem dele. Algumas fracas tempestades ou alguns poucos parasitas acabariam com a vida da planta, e do mesmo jeito é o amor ou a amizade. Existem parasitas e venenos capazes de exterminar qualquer sentimento, por mais forte que ele seja. A indiferença é o veneno do amor e o galho está exposto a tribulações da natureza, assim como o amor está exposto as ações humanas.
Mas e aí? O sentimento tem a vida como a de um galho... então, enquanto recebe cuidados, ele vive: intenso, viçoso, brilhante. Mas nós, seres humanos, somos cheios de defeitos! Quando conquistamos um objetivo tendemos a menosprezá-los, a pensar que eles não têm mais importância pra gente. Ou que ele terá vida eterna, mas não é assim... todo galho e todo amor pode ter fim.
Eu sou como uma arvore cheia de galhos, em cada galho um sentimento. Dou bons frutos, alimento bem quem cuida de mim, mas meus galhos morrem, não têm vida eterna. Eu preciso muito que me reguem, que matem os parasitas, me protejam da chuva e do sol... e, por favor, que não sejam indiferentes.
Eu sou meu próprio jardineiro, sei quando preciso cortar alguns galhos... faço feridas em mim mesma, prefiro me doer em perder o que já está morrendo pra ver nascer algo novo, a apodrecer e morrer junto com o galho, só porque alguém não soube cuidar do que tanto regou até que desse frutos para alimentar sua fome, mas depois desistiu e deixou morrer.
Eu adoeço, mas não morro. Minha raiz é Deus, meu tronco é a minha família, minha copa são meus braços abertos para abraçar tudo o que vier me fazer bem e me trazer de volta a vida.
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