Dúvidas
Será que amo porque espero ser amado,
Ou será que amo, mesmo sem ser esperado?
Será que odeio porque espero ser odiado,
Ou será que o ódio é só um reflexo apressado?
Será que estudo porque busco ser estudado,
Ou será que estudo, apenas para ser encontrado?
Será que sonho porque busco um sonhador,
Ou será que o sonho é a alma em seu clamor?
Entre esperas e buscas, o coração se perde,
Na dúvida que cresce e que nunca cede.
O que somos, afinal, senão ecos vazios,
Que procuramos nos outros, e não em nossos fios?
Um dos grandes dilemas que o ser humano pode vivenciar é encontrar-se entre lutar por um determinado objetivo ou cultivar o amor-próprio, aceitando o risco de que seus sentimentos autênticos sejam interpretados como um mero desejo trivial, ao compreender que o mais sensato é não persistir diante de uma negativa enfática.
Obrigado pelas perguntas, para ser sincero as tuas questões são muito simpáticas, mas também não sei te explicar como que fiquei nesta situação. Furucuto, 2025
Eu vejo como se todas as pessoas tivessem algum valor, vejo esperança.
Mas não consigo as alcançar, porque sou fraca demais.
Vejo que minhas palavras são desvalorizadas e a minha imagem embaçada, como se não pudessem me ver pelo que sou.
O mundo se esvai enquanto tenho a esperança de um dia conseguir chegar ao peito de cada um que me cerca, mas, sou imatura demais para compreender a vastidão que é o sentimento e as esperanças de cada um.
Talvez, eu me veja perdida dentro dos meus próprios pensamentos, que não são poucos.
Tenho pensado de que algum modo, em algum momento, as pessoas possam despertar para a realidade. Mas, pensando mais profundamente, não é o dever de ninguém despertar na realidade que eu mesma criei baseado em todas as estruturas que foram impostas por mim.
Quem sou eu?
Quando eu me pergunto quem sou eu, sou o que pergunta ou o que não sabe a resposta?
Ficar acordado a madrugada em desespero sem saber o que fazer por uma simples pergunta que soa em sua cabeça.
Quem sou eu além daquele que aqui está?
Quem sou além de ser eu?
Quem sou?
Porque estou aqui?
Quem realmente sou eu?
Sei lá quem sou.
Sou uma pintura? Uma miragem?
Sou um reflexo… talvez uma sombra?
Há muitos anos me pergunto quem sou. Quanto mais me pergunto, menos sei quem sou. Assim o tempo passa e novamente me vejo fazer sempre a mesma pergunta… “quem sou eu?”
Vou voltar a ser feliz, sorridente como antes?
como eu fiquei assim?
Eu realmente quero ser ajudada?
Perguntas, elas n param de falar na minha cabeça
Dúvidas;
Ansiedade;
Preguiça;
Cansaço;
Tristeza;
Depressão?
Saudade;
Nostalgia;
Desfocada;
Entediada;
Raivosa;
Frustrada;
Vozes;
Elas param alguma vez para me ouvir?
Quem vai me ouvir?
Se os que me amam me ignoram
Por que eu me sinto sozinha se tenho todos ao meu redor?
Por que eu n consigo focar?
Por que eu n faço nd direito?
Por que eu estou assim esses dias?
Antes eu estava tão bem...
Eu realmente estou viva?
O que significa viver?
Pra que viver?
Se um dia eu vou morrer...
Quando uma pessoa estiver mal, não dê conselhos, dê ouvidos. Quem fala não escuta, e quem não sabe escutar, não consegue acolher.
O tempo, este amontoador de peças, segue agitado criando, reconstruindo, remendando e ensinando.
O que fazer com esse eterno mestre companheiro confuso?
Seria ele o montador dos quebra-cabeças ou o criador deles? Não sei. Sei que com o tempo, aprendo a respeitar mais e mais o tempo; sem contar com o resultado de sua fluidez e mais com a beleza do seus movimentos, com a doçura da sua trajetória e as nuances que ele nos exibe durante o tempo que ele nos permite aproveitar do tempo de estar aqui.
Na sua singularidade, ele provoca dúvidas, mas só ele pode mostrar as melhores e mais verdadeiras respostas. Só ele pode provar que não precisamos de provas pra saber que estamos vivendo. Só, e somente ele, pode acalentar e fazer entender, no tempo que melhor ele o quiser, o quanto o que mais vale é a própria caminhada.
Como anda seus pensamentos
As confusões mentais
Olhe para você
Se perceba
Se entronize
Diga:
_ Eu sou o que Sou.
Siga as boas intenções
Que fluem de dentro
Do seu coração
Abraços em todos
Felicidades
Paz no Coração
O mal também vem disfarçado de bênção. Não confunda. Procure sempre confirmar com Aquele que tem o melhor para sua vida. As respostas vêm como um foguete e, se mesmo assim, a dúvida persistir, pergunte de novo.
Na vasta possibilidade de escolha,
luz e escuridão.
Na caminhada sinuosa,
tropeços e perdão.
Dentro de cada um,
dúvidas e desejos.
Todos sustentando nossa ingratidão.
E quando eu não consigo existir tranquilamente lembro que eu sou igual a toda essa gente. Olho no espelho, não consigo enxergar, vou catando segredos e respostas no ar.
Não julgue o que você não conhece. Muitas vezes há uma dor gerada na alma que ninguém pode ver. Há uma desilusão com a vida diante das circunstâncias já vividas. Há um choro incontido que verte lágrimas internas como uma enchente. Há dúvidas e incertezas... E por fim, um sorriso que nada diz daquilo que realmente se vive.
Caminhos da Fé
Na encruzilhada da alma,
Divergem dois caminhos:
A fé sem questionar e a fé com razão,
Duas vozes em conflito.
A fé cega, em seu véu de incerteza,
Sem indagar, segue adiante,
Preservando antigas tradições,
Mas com as dúvidas sussurrantes.
Já a fé raciocinada, abraça a razão,
Busca respostas no saber,
Em constante diálogo com a verdade,
Sem se deixar cegar pelo poder.
Estranhamento paira no ar,
Entre a dúvida e o interesse,
Pois cada coração tem seu caminho,
Entre a fé e a racionalidade, um endereço.
Alegria e medo se entrelaçam,
Na busca pelo divino entendimento,
Enquanto a fé sem questionar se entrega,
A fé com razão segue em movimento.
Metáforas se entrelaçam nas palavras,
Como raios de luz em cada poesia,
Percorrendo o labirinto da alma,
Despertando reflexões, sem falsia.
Versos libertos, como a mente inquieta,
Abraçam o ritmo das incertezas,
Aliterações, assonâncias em sintonia,
Pintando o quadro das diferentes crenças.
Que cada leitor, ao mergulhar,
Nas entrelinhas deste poema,
Descubra em si suas próprias verdades,
E abrace a fé que o coração acena.
Pois no encontro das duas sendas,
Na dança entre fé e razão,
O espírito se revela, genuíno,
Em busca de uma eterna união.
Quem está conectado com a Providência Divina não busca por provas, pois já sente a certeza interna. Enquanto isso, as "previdências" nos incutem medos, alimentando nossas dúvidas e inseguranças. A confiança na Divina Providência nos proporciona tranquilidade, enquanto o excesso de cautela nos impede de abraçar a plenitude da vida.
O pior erro, de um ser, e tentar de todas as formas fazer ciúmes no seu cônjuge pois a insegurança ele o alto nível de pensamentos poderá causar dúvidas e logo apos a traição...
A vida pode ser sua diva, ávida e atrevida como as dívidas, e ao mesmo tempo sábia e inesperada como as dádivas. O paraíso e o inferno moram nas dúvidas.
