Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Homens com alguma ansiedade por resolver os seus dilemas é o desenho real de como começa a vida adulta, e não é anormal encontra muitos "desses" ainda dominados por seus dilemas, justamente pelo pouco aprender sobre si mesmos..
Aceite seus demônios
mentalize e aplique
convide-os para um drink
afogue-os em Whisky,
os próprios não suportarão
o fardo que os mesmos lhe impõem,
de dois em dois copos
menos gelo eu servia
mais amargo ficava,
mas não para mim
já habituado com martini
com um leve sabor do martírio
fazendo-me livrar do vício
que era ouvi-los,
a cada gole que me aquecia
mais eu os esquecia
pois não há nada mais forte
do que meu vício pela droga da vida.
Engana-se quem acredita ser livre, mas não consegue pensar fora da bolha. Vivem presos em seus paradigmas, pregando seus sofismas nos quais acreditam ser verdades.
A melhor maneira de conseguir mais vendas no futuro é garantir que seus clientes atuais estejam felizes.
Sejam Gratos por sofrerem aqui na terra por seus atos e escolhas, por que não vão querer sofrer em outro canto que Deus vai jogar as pessoas que não sofrem aqui na terra e que não se arrependem dos seus pecados!
Em sua vida, busque soluções para seus problemas, não o culpado de sua fase atual, ira ou sentimento momentâneo, isto é vitimismo.
Responsabilize-se e seja livre !
O bom pai sempre cuida dos seus filhos independente de qualquer situação, por isso nós te amamos pai!
Os seus maiores inimigos estão dentro de você, da sua mente. Eles te fazem ficar estagnado, sem progresso. Mudar exige coragem, determinação e plantio. A escolha é sua, mas se for feita você verá que a colheita será abundante. Mude!
Os historiadores mais tradicionais nos seus modos de escrever a história costumam se esquecer de que, ao elaborar o seu texto, eles mesmos são ou deveriam ser os ‘senhores do tempo’ – isto é, do seu ‘tempo narrativo’ – e de que não precisam se prender à linearidade cronológica e à fixidez progressiva ao ocuparem o lugar de narradores de uma história ou ao se converterem naqueles que descrevem um processo histórico. Se o texto historiográfico é como que um mundo regido pelo historiador, por que não investir no domínio de novas formas de dizer o tempo? Por que tratar o tempo sempre da mesma maneira, banal e estereotipada, como se estivéssemos tão presos a este tempo quanto os próprios personagens da trama histórica que descrevemos, ou como se fôssemos mais as vítimas do discurso do que os seus próprios criadores? Indagações como estas, naturalmente, implicam em considerar que a feitura do texto historiográfico se inscreve em um ato criativo destinado a produzir novas leituras do mundo, e não em um ato burocrático destinado a produzir um relatório padronizado que pretensamente descreveria uma realidade objetiva independente do autor do texto e de seus leitores.
O moderno romance do século XX em diante, na sua incessante busca por novos modos de expressão e de apresentação do texto literário, e também o Cinema desde os seus primórdios, já acenaram há muito com uma riqueza de possibilidades narrativas que não parecem ter sido assimiladas por uma historiografia que, pelo menos neste aspecto, é ainda demasiado tradicional. Acompanhar este movimento iniciado no âmbito da literatura do último século, mas também no campo do cinema e das artes em geral – e podemos lembrar aqui, adicionalmente, as experiências cubistas de representação de diversos momentos de uma mesma figura na simultaneidade de um único quadro – poderia contribuir para enriquecer significativamente o discurso historiográfico, ajudando-o a romper os tabus e as restrições que têm limitado a historiografia profissional enquanto uma disciplina que acaba reproduzindo os mesmos padrões, mesmo que nem sempre adequados aos novos objetos e abordagens já conquistados pelos historiadores.
Romper os padrões habituais de representação do tempo, como ousaram fazer os grandes romancistas, artistas e cineastas modernos, implicaria em inventar novos recursos discursivos no que se refere ao tratamento da temporalidade no âmbito da historiografia, com possibilidades regressivas, alternâncias diversas, descrições simultâneas, avanços e recuos, tempos psicológicos a partir dos vários agentes – ou o que quer que permita novas maneiras de representar o passado, mais ou menos na mesma linha de ousadias e novidades que os romancistas modernos encontraram para pôr em enredo as suas estórias de uma maneira mais rica e criativa.
[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2012, p.250-251].
Não procure em alguém, um outro alguém.
Somos pessoas únicas. Cada qual com seus defeitos e acertos.
Cada um com sua essência.
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