Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Como um antigo museu, com seus achados e descobertas, assim também é minha linguagem. Palavras que desvelam pensamentos ocultos, em que palavra puxa palavra e dançam na busca de significados. As palavras são peixes dourados, escorregadios, habitantes da nevoa marítima. Questiono e eu mesma respondo, como o sol que nasce na serra. Eu sou uma pessoa curiosa e conheço os frutos de cada árvore. Sou simples e clara como um feixe de luz.Caminho estradas em que desconheço o seu fim. Apenas caminho, porque tenho pernas e desejo de descobrimento. Posso me aquecer ao sol e esquecer toda complexidade do meu ser. Hoje o dia está farto e caminho entre entre a paz e a malemolencia. Busco imagens traduzam meu estado de espírito. E seria algo fluido como a massa de um pão, que alimenta e perpétua a tradição. O pão que nutre o corpo é a história. Sou eu assim leve e densa, mas busco água profundas que me desconstruam e me mostrem outra fase de mim mesma. Mas o tempo passa suave e não vejo o caminhar das horas. Sou como um relógio, que gira e volta ao mesmo ponto. Mas transcendo é destruo o tempo na palma da minha mão. Posso assim viver o eterno que há em mim. Eu, dona de mim. Num tempo paralelo, em que só existem letras e palavras.
"A Pistis Sophia, (texto gnóstico que descreve diálogos entre Jesus e seus discípulos após a ressurreição, abordando temas espirituais e a natureza divina), apresenta uma visão profunda da natureza divina, revelando uma realidade espiritual complexa. Nela, encontramos a Mãe Divina, Pistis Sophia, (personificação da sabedoria divina e aspecto feminino da divindade), e o Pai Desconhecido, (o Absoluto, fonte divina incognoscível e transcendente, além da compreensão humana), distinto do Deus criador do Antigo Testamento, conforme interpretado na teologia gnóstica. Juntos, eles se manifestam através dos Aeons, (emanações divinas que nos conectam ao divino transcendente). A centelha divina dentro de nós é uma emanação dessa realidade divina, que foi aprisionada na matéria pelo Demiurgo, (ser inferior que criou o mundo material e é frequentemente identificado como Javé, o Deus do Antigo Testamento), sendo visto como obstáculo à iluminação espiritual, pois nos mantém presos às leis e regras do mundo material, impedindo-nos de reconhecer nossa verdadeira natureza divina. Nesse contexto, a busca pela gnose torna-se fundamental para a libertação da centelha divina, permitindo que ela retorne à sua fonte divina e experimente a unidade entre o interno e o externo, o humano e o divino.
Seja o adulto ciente dos seus surtos.
Empenhado em preencher essa fresta, para caminhar mais firme.
O Brasil e seus brasileiros são como os Estados Unidos e seus cidadãos. Nenhum estrangeiro tem autorização para interferir na nossa soberania. Existem brasileiros que são antipatriotas e acreditam que os Estados Unidos deveriam mandar no nosso governo. Isso é completamente absurdo.
O que está acontecendo no Brasil é uma consequência de ações de alguns políticos que, durante seus mandatos , aproveitam as emendas parlamentares para benefício próprio e para fortalecer seus próprios redutos eleitorais, garantindo assim sua reeleição.
Nossa esperança é que, em 2026, o povo brasileiro reflita bem antes de escolher seus representantes, optando por políticos que realmente tenham compromisso com o Brasil, e não apenas com as redes sociais.
O homem nega a sua racionalidade quando usa a razão para satisfazer seus desejos imediatos, ignorando as consequências de seus atos.
Como um Punhado de areia assim é a vida, ninguém conta seus grãos, quando a experiência já não soma tanto; tambem nem importa saber quanto se gasta ou quanto se tem, o que de fato vale é ser amigo de alguém, prosear, cantar e sorrir de coisas boas dos tempos de menino.
Seus olhos são como os de um animal calmo e intenso, cheios de uma sabedoria antiga e um brilho misterioso. Às vezes, parecem piscinas escuras e profundas, refletindo segredos e emoções que só ele conhece. Outras vezes, brilham com uma luz terna e apaixonada, capaz de aquecer o coração e acalmar a alma. São olhos que contam histórias, que carregam a força da natureza e a doçura de um coração gentil. Olhos que me hipnotizam e me fazem perder-me em seu universo particular. Neles, vejo a vastidão do céu noturno, salpicado de estrelas cintilantes, e a profundidade serena de um oceano calmo. Um turbilhão de emoções, reflexos de um espírito livre e aventureiro, mas também a quietude de um porto seguro, onde encontro paz e compreensão. São olhos que transcendem a beleza física, revelando a beleza de sua alma, um espelho que reflete a força, a ternura e a magia do seu ser. Um olhar que me envolve, me conquista e me faz sentir amada, protegida e infinitamente feliz.
"Aquele que quiser Me seguir, deve pôr de lado seus próprios desejos e carregar sua cruz cada dia, para conservar-se junto de Mim! Lucas 9.23"
Desprender-se não é tarefa fácil, mas o desejo de Deus é que prevaleça a nossa capacidade de renuncia...
Você me enxerga com os seus próprios olhos. Aquilo que você diz que eu sou, na verdade, revela o que mais existe — ou o que mais falta — em você. Antes de me julgar, olhe para dentro. Talvez o que você vê em mim seja apenas o reflexo dos seus próprios conflitos.
Simplesmente você
Quando meus olhos encontraram os seus, foi como se o mundo parasse. Por um instante, desaprendi a respirar… e de repente, você se tornou o próprio ar. Seus olhos, seu sorriso intrigante, o seu jeito de ser — você, simplesmente você.
A palavra “razão” perdeu o sentido, pois ele foi roubado por um tentador par de olhos. E o orgulho que ainda me restava, foi destruído pela soberba do seu olhar desafiador. O amor jamais foi uma opção, mas a razão me foi levada com uma única risada — aquela que me desconcertou por inteiro. E por esse grande feito… me tens, agora, em tuas mãos.
Procure viver sempre com a quantidade de ar que seus pulmões sejam capazes de manter a respiração, pois ao tentarmos respirar, mais do que podemos, nos sufocamos.
Carta para o homem que me chamava de rainha
Eu sei.
Eu sei que você me amava, mesmo nos seus silêncios.
Mesmo sem tanto carinho explícito, sem muitas palavras.
Eu sentia isso no jeito que você me olhava às vezes,
no seu esforço confuso de me proteger do que nem você entendia.
Eu acreditava em cada vez que você dizia que queria ser meu porto seguro,
mesmo quando você era tempestade.
E sim, eu vi você tentando.
Tentando melhorar, tentando ficar, tentando ser o melhor pra mim.
Só que amor também cansa.
E eu cansei de ser forte o tempo todo.
Porque enquanto você se perdia dentro de si…
eu me perdia tentando segurar nós dois.
Eu só queria que você me escolhesse com clareza.
Que me chamasse de rainha — e me tratasse como tal.
Eu queria ser seu templo de paz, mas acabei sendo abrigo da sua guerra.
E mesmo assim, eu te amei.
Inteira. Sem falta. Sem dúvida.
Ainda amo, de um jeito que não sei apagar.
Mas hoje, preciso me amar também.
Se um dia você voltar inteiro…
talvez eu ainda esteja aqui.
Mas agora, eu volto pra mim.
“Eu queria ser teu templo de paz. Mas fui abrigo da tua guerra.”
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