Dor seu Silencio
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
TRANSFORMAÇÃO.
Às vezes passamos por momentos de dor,
Tudo é como foto sem cor,
Preto e branco, sem vida a brilhar,
E parece que o fim nunca vai chegar.
Mas acredito que é preciso sofrer,
Para, então, aprender e crescer.
Como as frutas que, ao tempo, amadurecem,
A dor, um dia, vai nos fortalecer.
O fim, talvez, seja o amadurecimento,
A lição que vem com o tempo,
E ao fim, com paciência e razão,
Vemos a beleza da transformação.
Anseio pelo dia em que essa dor irá sumir, o choro acabará e a saudade não mais existirá. Anseio pelo dia em que Jeová irá curar todo coração partido, destruído.
A morte destrói e maltrata quem ficou vivo, mas é Jeová quem cura.
(ver Apocalipse 21:3-4)
Noto que o ser humano se torna cada vez mais pragmático e egocêntrico, não se comovendo com a dor do seu semelhante. Enquanto muitos padecem, esses comemoram e riem, e só se manifestam solidários em homenagens póstumas para “auto marketing”, com o intuito de projetar uma imagem falsa de “bom samaritano”.
Com dor, refaço minha trajetória
Essa, jamais me impedirá
A não ser que esmorecida
Desista de, outra vez, tentar
A raiva é como fogo: pode aquecer e transformar, mas também destruir. Surge da dor ou frustração, mas cabe a nós decidir o que fazer com ela. Controlá-la não é reprimi-la, mas entendê-la e usá-la de forma construtiva. O desafio é não deixar que ela nos consuma.
Nunca diga o quanto dói uma dor que não é sua, independentemente da sua interpretação sobre a causa ou o sofrimento. A dor é subjetiva, carregada de significados únicos que, muitas vezes, nem mesmo quem a vive consegue compreender completamente.
Quando meus olhos suarem. Quando minhas veias dilatarem. Quando a dor tomar quem eu sou, perceberá que não há como parar alguém que cresceu em meio a tormenta.
O esquizofrênico
Parece até filme de terror
Mas imagina a dor
De não saber a diferença entre ser e ter
Que doença pode definir uma pessoa?
Uma doença mental?
Ou, etc. e tal?
Me diz aí
O que é normal?
Quem dera eu fosse só um portador
Para me livrar dessa dor
Que não sei onde encontrei
Ah, eu queria tanto ser normal
Mas o que é afinal?
O preconceito veio me assombrar
Para que desrespeitar?
As vozes vieram me falar
É algo que não consigo controlar
E não é mentira
Para mim é real
Ninguém vê igual
É difícil conviver
Mas eu vou tentando vencer
É difícil se por no seu lugar
Mas não é impossível amar
Muitos dizem que você não é normal
Mas nunca vi um pai igual
Que tal substituir é por tem
A doença nunca irá te definir
Porque você é muito maior
Ele tem esquizofrenia, não seria melhor?
Psicofobia já ouviu falar?
Se ainda não, melhor se informar!
Cada pessoa lida com a dor, da forma que lhe convém.
Sofrer pouco ou sofrer muito não te faz nem mais, nem menos humano.
Você escolhe o tanto que quer sofrer, o tanto que vai se culpar, o tempo que isso vai durar.
Como diz minha amiga Dani “Sofra apenas o necessário”.
Hoje eu pararei de reclamar (ou pelo menos tentarei).
Meu Deus, não! Eu não posso enfrentar essa dor que se chama amor.
"Ausência do Bem"
Talvez seja simples enxergar o mal,
Na dor, na perda, no final fatal.
No amor quebrado, casamento arruinado,
Na sombra escura de um mundo desolado.
O que é o mal? Me pergunto em silêncio,
É mais que dor, é ausência de um alento.
Não é matéria, não tem forma ou cor,
É o eco vazio, o oposto do amor.
O mal é a ausência do bem,
Um vazio que nos prende também.
Escolhas livres, um risco que Deus deu,
A liberdade que o homem escolheu.
Agostinho sabia, Aquino também,
O mal é o caos quando falta o bem.
Não tem rosto, não tem mãos, nem chão,
É o fruto amargo da nossa decisão.
Deus sabia, mas nos deu a licença,
De errar, de cair, sem resistência.
Na liberdade, o bem se expõe,
Mas o mal também surge onde o amor não compõe.
O mal é a ausência do bem,
Um vazio que nos prende também.
Escolhas livres, um risco que Deus deu,
A liberdade que o homem escolheu.
É o desequilíbrio, a falta de luz,
A sombra que cresce quando o amor se reduz.
É a desordem, o afastar do Criador,
A porta aberta pra tudo que é dor.
O mal é a ausência do bem,
Um vazio que nos prende também.
Mas no amor há um caminho, uma razão,
Pra voltar ao que é santo, à nossa missão.
Escolhas livres, mas há redenção,
Na luz do Criador, a nova direção.
O mal não tem força onde o bem é total,
Voltemos à origem, ao amor essencial.
JMJ
Hoje vivemos uma vida compartilhada,
onde a dor e a felicidade não são apenas suas, pois há uma necessidade de compartilhar para legitimar.
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