Dor

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Amizade com alguém, faz a gente se alegrar, etoda dor se encerra.

Vê que a dor também vem pra ensinar.

Não pense que o amor é dor, por causa dos meus olhos molhados.

É melhor sentir a dor da ausência de uns, do que a dor da presença de outros.

Ouça agora o que vou dizer, toda dor sentida nessa vida, durará apenas um momento, mas, na eternidade ela nunca terá fim.

É mais forte aquele que consegue usar a dor como combstivel de fé e de transformação

Felicidade não é viver sem dor, é encontrar sentido suficiente para continuar vivendo apesar dela

A dor pode até me fazer cair, mas, com Cristo, ela nunca terá força suficiente para me impedir de levantar

Se não cuidar da saúde com amor,
pra sua infelicidade,
sentirás dor,
em qualquer idade!

Ser forte é enfrentar a dor; é se deixar chorar.

Não seja para alguém o motivo da dor, mas somente o brilho dos olhos.

Prefiro viver a dor de uma solidão, do que viver sob a rejeição de um abraço.

Não quero está naquele dia, distante dos braços de Deus, pois sei do tamanho da dor, que haverá em nós.

V Religião Não É Algema


​A religiosidade enrijecida adoece.
Mata o riso, julga a dor,
Cria um Deus que só cobra e cobra,
E esquece que a essência é o amor.
​Se o seu dogma te faz olhar com desprezo,
Se o seu templo exige o seu próprio fim,
Isso não é fé, é cativeiro de pedra.
Deus nunca quis ninguém assim.
​A verdadeira luz não pesa.
Ela não humilha, não sufoca, não fere.
A fé que vem do alto liberta a alma,
Cura a vida e o bem prefere.
​Rasgue a culpa, abra a mão,
Deixe o peito voltar a respirar.
Quem aprendeu a amar de verdade
Não precisa de medo para se salvar.

A arte é o milagre da dor tornando-se beleza antes de cicatrizar.

(Douglas Duarte de Almeida)

A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.

A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.

No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.

Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.

(Douglas Duarte de Almeida)

Se insisto no erro é porque a dor fala comigo num idioma que ainda não desaprendi.

A Casa do Pai


​O amor não veste terno de julgamento,
Nem pede que você esconda a sua dor.
O abraço do Sagrado é acolhimento,
É descanso, é remédio, é puro afeto e calor.
​Se a religião te fez sentir pequeno,
Se te deram pedras em vez de pão,
Saiba que o céu não guarda esse veneno:
Deus é o alívio para o seu coração.
​Ele não quer a sua perfeição fingida,
Nem a culpa que te faz curvar o olhar.
Ele quer a sua alma livre, erguida,
Com espaço para sorrir e respirar.
​Desarme o peito, esqueça a aspereza.
A luz divina é leveza, é mão estendida.
Quem ama de verdade não apaga a sua luz,
Mas te acende de novo para a vida.

O Veneno do Dogma


​Usam o nome do Sagrado
Para erguer muros, ditar a dor,
Transformaram a graça em tribunal
E esqueceram o som do amor.
​Gente de rosto fechado e bíblia na mão,
Pronta para condenar quem passa,
Adoecendo a si e ao irmão,
Confundindo veneno com graça.
​Mas o Divino não mora na opressão.
Não habita no medo, na culpa, na dor.
Se a sua religião sufoca o seu peito,
Ela é só regra de homem, não é amor.
​Desarme a mente, acolha o mundo,
Seja a leveza que o céu pediu.
A fé real não destrói ninguém:
Ela resgata o que a rigidez feriu.

Nem toda dor
Vem acompanhada
Do alívio.