Dor

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A dor, quando bem interpretada, se torna sabedoria refinada.
E eleva quem decide crescer acima das próprias limitações.

Uma mãe é hábil em ultrapassar os limites da dor para ver os olhos de quem ama e isso é apenas o começo daquilo que ela e capaz.

Não há muralha que detenha uma mulher que aprendeu a fazer da dor o seu próprio alicerce.⁠

Fibromialgia A dor invisível também cansa, também limita e também merece respeito.

Quem vive com fibromialgia, dor constante, aprende a valorizar pequenos momentos de paz.

Quando você sente dor de cabeça ou de barriga, ninguém mais sente.

A dor também é uma escola.

Antes de alcançar algo, precisas de ter, dominar passar pela dor e usá-la como combustível motivacional e como a fonte da força, inteligência e sabedoria.

Sinta a dor para que possas superá-lo e transformá-lo em algo melhor.

Às vezes, não é o incômodo de dor de cabeça, mas sim o incômodo de desordem e barulho na cabeça.

A dor e a irá ou a raiva, dão origem ao mood e a adrenalina, numa só junção.

Só entenderás a dor do outro se sentires ela alguma vez.

Sou Pauleremonopsicofilosofante: na dor aprendi, na tristeza cresci, na solidão venci. Filho do mar, mas eu não me afogo.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Em 2 anos não fiquei velho. Fiquei casca: dor me cortou, fé me costurou, esperança me assinou: Pauleremonopsicofilosofante. E hoje: um eremonopsicofilosofante.

Dor se afogando na luz, eu parto sem parte e me porto com porte.

Rápido passa e lento demora. Pesado pesa porque carrega dor, dor que merece ser ouvida e capturada.

Na solidão eu mastigo a dor, bebo a tristeza e viro Pauleremonopsicofilosofante: filho da Alfonsina que não afunda.

Triste estou, não me conheço totalmente. A dor procura o meu medo, mas o medo ficou no fundo do mar da qual eu me tinha afogado e a água ficou com o meu medo, minhas decepções e em troca me deu ódio, raiva, vingança, sabedoria e me ensinou como transformar a dor em combustível, essa mesma água, me deu energia, autoestima e frieza. Depois disso, essa mesma água formou uma nova vida em mim e desde então, não me afogo mais, aprendi a ser como o mar, como uma árvore resistente à diferentes tempestades, aprendi a ter fé, resistência, resiliência, esperança, mas a solidão foi a casa que foi pintada com tristeza e dor.