Dor

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Todos os atos de misericórdia de Deus tem origem na dor que há em seu coração.
sfj,reflexões religiosa⁠

⁠A dor transforma o homem em criança.
sfj,reflexões

Perdoar é lembrar sem sentir dor.
sfj,reflexões⁠

Às vezes é um grito de dor tão profundo que se é preciso fecundar para que ele nasça em nós.

TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.

Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.

Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.

De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.

Meu erro foi querer reciprocidade
Me joguei de cabeça em algo que acreditei e falhei em ficar..
Falhei por não querer menos do que eu dava, por querer carinho e só receber respostas vazias. Luto e sempre vou lutar para ser feliz, mas chega uma hora que cansa e quando sinto que cheguei no meu limite sei que é o recomeço.
O recomeço para uma nova tentativa de ser feliz ou ao menos conseguir viver em paz.

Te amar é um esquema em que camuflo nosso problema e o transformo em poema.

A Gente se acostuma , mas não devia !

A gente se acostuma a ser segunda opção e por escolha sofremos sem poder contestar, a gnt se acostuma a fazer da vida uma vai e vem onde quem emite energias positivas e negativas , as recebe tmb na mesma proporção que a espalhou. Somos criados e crescemos com o pensamento formado de que o certo e o errado não pode mudar , é simplesmente uma regra. Passamos pela dor como se fosse algo clichê e nos acostumamos a deixar que pessoas cultivem em nós o amor para depois destrui-lo e fazermos acreditar que amar não vale a pena . Apostamos todas as nossas fichas e dizemos que nunca mais vamos sofrer ou chorar, mas no meio da madrugada nos pegamos quebrando as promessas que fizemos a nós msm como se fossem amenizar o que sentimos. Eu sei que a gnt se acostuma com a rotina cansativa e a vida chata de adulto, que ao msm tempo que gostamos de café também odiamos , o excesso nos faz mal e mtas vezes nos é enfiado à guela abaixo pelas pessoas , e nós aceitamos, pq é mais fácil abaixar a cabeça do que se permitir ser livre para dizer e ser quem você quiser. A gnt se acostuma a ser moldado pela sociedade, a vestir o que a moda exige e a se comportar como robôs programados para fazer aquilo que as pessoas nos obrigam. Se o nosso desejo é ser livre pq não nos libertar ? Se o nosso sonho é sair na chuva pq não se molhar ? . Pq se prender ? pq ser aquilo que o outro quer que você seja ? Disperta , só você pode fazer da sua vida um " Paraíso" , deixe suas asas crescerem, não se oprima ! Ninguém tem o direito de cortar as suas asas para você não voar , e msm se cortarem lembre-se, você ainda pode caminhar . Eu sei que a gnt se acostuma, mas n devia !

amor é igual cigarro.
você acende, fuma, ele acaba.
então você joga fora e acende outro.

Escuta aqui, menina!
Sabe aquele "amor da sua vida" que te traiu com outra, que te fez chorar, te sentir a mais inferior das mulheres, que te machucou, te pisou, te esnobou... Aquele que te traiu pelas costas, enquanto você só dava amor pra ele?
Então, ele quer voltar, né?
Ele jurou arrependimento, disse que te ama e não vive sem você, que foi um erro, que não teve culpa, que a culpa foi da outra, que nunca mais vai acontecer, que você é o amor da vida dele, que não sabe por que fez isso... blá-blá-blá.
Eu preciso te avisar: ele vai fazer de novo!
E pior: você nunca mais na sua vida vai ter paz!
Porque não se esquece uma traição. Jamais!
E olha o que te digo: amor sem confiança nem é amor, é outra coisa, mas amor não é!
Amor nem dói!
Amor de verdade cuida, zela, guarda, preserva e jamais te faz chorar.
Então, menina, não se meta nessa cilada de novo, porque sofrer vai ser inevitável.
Deixa doer... toda dor é passageira!
Depois, quando tudo passar, você vai conseguir perceber o quanto foi bom você se valorizar e não se entregar pra quem de você só merece o desprezo!
Vigia teu coração e se preserve, menina!

A Bailarina

Como uma bailarina
continua a dançar
mesmo que dentro da sapatilha
os pés estão a sangrar

Mantém um sorriso no rosto
para os que a assiste se deleitar
sendo que por dentro é o oposto
é dor e tristeza que se pode encontrar

Força e beleza da bailarina
Que em cima do palco encanta
ninguém sabe a dor da menina
que aos olhos alegre dança

Seus dedos já quase quebrados
a plateia deslumbrada
com a leveza dos seus passos
a bailarina é por todas admirada

Pobre moça após o espetáculo
quando pode tirar a sapatilha
chorar e sangrar...
tira faixas, pés no gelo
para o mais rápido ao palco voltar
por que o show, o show não pode parar!

Bem-vindo ao mundo dos adultos onde finge tudo! Onde finge que tudo está bem, esconde mágoas, dores, feridas, finge amor onde nunca teve e finge ter a alegria onde habita a tristeza.

“Não Escancares a Porta do seu Coração, Para Quem Quer Fazer Só Uma Visitinha”

Então você cresce, amadurece, e aprende, a duras penas, que o mundo não é feito de açúcar, que os adultos nem sempre detêm a verdade (quase nunca detêm...), que algumas coisas não saem do jeito que a gente quer. Mas a dor do crescimento aparece mesmo quando você descobre que algo em que você acreditava deixou de existir.
É assustador ter que reformular tudo aquilo que te constituía e não constitui mais.
Temos que estar dispostos a abrir mão de nossas crenças, de nossos planos tão reais, palpáveis, terrenos... para acreditar numa nova realidade.
E vamos descobrindo que nada é tão real, palpável ou terreno. Que tudo pode mudar num piscar de olhos, enquanto nos apegamos ao que é conhecido.
Percebemos que vivemos, mas não pertencemos. Amamos, mas não controlamos. Temos fé no invisível, mas nunca estamos prontos...

Ou termina ou não termina. É o que você diz. É assim que se passa por isso. O túnel, a noite, a dor, o amor. Ou termina ou não termina. Se o sol nunca nasce, você encontra uma forma de viver sem ele. Se eles não voltarem, você dorme no meio da cama, aprende a fazer café suficiente só para você. Adapte-se. Ajuste-se. Ou termina ou não termina. Ou termina ou não termina. Nós não perecemos.

"Nem todo mundo é igual a você"
Sei que todas as pessoas são impares, cada uma com suas particularidades, sei que meu "Eu" não agrada todo mundo, e talvez não agrade você, então mantenha distância, saiba que no mundo existem mais de 7 bilhões de pessoas, escolha algumas delas para fazer parte do seu círculo, meu eu é muito feliz em não ser todo mundo.

A Plenitude da imaturidade!

Quando nos casamos, éramos ambos apaixonados e românticos. Não conseguíamos ficar no mesmo ambiente sem trocar olhares, abraços, toques. Dormir ou sair do mesmo ambiente significava uma despedida que exigia um beijo ou abraço. Acordar ou voltar ao ambiente representava um reencontro que também exigia o mesmo. O sentimento era: “Que alívio que vc está de volta”! Isso transmitia amor, saudades, alegria e uma imensa sorte por termos encontrado um ao outro. Com o passar do tempo, pouco a pouco isso foi se perdendo. Pouco a pouco um coração dizia ao outro: “Você não é mais tão importante. Não sou tão sortudo ou sortuda por ter você ao meu lado. Não sinto sua falta quando você sai nem quando vc viaja” Com isso um coração ouvia: “ Não sou mais amado!” Dura convicção imatura. Imensa dor infantil que só uma criança sabe como dói. Os adultos sabem apenas que é bobagem. Mas a dor da criança, neste caso um adulto, é real. Ao refletir, o adulto reconhece que o que foi perdido não significa que o amor se foi, mas sim que surgiu uma nova forma de amar. Uma forma mais fria, mais distante, menos intensa, com menos desejo, menos carinho, menos emoção, porém mais madura. A adaptação a essa nova forma é sofrida e dolorosa. O coração se questiona: “Será que vou me adaptar? Será que quero me adaptar? Essa nova forma é capaz de trazer plenitude? “ Não sei a resposta. Só sei que nesse momento almejo um amor maior! Gostaria de ter permanecido na imaturidade!

Como você se sentiria se já tivesse conquistado boa parte do que deseja?
“Imagine e então sinta-se dessa forma!”

Como é doloroso perder alguém que se ama. São tantas as lembranças e a saudade que às vezes o coração para de bater e sofre como se estivesse apanhando.