Doce
Olhar doce, um enigma, dois talvez. Sua beleza irradia, mas será paixão? Não sei. Preciso pensar. Saio por aí, vagando, refletindo. Quanto tempo não durmo? Remédios, preciso deles. Pensa. Será? Analisa, pergunta, pede ajuda. E se tudo der errado? Mas será paixão? Não sei. Noto o perfume, o cabelo. Ela fala, escuto sua voz. Que voz. Ela ri. Que riso. Mas será paixão? Não sei. Penso-repenso-sinto-tento-esquecer-não-consigo e ahhhh: com certeza é paixão, conclusão. Finalmente. Mas será tarde demais para isso? Não sei. Eu quero avançar, peço ajuda. Meu Deus, como pode ser tão difícil? Cansei, meus dedos não aguentam mais tocar música triste. Respira, fica perto, senta ao lado, não invada o espaço dela, mas fique perto. Está quente. Silêncio. Coração palpita, respiração silencia. Não há nada, mas há tudo. Voltamos. Despedida. Choro. Preciso falar, tento. Mando mensagem, apago. Mando de novo, apago. Desespero. Será cedo demais para isso? Não sei. Chuva. Me preocupo, mas ela é independente, conseguiu um guarda-chuva. E lá vai ela. Despedida. Choro meu, claro. Não quero que dê errado, mas se der tudo bem, para ela, claro, porque eu vou desabar. O importante é ela ser feliz, porque ela merece, ou ao menos fazer a escolha dela. No fim de tudo, amigo, a vida não é simples, nem sentimentos. No fim, somos escravos de nós mesmos e de nossas paixões. Vale a pena? Não sei. Talvez. Mas é certo que, a partir da tentativa, sempre surge um resultado, bom ou ruim. Espero que dessa vez seja bom.
Aqui estou eu, mais uma vez pensando em você, lembrando o quanto é doce o seu sorriso, o quanto é quentinho seu abraço e quão suave é sua voz, que entra em meus ouvidos.
Lembranças de sua imagem, de sua visita e de sua companhia. Cada vez que penso em você, o sorriso é espontâneo e instantâneo, involuntário e autêntico, aquele sorriso que só existe pra você e por você.
Ainda esperando o momento de estar com você durante todo um dia, sentido o seu abraço e o seu carinho, olhando o seu sorriso e ouvindo a sua doce voz, aquele jeitinho meigo, carinhoso e delicado que eu não consigo resistir.
Passa por aqui de vez em quando para lembrar do quanto eu amo você!
Saudades de você, meu amor!
Amanhã serei nada
Ó doce estrada
Como eu te sinto
Como eu te vivo
E já sinto saudades
Ó cheiro do passado e do destino
Acordo às noites
Com medo da morte e do não existir
Ó corpo que sente
E que ama
Que fala far-me-á existir
Tudo é pó, tudo é pó
Me resta esperar no Amor
Tudo é pó, tudo é pó
Só não o sonho que nos criou
Ó minha alma, como te sinto
Te desejo
Beijaria teus lábios com meu corpo,
Tu fora de mim, como vento
Ó tempo, o que serão de meus olhos?
O que tornar-se-á minha carne?
Para onde irá meu Eu...
Não quero fechar meus olhos
Para todo sempre
Eu preciso ver as estrelas de outro lugar
Céu, exista para sempre
Conosco sendo dois
De tua parte, quero ser apenas corpo corrente
Mas que eu possa amar, que eu possa criar
É minha a Tua vaidade
Pois me criaste, e eu criei a Ti
Para nós reparamos e nos adorarmos
Para além de qualquer tempo
Infinitas almas não o Amam um centésimo de como amo e conheço a Ti...
Não feche meus olhos para todos os mundos
Não cesse meu faro
Quero cheirar para sempre em Teus mundos
O perfume de Teu frescor
Acordo com medo da morte;
Miro-me no espelho
Meus olhos são os mesmos
Desde que criaste a mim...
Pele, minha pele... Como amo existir
Dói me viver, doce sofrimento nutrindo minha alma de prazer
Como é bom chorar te esperando
Dormir contigo sonhando
Acordar, e nas canções te sentir...
Amo sofrer temendo partir e não honrar-te
Em meus desígnios
Amo adorar-te em cada gesto
Vivo para alegrar-te
Enquanto me sorri...
De nada posso comprovar-te
Mas constato-o em meu sentir
Meu Pai, quero creditar-te
Quero creditar-te fora de mim
Poções de água, cheias de mágica
Que não se podem ver
Nada alcança-te
E Tu, em tudo estás
Te amo em cada ser
O temo em cada despedida
Doar-me-á nossa despedida
Para muito, muito, longe daqui
Onde não há sonhos
Nem corações como músicas a pulsar
Bombeando nosso sangue vermelho
Como Tua paixão a nos animar...
Tende piedade dos meus medos
Abraça meu mau
Proteja-me de mim e de meus sedentos instintos.
Tudo quero dar;
Tudo eu quero ter...
Tende compaixão da minha dor ao perder
Todos os dias para mim mesma...
Por sem razão eu arder
E adorar a loucura de me queimar
E repousar em Teus braços
Pois sei que sempre irá me perdoar
Me desculpe por abusar de Ti em meus sonhos e ideais de bençãos
Perder por confiar
Obrigada
"Primavera em Verso"
Desperta a terra em doce alarde,
com flores dançando em tom suave,
o vento canta, a vida arde
num verso leve que não se acabe.
Borboletas traçam no ar
desenhos livres de esperança,
o sol sorri só de espiar
o renascer da temperança.
Os campos vestem-se de cor,
os ramos brotam sonhos novos,
o tempo abranda sua dor
e pinta o céu com traços roxos.
Primavera, estação do peito,
onde tudo encontra jeito
de florescer sem ter receio —
até o amor, num simples beijo.
O cambuci é uma fruta, agridoce.
Doce e ácida.
Vida boa aperriada.
A gente se acostuma com a dor.
Na esperança de dias melhores.
Dias, semanas, meses.
Anos...
Agridoces. Pouco doce...
Uma vida ácida.
Até o tipicamente bom, é ruim.
O cambuci pesa em média 55 gramas.
A vida pesa mais que um cambuci.
Deseje ouvir sempre a voz de Deus através dos cristãos, antes que caia em ciladas por ouvir a doce voz do diabo, o qual não avisa que dá em caminhos do sofrimento, do fracasso, da separação e das inimizades.
Lance ao mar uma gota de suas lágrimas para que na sua mente permaneça uma doce lembrança quando vierem águas salgadas.
Fresta do Infinito
Sou verso solto na dobra do tempo,
Rasgando o silêncio com doce lamento,
Na dança da brisa que afaga o cimento,
Sonho acordado num breve momento.
Espelho quebrado reflete universo,
Em cada estilhaço um poema disperso,
O caos é harmônico, quase subverso,
No peito, um abismo de canto reverso.
E se eu for só fresta do infinito,
Luz que escapa, mesmo em grito aflito,
Me despeço do que nunca dito
E abraço o mundo no que acredito.
Carrego perguntas no bolso rasgado,
Respostas me fogem num tom disfarçado,
Sou verbo no cio, desejo alado,
Nas entrelinhas do não-declarado.
Faço da dor um bilhete encantado,
Do riso, um abrigo improvisado,
E sigo, ainda que despedaçado,
Com alma em festa e corpo cansado.
E se eu for só fresta do infinito,
Luz que escapa, mesmo em grito aflito,
Me despeço do que nunca dito
E abraço o mundo no que acredito.
Não me contenha em moldura ou muro,
Sou tempestade no traço mais puro,
Entre o delírio e o sonho mais duro,
Habita em mim o futuro inseguro.
No trapézio dos dias, me jogo sem medo,
Não por coragem, mas por segredo,
Porque viver é poema sem enredo
E amar… é se despir sem degredo.
E se eu for só fresta do infinito,
Deixa que a luz me tome por escrito,
Não peço paz, mas sim um conflito
Que me transforme em algo bonito.
As crises financeiras, a falta de água doce, o desemprego em massa, os crimes da língua e das mentes perversas, são consequências dos pecados de cada cidadão que têm ofendido a terra de Deus, causando aos próprios moradores a desgraça nacional por todos os cantos da nossa sociedade.
Bem, mal, luz, trevas amargo, doce, verdade, mentira, etc., continuam se misturando nas mentes daqueles que andam mais na carne do que no Espírito.
A riqueza de uma vida é a estrutura do meu amor que com as certezas segue a direção de um doce caminho.
Em um fluxo da paixão que permite olhares impactantes e sinceros que por fim se fez justo.
Esperando a transformação da solidão em um coração transbordante.
Aspirei teu doce perfume e revivi meus sentimentos que havia falecido e desacreditado pela frustração.
Olhei o brilho que reluz de seus olhos e me encantaram trazendo-me a esperança de volta ao meu coração.
Nossos pensamentos atravessaram a fronteira do amor com melodias e poesias de um poeta apaixonado que se fez em versos.
A suavidade de sua voz se faz á um horizonte eterno ao meu coração.
Uma palavra doce que provoca sentimentos ensandecidos e entrelaçam corações carentes que inflamam sedento de paixões.
Tua voz é como mel que adoça minha vida que se torna difícil de explicar, com um verdadeiro sentimento puro e belo que me aconchega no mais fundo dos carinhos.
Quero a beleza de uma flor para que eu possa extrair seu nécta e fixar em meu coração para todo o sempre.
Comprimia todo meu ar com a intensidade de um doce arpejo de sua voz em suspiros e múrmuros pedindo-me atenção em contemplá-la com um certo carinho.
Ainda que quase em gritos meu coração chama-te em silêncio profundo e desata seu véu que em mudez se faz inocente.
Sublime é sua áurea que revelaste o sentimento de mais puro encanto, pois com a supremacia do amor.
Linda manhã de céu ensolarada refina-me com a doce brisa do horizonte traga por um sentimento singelo e real que incendeia meu coração.
Tua imagem em meus pensamentos acaricia meu ego e entrelaçam meus sentidos.
Meus versos desatinam meus juízos e transforma-me em um eterno poeta apaixonado.
Eu aspirava você com intensidade e trazia teu perfume para meus pulmões que de tão doce me deliciei.
Você se mostra como escarlate a cor da paixão que me faz ensandecer por você.
Concedo-lhe á me levar ao infinito com suas pequenas asas e mostrar-me a felicidade de uma princesa.
Quando eu morrer, não chores tenha-me como uma lembrança doce em teu coração.
Pois estarei sempre presente envolvendo seu corpo com meu carinho singelo protegendo-a de qual quer que seja os obstáculos.
Em teu olhar sincero porem hesitante se esconde um sentimento doce e verdadeiro.
Chamando-me pelo meu nome e convidando-me a fixar-me em teus pensamentos.
Com tanto carinho desejos morar em você, pois você é meu chão e meu porto seguro minha força e meu ar que respiro.
Viver de amor é o que queremos em um tempo doce e perplexo que tenha maneiras e modos diferentes.
O amor se compartilha, pois não se ama sozinho devemos ter primeiramente um amor próprio.
Sua doce fala alimenta todo o meu ser e me faz ama – lá como uma preciosidade sagrada que consome meu coração.
