Dizeres de Amor
Entre humildes e soberbos. A mente sobre travesseiro baixinho, belos sonhos e sobre travesseiros bem altos, só pesadelos.
Eu por criatividade e rebeldia costumo inventar palavras, em português poético, sobre emoções que o meu coração sente e não existem.
Sobre a Guerra Santa, repetida por vários fanáticos desajustados. A guerra nunca pode ser santa pois não existe um santificado no mundo, que possa promover a dor, o flagelo e a morte. Seria mais apropriado, chamar de Guerra Insana, por que acima de nos, só existe um Deus, personificado por vida, misericórdia e amor nas diferentes culturas espalhadas pelo mundo.
“Que não nos faltem carinhos.
Que nos sobre paciência.
Que não nos falte esperança.
Que nos sobre amigos e que cheguem os novos.
Que não nos falte vontade de sorrir.
Que nos sobre alegria.
Que não nos falte a esperança.
Que nos falte egoísmo.
Que não nos falte boas surpresas.
Que nos falte a tristeza e dor.
Que não nos falte fé e amor.
Que nos sobre o poder de Deus em cada um de nós.”
Feliz natal com Amor e Paz!!!
—By Coelhinha
"É tempo de adoração a Deus Jehova. Pare de murmurar sobre sua vida, porque mesmo que você nao esteja vendo, o tempo todo Deus está pelejando por você. Busque a Deus e abra sua boca e dê glórias ao merecedor de todo louvor
Tenha uma semaninha completamente de vitórias sobre sua vida. Amém?"
—By Coelhinha
"Deixei a alguns anos atrás de dar ouvidos a tudo que dizem sobre mim. Muitas vezes as pessoas semeiam discórdia com sutileza de ajuda."
—By Coelhinha
Se nos indagarem sobre o que éramos, diremos que éramos a essência da completude, desprovidos de delírios e desvarios.
Éramos a totalidade um do outro, mesmo quando a compreensão nos escapava.
Conversamos por horas e sobre diversos assuntos, mas os detalhes das conversas escapam-me, pouco me recordo, só lembro-me
de como eu me sinto.
Sabe, gostar de alguém, no fim, é sobre se deixar ser possuído, como se render-se fosse a única coisa possível.
Aos momentos bons, aos momentos ruins.
Com a pessoa errada, cinqüenta minutos de solidão, dez minutos de alegria.
"Um dia direi o quanto te amei,
e falarei sobre a agonia que é
amar sem ser amada!"
Haredita Angel
13.06.14
Os meus olhos sobre ti são
as minhas silentes preces
De petição fervorosa à Irene,
para que perene tu retorne
Ao teu solo e [destino;
Inteiro, sólido e divino.
Estes versículos mundanos
são alaridos [discretos.
Que não te toquem os profanos!
Os meus reflexos poéticos são
os meus voos infinitos,
Eu te pertenço
com o espírito de [vinho,
Por tenho te deixado quietinho.
Estes versículos penetrantes
são versos de [paixão,
E batidas do meu coração!
Com fino gáudio eu te ofertei
à Atena para que te proteja
de todo o perigo
És o meu pecado atrevido;
Eu te quero [preservado
e de todo o Mal protegido.
Os grãos das areias formam:
O nosso castelo sobre a duna.
Os ventos do Norte roçam:
O rastro da Lua marfim.
A pele que o Sol aqueceu:
O amor ela floresceu.
Como a tua mão carinhosa,
Surgida na primavera rosa,
Feita de poesia íntima e corajosa;
Porque amar é ter coragem,
É viver a poesia da vida,
Iluminando tudo a toda hora...
As flores da duna me comovem,
Presas aos grãos das areias,
Lindas tiaras das sereias,
Balançam as pétalas como harpas,
Desse meu amor você não escapa,
E nem do meu verbo que te enlaça.
Sei de tudo um pouco:
- Sei estar entre elas.
Sei te esperar,
Sei te despertar,
Sei ser grão e duna,
Sei viver só, e ser tua
Entre as flores amarelas.
Sei o quê fazer e como fazer,
Dosar na medida certa,
Para assim você não me esquecer.
Sei e sempre sobre estar,
Com as correntes a meu favor,
Você irá me ter no oceano de amar.
As flores sobre o asfalto,
- suspiram
As emoções ao alto,
- inspiram
Multicores descrevem:
os amores secretos,
e os desejos indiscretos.
Em versos sinceros,
- imensuráveis
Não menos belos,
Censuráveis por uns,
- admiráveis
Por alguns...,
Curvados as boas letras
Para que não te esqueças.
Porque me descortinas,
Danço no meio da neblina,
Faço propositalmente rimas,
Canto de menina,
Bordado de senhora,
Cuidado de poetisa,
Passo de dançarina,
Sono de musa repousado
Desdobrado sobre as colinas.
Recolhe o tempo dentro de ti,
Brinca com o tempo adentro,
Recoste sobre o meu ombro
E deixe o corpo falar de tudo.
Retire entre nós as espumas,
Deixe que nasça todas as luas,
Entregue-se aos sons das ondas
Para tomares ciência e as contas.
'Inverne-se' para o verão chegar,
Recrie-se para a paixão balançar,
Liberte-se de tudo o que te prende
E deixe livre só aquilo que sente.
Desce a aura rosa do céu,
Dando sorriso ao mar,
O Sol doce como mel,
- Assim resolveu se entregar
Durante as baixas temperaturas,
Ele resolveu rimar-se com o mar,
Aberto as boas loucuras de amor
Remando no oceano de tanto amar.
Sobre a cadeira de vime,
Suavemente o xale russo,
Repousa certo e sublime,
Tal como um sono profundo.
Sobre o segredo de vidro,
Secretamente tu partiste,
Carinhosa tu deixaste-me,
Sonhando o teu regresso,
E cada pedaço tu repartiste.
Sobre a cadeira de vime,
Fortemente a saudade,
Bate forte e senta o peito,
Com a força da cavalaria
Reclama a tua falta - nostalgia.
Escrita sobre linhas de ouro,
Tranquila em curvas e retas,
Revista na valsa das horas,
Exata como ilhas e terras.
Intensas veias cor de rubi,
Mexendo com as intenções,
Serenas intenções por ti,
Extasiando as intenções.
Consignada rubra estrela,
Brilhante no firmamento,
Flórea e bem vermelha,
Fiel eleita pela beleza.
Comungada com os astros,
Seguindo os teus passos,
Vou vivendo a sua espera,
Só para viver nos teus braços.
Para uns sou o veneno,
Eu te inebrio,
Para outros o remédio,
Eu te acordo,
Sou o mais fino vinho,
Jardim acetinado e vero,
Carrego a grande espera
Do tamanho de tudo e do mundo,
A minha alma não cede, é sincera;
Posso vir até sofrer, mas não em vão;
Nasci para te entregar o meu coração.
Sou um ramo em flor
- sobre a pastagem -
Sobejamente tu me pegas
E coloca-me em destaque
Levando-me sob as tuas regras
É desse jeito que tu me carregas.
Dou um não ao que me afasta
- fujo da tempestade -
Serenamente tu me recebes
E sacia-me como a chuva
Mansa ao teu apelo,
É desse jeito que te recebo.
Vou ao teu encontro
Como a flor desabrochada,
Sedenta e paciente
Para que a chuva caia,
Alimentando a possibilidade
Da semente do amor ser fecundada.
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