Direito do Trabalho
Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).
O Eco da Voz Sincera
Falar torto e a direito sobre futilidades é fácil, mas falar o que realmente importa exige uma maturidade que poucos se dispõem a cultivar. O mundo já está cheio de ruídos vazios, de cobranças e de julgamentos que não levam a lugar nenhum. O que a alma humana verdadeiramente busca é o eco de uma voz sincera, que saiba dizer eu te amo com a gravidade e a leveza que essas palavras merecem. Que saibamos usar o dom da palavra não para erguer muros de indiferença, mas para tecer redes de afeto que sustentem uns aos outros quando o chão insistir em sumir
Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.
A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.
Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.
A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.
Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.
Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.
Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?
A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.
Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.
No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.
A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.
Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.
Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.
A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta
A liberdade de expressão é um direito humano fundamental que garante a todos a capacidade de manifestar pensamentos, ideias e críticas sem censura prévia, protegida por instrumentos como a Constituição brasileira (art. 5º) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Quando o crime, a justiça se torna uma tiraria, a verdade não é um direito, é uma obrigação...
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Todas os direitos reservados
do nome:
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Copyright
Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.
"A liberdade não é o direito de fazer o que queremos, mas a coragem de ser o que somos, mesmo quando o mundo pede que sejamos outro."
— Vivo em um país democrático e livre o bastante para ter o direito de não me posicionar politicamente!
—Sim, você tem esse direito e vive em um país livre porque muitos deram a cara a tapa, se posicionando bravamente para conquistar isso para você.
Quero da vida o que foi me dado por direito, o que me tirarem a própria vida se encarregará de me ressarcir.
O Direito e a Medicina parecem habitar mundos diferentes, mas compartilham a mesma essência. Um encontra pessoas quando a liberdade, a justiça ou a dignidade são colocadas à prova. O outro as encontra quando a saúde, a dor e a finitude se impõem. Em ambos, o verdadeiro objeto nunca foi o processo ou a doença. Sempre foi a pessoa.
Talvez seja por isso que nunca enxerguei o conhecimento como um acúmulo de títulos, mas como um encontro com vidas. Cada história confiada a mim amplia a minha própria compreensão do mundo. Cada dor compartilhada, cada conflito, cada esperança e cada recomeço me tornam um profissional melhor, mas, antes disso, me tornam mais humano.
Se há um sentido em tudo o que busco, ele não está apenas em conquistar. Está em compreender. Porque viver, para mim, nunca foi apenas existir. É permitir que cada vida que cruza o meu caminho deixe, silenciosamente, um pouco de si e leve, também, um pouco de mim. ⚖️⚕️
O Sagrado Direito de Não Querer
Há um momento na vida em que a maturidade nos convida a fazer as pazes com a nossa própria verdade, e foi exatamente essa intuição que hoje tocou a minha alma. Eu finalmente entendi o que eu não quero mais aceitar. Eu não quero mais rir sem vontade, fingindo uma alegria que o meu coração não sente apenas para manter as aparências. Eu não quero estar em lugares onde a minha presença não cabe, onde eu não sou vista de verdade ou onde claramente não querem que eu esteja. Recuso-me a compartilhar o meu tempo com pessoas que magoam, que não sentem a minha falta e que me dão a nítida sensação de que estar ao meu lado é uma espécie de favor. Eu não quero ir a lugar nenhum sem querer, arrastando os meus passos por obrigação ou permanecendo em espaços onde as pessoas só me aceitam por insistência minha. Dizer esses "nãos" para o mundo não é egoísmo; é um ato de sobrevivência espiritual. É escolher a honestidade de ser quem eu sou, reconhecer a minha própria importância e proteger o altar da minha paz interior.
A unção não nos dá direito de ser arrogantes.
A unção não levanta ninguém para ser maior que os outros.
Ela levanta pessoas para servirem melhor a Deus e às pessoas.
miriamleal
O Evangelho não nos dá o direito de controlar a porta da misericórdia; ele nos chama a anunciar que a porta continua aberta por causa de Jesus.
miriamleal
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