Direito do Trabalho

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Quem se acha no direito de julgar a saúde mental e as ideias dos outros precisa entender que o julgamento de Deus não falha; muda a tua postura e aprende a ser irmão antes que a vida te ensine pela dor.

O Salvador não te deu o direito de condenar as ideias ou a sensibilidade de ninguém; Ele te deu o mandamento de amar o teu próximo como a ti mesmo.

"Achar que está fazendo o bem não dá a ninguém o direito de diminuir, pisar ou invalidar os passos de outra pessoa."

VACINAÇÃO NÃO É OPÇÃO!
É obrigação do Estado!
É direito da população! É dever da sociedade!

Que toda criança tenha o direito de ser criança, de sorrir, brincar, aprender, sonhar e crescer cercada de amor.

⁠A Igreja costumava confessar seu pecado; agora confessa o seu direito.

Politicamente correto é dizer
Política mente direito

O Direito é o pilar mais íntegro, austero e belo da sociedade, assim como a Justiça é a sua prática mais ilibada. Vergonha é o profissional sério precisar de coragem só para fazer o próprio trabalho, enquanto o sistema corrompido ameaça a lei para proteger o interesse dos poderosos.

A inclusão do autista na sociedade é um direito adquirido pela própria lei da vida, que por sabedoria nos faz diferentes. A educação especial na pedagogia integral, com mestres capacitados em ouvir, ver e aprender novas comunicações, caso a caso, é uma oportunidade profissional impar. Tudo dentro dos multiversos sensível e verdadeiro do autista é uma dadiva para nos tornarmos mais amorosos e humanos. O privilegio é sempre nosso de reaprendermos a existir mais, realinharmos nossos caminhos em prol da verdade com os especiais puros de coração.

Via de regra em uma sociedade politica democrática madura, o direito e privilégios dos mais poderosos devem serem os mesmos e terem a mesma paridade, para todos aqueles que sejam muito humildes ou façam parte dos grandes grupos de invisíveis.

O que as novas gerações em pleno século XXI, ainda não entenderam direito, por conta até do sistema sociopolítico que informa errado, é que a verdadeira liberdade cobra uma maior responsabilidade perante as escolhas. De certa forma a maioria dos jovens de hoje, vivem sem existirem, sem optar dignamente pela maturidade e autoridade devendo assim ficarem subtendentes e compostos só aos seus grupos.

No Rio de Janeiro parece que sempre é fevereiro. Com direito a samba enredo, muita festa de alegorias, nos contos de carnaval. Os velhacos políticos de camarote, bebendo champanhe entre modelos televisivas e o povo carioca, estes sim ficam espremidos no meio lugar das arquibancadas, comendo pão dormido com sardinha em lata ou mortadela, entre os aplausos efusivos do tudo de absurdo que vai passar.

Ande direito na linha da luz para não ser morto ou aleijado espiritualmente, senão o trem pega nas trevas.

Eu pensei muito se deveria escrever isso.


Talvez eu nem tenha o direito de esperar que você queira ouvir alguma coisa de mim depois da forma como agi, mas existe algo que eu gostaria de te dizer, independentemente de qualquer coisa que aconteça daqui para frente.


Eu sinto muito.


Sinto muito pela maneira como te tratei naquele momento em que você decidiu se abrir comigo. Você estava sendo vulnerável, confiando em mim para mostrar uma parte sua, e, em vez de te acolher, eu fui frio, grosseiro e arrogante.


Quando você precisava de alguém que simplesmente estivesse ali para te ouvir, eu respondi como se aquilo fosse um problema que você tivesse colocado nas minhas mãos para eu resolver. Hoje eu consigo perceber o quanto isso foi injusto com você.


Eu disse que aquilo era um problema que apenas você poderia resolver. Talvez exista alguma verdade nisso, porque ninguém pode viver a vida de outra pessoa ou resolver seus problemas por ela. Mas eu usei uma verdade como uma forma de me afastar de você naquele momento.


Eu confundi não ser responsável pelos seus problemas com não precisar ser responsável pela maneira como eu te tratava enquanto você falava deles.


E eu estava errado.


Você não estava necessariamente me pedindo uma solução. Talvez só estivesse procurando um pouco de compreensão, um lugar seguro para falar, alguém que dissesse: "Eu estou aqui. Pode falar."


E eu não fui essa pessoa.


O que aconteceu antes explica algumas das minhas reações, mas não torna justo aquilo que fiz com você. Você não era aquela pessoa. Você não merecia receber de mim o peso de uma história que não era sua.


E talvez essa seja uma das coisas mais importantes que eu aprendi com tudo isso.


Eu percebi que posso me importar profundamente com alguém sem carregar os problemas dessa pessoa. Posso ouvir sem tentar consertar. Posso acolher sem assumir responsabilidades que não são minhas. Posso estabelecer limites sem precisar ser frio.


E, principalmente, posso escolher ser gentil mesmo quando alguma coisa dentro de mim está com medo de se machucar novamente.


Eu queria ter entendido isso naquele momento. Queria ter respondido diferente. Queria ter olhado para você e percebido que, naquele instante, você não precisava de uma resposta perfeita.


Você precisava apenas ser ouvida.


E eu sinto muito por não ter percebido.


Também quero te dizer uma coisa sobre você.


Nós nos conhecemos pouco, e justamente por isso eu não quero fingir que conheço toda a sua história ou colocar sobre você sentimentos e expectativas que talvez não correspondam à realidade. Mas o pouco que conheci foi suficiente para perceber que havia algo muito especial em você.


A maneira como você se abriu comigo, a sua sensibilidade e a confiança que teve para mostrar uma parte vulnerável de si foram coisas que ficaram comigo.


Talvez seja por isso que tudo tenha me atingido tanto depois.


Eu fiquei pensando no que poderia ter acontecido se eu tivesse sido diferente naquele momento. Pensei em como seria continuar te conhecendo, descobrir suas pequenas manias, suas histórias, as coisas que te fazem rir, os seus sonhos, os seus medos.


Minha cabeça chegou até a imaginar futuros que nunca existiram.


Mas eu também percebi que não quero transformar uma possibilidade em uma certeza que nunca tivemos.


Você foi alguém que eu tive a oportunidade de conhecer, e talvez essa oportunidade tenha terminado ali.Talvez não, eu não sei.


E, pela primeira vez, acho que consigo aceitar que não cabe a mim decidir isso.


Se algum dia você quiser me perdoar, eu vou ficar feliz. Se algum dia quiser conversar comigo novamente, eu vou receber isso com carinho.


Estou escrevendo porque você merecia um pedido de desculpas que eu não fui capaz de te dar naquele momento.


E porque eu precisava reconhecer, para mim mesmo, que eu errei.


Eu não sei se algum dia você vai conhecer uma versão diferente de mim.


Mas eu espero que, independentemente de você estar ou não na minha vida, eu consiga me tornar essa pessoa.


Uma pessoa que sabe ouvir.


Que sabe acolher.


Que sabe colocar limites sem machucar.


Que não foge da vulnerabilidade.


Que não transforma medo em arrogância.


E que, quando perceber que machucou alguém, tenha coragem suficiente para admitir.


Eu gostaria muito que as circunstâncias tivessem sido diferentes entre nós.


Mas, se essa for a única coisa que ficou dessa história, espero que pelo menos tenha servido para me ensinar algo que eu precisava aprender.


Obrigado por ter confiado em mim naquele momento, mesmo que eu não tenha sabido honrar essa confiança.


E me desculpa por ter feito você se sentir menos acolhida justamente quando estava tentando se mostrar para mim.


E, se algum dia nossos caminhos se encontrarem novamente, espero poder te encontrar sendo uma versão melhor de mim.

Toda criança tem direito a uma vida digna e a uma formação cultural e social coerente com sua faixa etária.

No Direito, todos os caminhos levam à justiça ou à injustiça. Não há porta que não possa ser aberta; no entanto, é preciso saber em qual bater e como fazê-la abrir. Escolhas erradas podem custar caro.

O escravo açoitado quando se torna capitão do mato se sente no direito de açoitar seus irmãos ...

⁠"O direito dita a regra do agora, mas é a filosofia que julga se o agora é justo."

A Fronteira da Ordem


O Direito, em sua essência, é a tentativa humana de engarrafar a moralidade. Ele cria diques, constrói muros e traça linhas no chão para que a convivência não transborde para o caos.


No entanto, a lei sem o questionamento filosófico é apenas força bruta institucionalizada.


A filosofia atua como a água que testa as rachaduras desses diques. Enquanto o jurista pergunta "isso é legal?", o filósofo exige saber "isso é certo?".


A verdadeira justiça não nasce no momento em que a regra é aplicada rigidamente, mas no espaço onde ela aceita ser desafiada pela sabedoria.

Cada um guarda o seu próprio sonho e o direito de torná-lo real — é dessa linda diversidade que se faz a magia da vida."