Dinheiro X Felicidade
"Amor nos traz felicidade
Raiva nos traz tristeza,
mas Indiferença adoece
o corpo e destroça a alma"
A Felicidade
Vai nessa tua força vencedora!
E também tua coragem mostra!
Ao serviço dos outros, tu lutadora!
Princesa do povo és e donzela.
Vai possui o mar e a sua costa.
Vai às serras dos Montes altos...
Dar o teu socorro e aos planaltos.
Faz com que brilhem os campos.
E o mar seja azul sempre.
E haja então tantos cânticos...
De aves lindas e tantas.
Que também dançam em todo o tempo.
E cantam suavemente canções...
Do princípio dos tempos.
Tempos de lindas emoções.
Sem perturbações nem descontentamentos.
E faz com que os humanos...
Sejam felizes neste tempo.
Para que voltem ao caminho da paz.
Faz isso, pois tu és capaz!
Dedicado a Ana Antunes que está nos bombeiros de Albufeira
A Mola
O amor protege o homem na sociedade,
é a mola da felicidade da humanidade.
Se todos amarem ao seu próximo bem,
não haverá falta alguma em ninguém.
Se fores amado, o teu semelhante,
está contigo, ao lado constantemente.
Se amares o teu amigo em verdade,
lhe darás a sua própria felicidade.
Amai de tal modo, que se produza um mundo,
onde existe a verdadeira vida, no existir!...
Um gozo em viver, sem ser nada imundo.
Viver é uma sensação de liberdade,
não há nenhum peso no sentir!
Vivamos por toda a eternidade!
Poderes oponentes
Felicidade não é algo sempre visível na vida do crente. Aliás felicidade na vida de uma pessoa salva e com uma missão, poucas vezes acontece. Aquele que tem uma missão, por vezes tem fortes ataques dos oponentes à caminhada dele. Se ele ou ela tem a verdade de Deus a cumprir, será sempre perseguido por outros ou pelos poderes das trevas!
Gritos de Felicidade
(O Clichê não Basta)
Lembro-me do pátio, da sala, da praça;
Recordo-me da biblioteca, do teatro,
Do parque e Dela.
Imagino seus risos, gestos,
Comentários sem sentido,
Imortais em minha lembrança.
Ouço gritos na cozinha e pra lá do muro,
Querem dizer algo,
Não quero entender o que dizem.
Houve um período
Em que gritos me faziam tão bem,
Precisava deles, esperava por eles,
Me preenchiam.
Gritos de felicidade.
Uma das melhores sensações
Das quais podemos provar.
Gritando qualquer coisa,
Para que todos nos ouçam;
Eles, os outros nos ouçam.
Saborear e sorver nossas vidas.
Encher os pulmões de oxigênio,
Desatar qualquer forma de medo,
Com relação a mais sincera expressão,
Num sopro que nos proporciona existência.
Fiquem paralisados,
Endurecidos, emudecidos e chocados,
Sem reação com tal atitude impensada.
Somos muito pouco espontâneos,
Penso que esse seja nosso grande pecado.
É nisto que acredito.
Vivemos acurralados por nós
E isso também não é novidade.
Não se resume ao que fizeram e fazem,
Mas ao que nós fizemos e fazemos;
Muito já foi dito a esse respeito,
Esse comentário é apenas mais um plágio,
De toda cópia produzida e reproduzida do restante.
Mas é assim, precisamos apenas do clichê,
Para continuarmos.
As demais características
Não passam de adereços.
Gritos de felicidade.
Uma das melhores sensações
Das quais podemos provar.
Gritando qualquer coisa,
Para que todos nos ouçam;
Eles, os outros nos ouçam.
Pois o clichê, nem sempre basta ou bastará.
Não há Felicidade sem Liberdade, não há Liberdade sem Educação, não há Educação sem Igualdade, não há Igualdade sem Justiça Social.
Interditado para Reparos
nosso medo
da felicidade,
surge de querermos
que ela dure para sempre.
mas nem o ontem
e nem o amanhã
nos pertence,
nós só temos o agora,
o único presente
que recebemos.
quando passamos
a entender isso
um pouco melhor,
os instantes efêmeros,
que estão prestes
a dissolver,
se tornam nossos
para sempre.
a vida
é uma despedida
constante,
para que novos
começos
aconteçam.
para que partos
ocorram,
é inevitável
ter que partir,
inevitável
ter que apartar.
partir de um útero,
de uma infância,
da inocência.
apartar uma tristeza,
apaziguar uma alma,
apertar um amor e deixá-lo partir.
mas aquelas
olhadelas
com que ela me atingia,
eram as maiores
manifestações naturais,
já registradas
por qualquer escala.
(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/23)
Se você escutar,
sons de gargalhadas.
É muito difícil;
o som das risadas,
serem de felicidade.
Os seres humanos,
por causa, dos defeitos;
dos pecados;
da corrupção,
tem maldade.
Na maioria,
dos casos são:
Fofoqueiros(as);
invejosos(as);
zombadores(as);
escarnecedores(as),
que escarnecem.
Com sorrisos.
Festejando, os seus defeitos.
Acham graça,
com a sua desgraça.
Risos, dos maldizentes.
Quando você tropeça,
aparece as alegrias.
Deles, e delas.
99% de qualidades,
e 1% de defeito.
99% são desprezados.
1% toda a atenção.
Erros;
chamam atenção,
das pessoas. Plural.
Acertos,
aparece a inveja.
A fofoca. O ódio. A raiva.
A vontade, de ver erros.
O seu passado,
é comentado no presente.
Escarnecer, zombar.
Maldizer alguém.
Um riso, sem felicidade.
No interior, existe: tristeza, vingança.
Pensa que está fazendo,
contra a outra pessoa;
está fazendo, contra si mesmo.
Em vez de ter resentimento, perdoa.
Já dizia a psicóloga: felicidade e dor caminham juntos! Cheguei a uma conclusão de que não existe felicidade sem dor. O mundo e a sociedade pedem que sejamos felizes sem sentir dor. Vivemos na era da positividade tóxica. A positividade da felicidade reprime a negatividade da dor. A medicina está aí para anestesiar a dor. Cada dia mais estamos intolerantes à dor e a evitamos a qualquer custo. A sociedade não dá voz a dor. Álcool, drogas, comida, mídias sociais, jogos, smartphones, livros de autoajuda, palestras motivacionais, filmes e seriados, consumismo e festas atuam como “anestésicos”. Dizem que cada um deve procurar a própria felicidade e, assim, ela se tornará privada. Não existe mais o sentimento de pertencimento e de viver por algo maior que nós mesmos.
A felicidade é mais que a soma dos sentimentos positivos. Quem não é receptivo à dor se fecha à felicidade. Se perdeu a arte de sofrer a dor, se perdeu também a felicidade. Quanto mais nego ou evito a dor, mais infeliz me torno. A aceitação da dor é a grande questão. Encontrar a felicidade na dor. Quem vive o luto sabe o quanto caminham juntos: felicidade e dor. A terapia coloca a dor em palavras e a aproxima da felicidade.Mais feliz se torna aquele que, na terapia, consegue narrar a sua dor. Descodifica a dor. Vivemos em uma sociedade com crescente solidão. Não enxergamos mais o outro. Há ausência de vínculo. É mais fácil bloquear, não aceitar amizade ou excluir nas redes sociais, do que encarar e falar o que incomoda. Rompe-se laços no lugar de reatar. Relações líquidas, superficiais e distantes, em que impera a individualidade. Tudo o que é verdadeiro dói. As separações doem, as despedidas doem e a rejeição dói. As separações só doem porque os vínculos foram verdadeiros e havia amor; onde dois se tornaram UM. Dor é vínculo. Quem recusa toda forma de dor é incapaz de formar vínculos. Sem dor, nos tornamos apáticos. Hoje não se narra mais a dor, se canta no bar da esquina para enganá-la com belas palavras e fundo musical. A negatividade da dor impede a felicidade. Só quando você aceitar a dor, poderá ser feliz!
“Muitos confundem prazer imediato com felicidade. Os prazeres imediatos servem para anestesiar a dor e o sofrimento, o que leva ao vício em dopamina. A verdadeira felicidade não está relacionada aos prazeres imediatos, nem as coisas externas, ela é um estado de espírito e está relacionada com os nossos valores.”
“No presente, onde a mente se aquieta e o coração se abre, encontro a paz e a felicidade que sempre busquei.”
