Dilacerado
Tudo dilacerado, amigos e parentes...
Tudo dado para isso, um enigma sem fim
Minha carne desgastada, meu coração rasgado, minha mente, minhas memórias, perdidos...
Enquanto vago, frio e sem sentimentos
Agora, para onde minha mãe, minha chama?
E ao longo das espirais de luz, a vida que eu desejava?
É melhor ter o coração dilacerado por uma dura verdade do que envolvido por uma confortável mentira.
Não posso dizer que não a amo
E não posso fingir que o meu coração está dilacerado
Apenas tenho que lhe ver indo embora nesse horizonte
Se for mais fácil dizer do que fazer, então alguém me diga por quê
Você está indo agora
Não posso encontrar palavras para dizer adeus
Eu poderia pedir-lhe que me desculpe
E espero que me entenda agora
Que ele irá fazer com outro alguém
Tudo o que planejamos
Eu prefiro que ele ouça a verdade
Do que machucá-lo com uma mentira
Então eu tentei
M as não posso encontrar palavras para dizer adeus
Mas hoje eu sei que tenho que ir
Não há outra maneira
Mas eu não posso dizer adeus
Se eu lhe dissesse "até logo"
Então eu estaria errado
Porque essa voz interior está me conduzindo
Para encontrar quem eu sou
Eu sei que devo deixá-lo agora
Mas toda vez que eu tento
Não sei o por que
Não posso encontrar palavras para dizer adeus.
Eu chorei, chorei porque não tinha o que fazer. A carne estava podre, o coração dilacerado e a alma perdida entre o céu e o inferno.
Eu vejo o poder que emana a política sendo dilacerado em saltos do subconsciente, cujos adentram as vísceras entrelaçadas nas entranhas do comunismo.
Realizar despesas para a satisfação de um povo dilacerado pela pobreza, implica, tão somente, ter a capacidade de sentir o mínimo possível, o sofrimento que assola a vida de quem pretende ver o pão na mesa para alimentar os seus filhos.
Ecos
O que eu sentia por você?
Um eco vazio, um amor dilacerado,
Troca constante, como sombra em dia nublado
A confiança se esvaiu, um sonho desfeito.
Anos passaram sem um gesto sincero
Palavras que brotavam de meu ser como flores,
Você só repetia, ecoando meus temores
Nada partia de você, apenas um silêncio severo.
Competíamos em uma dança cruel
Eu não queria vencer, só queria amar.
Vi seus erros se acumulando em um painel
Mas a cegueira do amor me fez hesitar.
Preferi desistir da vida a sentir a dor profunda,
Machucando-me fisicamente para calar a mente.
Você nunca viu as lágrimas que o peito afunda,
Desconhecendo o abismo em que eu me fazia ausente.
Sentimental por dentro, chorava em segredo,
Temia aborrecer-te com minha fragilidade.
Transformava sua vida em risos e enredo,
Amendoim e vinho — nossa falsa felicidade.
Acreditava que ter você perto era melhor,
Sofrendo na companhia da sua indiferença.
Esperava que você fosse meu alvorecer,
Mas no fim percebi que era só uma crença.
Na última volta que nos encontramos,
Me tornei sua sombra — briga e grito.
Um espelho da dor que juntos formamos,
Entregando-me inteira a um amor tão aflito.
Agora carrego as marcas desse amor sombrio,
Um fardo pesado que não sei como soltar.
E mesmo perdida em meio ao vazio,
Espero um dia encontrar o caminho para amar.
Já me senti agudamente infeliz dilacerado pelo sofrimento mas apesar de tudo ainda sei com absoluta certeza, que estar vivo é sensacional.
"Meu coração já foi blindado, incansável, indomável, agora
tá dilacerado com um grande espaço, precisando de reparo."
*Um coração*
Um coração dilacerado
Carrega um legado
De tudo que viveu no passado
Esteve várias vezes sobrecarregado
Um coração machucado
Poderá não cicatrizar
Com tudo que sente
Está sempre a sangrar
Um coração magoado
Pensa a todo momento
Que ja foi apaixonado
E, hoje, se quer é lembrado!
Um coração solitário
É sempre apartidário
E se não se cuidar
Pode se tornar sedentário
Talvez, seja esse o calvário!
Sabe a sensação de impotência? De ser inferior e nunca encontrar alguém que te aceite? É dilaceradora e destrói aos poucos…
"Só tem coragem de ferir o coração de alguém, aquele que nunca teve seu coração dilacerado pela dor."
Não importa por onde andamos, quantas vezes tropeçamos, quantas vezes caímos e por vezes dilacerados levantamos. Se o final valer a pena, o caminho percorrido para chegar lá.... Não importa.
Meu coração dilacerado foi dilacerado e dilacerado novamente. E eu não deixo de amar e eu amo, e eu amo loucamente.
Não ofereça aquilo que não pode dar, pois promessas vazias deixam corações e sentimentos dilacerados.
No derradeiro ato desta peça de amor dilacerado, sinto-me compelido a carregar o fardo de uma culpa que jamais foi minha, enquanto sou forçado a representar o papel do cruel nesta tragédia que nos consome.
Dançarei com as palavras que você não quer ouvir, lançando-as ao vento, pois sei que meus lamentos jamais alcançarão o abismo do seu coração partido, que insiste em culpar-me por males que não semeei e se iludir com a ideia de que me esquecer algum dia te trará a paz.
Você trouxe consigo as sombras do passado, e suas feridas, ainda abertas, encontraram em mim um leito para sangrar.
Culpe-me, e depois esconda-se atrás da máscara do orgulho, convencendo-se de que este foi o destino ideal, enquanto sufoca o amor que ainda teimo em oferecer.
Seguiremos ambos por caminhos destintos, até que chegue a velhice e a névoa da morte desçam sobre nós. Seremos levados pelo tempo, e o seu ego será dissipado pela brisa do esquecimento.
Não restará sequer uma sombra do que um dia foi o nosso amor.
Mas para onde irá o seu orgulho quando seus olhos se fecharem pela última vez?
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