Dialogar

Cerca de 242 frases e pensamentos: Dialogar

“A Medicina Chinesa não precisa negar a ciência para permanecer bela; precisa dialogar com ela para permanecer segura.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Conversar com Deus é dialogar com o íntimo; constitui parte preponderante de nossa fé.

As lágrimas são a tradução visceral que a solidão utiliza para dialogar com a nossa verdade nua.

​"Dialogar com você é um raro encontro com a escuta."


Marilene Mesquita

A esposa deve de ser como uma boa amiga do marido, o fazendo sentir-se bem e confortável em dialogar sobre seu dia a dia como se fossem bons amigos...
Mas também sempre lembrando que nem todos os seus amigos são seus melhores confidentes, por isso pense bem o que vai falar com ela.

⁠Para quem não quer
dialogar com o mundo,
ele não é pequeno
e tampouco redondo.

Haya paz no palácio
para tentar reaver
o diálogo franco com
quem deu de ombros
ao mar para os povos.

Ainda há quem faça
o mau uso da palavra
querendo transformar
o quê é tão simples
no regresso da Era
da bala de canhão.

Porque para entender
o quê é o mar para
a Bolívia ele alcança
além da soberania,
é para evitar que ele
seja loteado entre
sete famílias,
e para que se
torne o patrimônio
dos filhos dos povos.

As guerras começam onde os diálogos terminam, nunca pare de dialogar..

Tentamos dialogar com a flora — mas as plantas são mudas.

Enquanto o preconceito dialogar com o ódio, a mentira acalentará a verdade no sono dos justos.

Ser doutor é dominar o marco teórico, mas também saber dialogar com a realidade empírica.

"Quem persevera aprende a dialogar com o próprio cansaço sem obedecer a ele."

Sabedoria, está na capacidade de Dialogar.⁠

Diante do ruído do julgamento humano, recolhi-me no silêncio da Tua Verdade Imutável. Dialogar contigo, ó Criador, em vez de responder às criaturas, restaurou o meu ser.

“Confissão da Alma”

Escrever é dialogar comigo,
conceder audiência ao murmúrio
que ecoa nas câmaras recônditas do ser.
Cada palavra grafada
confissão sussurrada,
revelação que atravessa camadas,
alcança os estratos onde habitam
as verdades não ditas.
No ato de escrever,
liturgia de cura se instaura,
ritual de reconciliação
com os fantasmas do pretérito.
A caneta, bisturi delicado,
incide sobre feridas antigas,
liberta o tempo aprisionado nas cicatrizes,
permite que respire, que se dissipe.
O papel acolhe
o que a memória guardou em silêncio,
oferece refúgio às dores
que se recusaram a ser esquecidas.
Neste exercício de transcrição da alma,
o autoconhecimento se revela.
As palavras não apenas descrevem
elas nos descobrem.
Cada frase tecida,
espelho límpido
onde nos contemplamos
sem máscaras, sem subterfúgios.
Na escrita somos
o confidente e o confessor,
aquele que escuta
e aquele que é escutado,
simbiose que dissolve
a solidão essencial do existir.
O que jaz nos recantos invisíveis
emerge através da tinta,
ganha substância,
torna-se tangível.
E assim, no papel,
nos encontramos mais inteiros,
mais verdadeiros,
mais profundamente compreendidos
por nós mesmos.
A escrita é mais que expressão
é revelação,
é epifania,
é o encontro primordial
com aquele que sempre fomos,
mas que só agora,
através das palavras,
podemos verdadeiramente reconhecer.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

2419 📜 "Não é fácil dialogar com quem contesta fatos ocorridos hoje ou ontem, mas se recusa a contestar o que ocorreu há mais de 2 mil anos. Isso também é oqmetoca... oqmetoca.top !"

O ato de dialogar é sublime para nós seres racionais, quem consegue usufruir do mesmo, está pronto para liderar.

Inserida por MarinaAmanda

Dialogar é diferente de brigar!Dificilmente pode acontecer um diálogo, entre pessoas que se colocam terminantemente como adversárias, ou ainda, como donas absolutas da verdade e da razão....

Inserida por mafrancisquini

Sem dialogar com a loucura... Afogue a tentação na mente e não mais precise respirar. Sem dialogar.

Inserida por poesianomundo