Dezoito anos

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Saudade de você minha menina, menina arteira, que em dezoito anos...viveu a vida como ninguém. Más e agora o que eu sua mãe farei sem você. Como assim...não irá partilhar a vida comigo? Me sinto perdida, sem chão...só pensando como você estará e como eu, seu pai e seu irmão vamos ficar sem você, nesse mundo de tantas incertezas e cruel...pois isso que estamos passando aqui nessa Terra é cruel, ficar sem você é muito cruel. Dor que não cessa, dia após dia, a dor de você não estar mais aqui conosco. Te amoooo Lá!❤❤❤❤❤❤

Lembrando do meu aniversário de dezoito anos, foi um sonho.
Meu pai humilde e sem condição me preparou uma festa. Usei um vestido belíssimo confeccionado por minha mãe de modo artesanal que teve muito cuidado nos detalhes.
Um vestido azul com bolinhas pretas, acinturado, frente única (modelito Marilyn)....
Convidados?
Ahhh os convidados!
Todos familiares, avó, tios, primos amigos de tios e primos.
Amigos de ônibus.
Amigos do bairro.
Nunca esquecerei dessa noite.
Eram muitos convidados.
Tinha até seguranças na entrada da chácara que morávamos.
Todos ajudaram.
Ganhei o bolo, as unhas, o cabelo.
O vestido com o perfeccionismo de mãe.
Ganhei o som do tio e o DJ era meu pai... Lindo!!
A companhia de todas essas pessoas tão importantes pra mim, foi um presente de Deus e nunca tive a oportunidade de agradecer tudo o que fizeram.
Algumas já partiram pra um novo plano e com elas meu pai, o organizador das festas em casa.
Alegria e diversão era ali no sítio que o
Sr Nestor morava, assim era conhecido.
Um espetáculo. O último espetáculo!!
Um mundo mágico.
E ainda vejo Magia em tudo.
Magia que aprendi tão bem e venho trazendo comigo.
Uma magia chamada AMOR

Virgiana, teimosa, e com uma loucura misturada em desespero. Meus dezoito anos são esses. Não sei o que eu espero dessa minha nova fase. Talvez um amor novo, ou mais paciência para lutar por aquilo que eu sempre quis. Na verdade, não tenho mais paciência para ficar sofrendo. Não tenho mais paciência para confrontar com pessoas e até mesmo dar a volta por cima.

Inserida por LaylaPeres

⁠DEZOITO ANOS
Vejo-te...
E nos teus olhos o repente avermelhar do meu rosto. Despi-te..., enquanto observo as tuas sombras e tuas luzes ao sol. E sinto lentamente a minha mão procurar a tua pele. Seguir com os dedos os teus caminhos... alcançar as estrelas.
Fechar ainda os olhos e abri-los de novo em um beijo de cílios.
Sentir e sentir de novo e a cada instante, sentir maravilhas. Depois fundir-se um corpo no outro com o nosso calor, e saborear o gemido...para depois chamá-lo Amor. E finalmente explodir com o que somos “ NÒS” agora, Deixar nú o ser que dentro de nós está recluso, naquele instante especial em que também o “EU” é ele mesmo.

Inserida por Fastefani

⁠Aos dezoito anos, percebo que a passagem do tempo me afeta de maneira peculiar. Uma sensação de transitoriedade invade meu ser, levando-me a contemplar a minha efemeridade. Embora a vida esteja apenas começando, a consciência de que um dia deixarei este mundo é um pensamento que me acompanha. Não compreendo completamente a origem desse sentimento, mas ele se revela como uma inquietação profunda.

Se, por ventura, a minha existência se extinguir, desejo que aqueles que me cercam continuem a viver, guiados por um princípio de respeito às questões éticas e morais que fundamentam a dignidade humana. Que suas ações sejam sempre orientadas pelo imperativo categórico, buscando tratar o outro como um fim em si mesmo e não meramente como um meio. Neste sentido, a vida deve ser vivida em conformidade com os preceitos da razão e da moralidade, honrando assim a essência da humanidade que nos une.

Vitor Ferreira de Paula,2024

Inserida por VitorFerreiradePaula

I R O N I A
conto

Geane era uma linda universitária, dezoito anos, filha de um bem-sucedido empresário da cidade do Rio de Janeiro.

Cursava psicologia em uma conceituada universidade e divertia-se em analisar o comportamento das pessoas, esnobando-as, na medida do possível.

Tinha várias amigas e sobressaia-se às mesmas, não só pela sua indiscutível beleza, mas sobretudo pela espontaneidade e simpatia.

Com esses atributos, não seria difícil imaginar sua facilidade em conseguir admiradores e eventuais namorados.

Gostava, principalmente, de brincar com o sentimento dos rapazes.

Seduzia-os e, pouco tempo depois, dispensava-os com a maior naturalidade.

Naquela tarde ensolarada, no Leblon, Geane conhecera um belo rapaz.

Diferente dos demais, que a lisonjeavam em excesso, despertando lhe rapidamente o desinterêsse; Roberto era sério, falava pouco, e não manifestava qualquer interesse por futilidades.

Dentro de poucos dias, após alguns encontros e telefonemas, começaram a namorar.

Mesmo estando entusiasmada com Roberto, Geane não perdera sua obsessão por sentir-se dona da situação, e insinuou que gostaria de ir com ele a um Motel.

Escolheram um Motel de luxo. Cada um foi em seu carro.

Entre carícias e beijos, Roberto insistia no uso de preservativo, justificando ser mais seguro para ambos, ao que ela retrucava:

---- Eu confio em você! Não precisa usar preservativo. Se você insistir nisso, vou pensar que não confia em mim.

---- Eu insisto, por ser mais seguro, Geane. Você é uma garota inteligente, deveria saber disso...

---- Com preservativo, não quero! Retorquiu Geane.

Depois de tanta insistência e já completamente excitado, Roberto cedeu.

Após exaustiva noite de amor, ambos adormeceram.

No outro dia, ao acordar, Roberto viu-se sozinho na cama.

Levantou-se, vestiu-se e, ainda sem entender direito o que havia acontecido, foi até o banheiro.

Foi grande sua surpresa ao olhar para o espelho e ver escrito com batom: "ESTOU COM AIDS, ROBERTO! ATÉ NUNCA MAIS! "

Roberto interfonou a portaria, pediu a conta, e soube pela recepção, que esta já havia sido paga pela garota.

Ele entrou em seu carro, e foi-se embora.

No dia seguinte, Geane contou a todas as amigas o que fizera, vangloriando-se, por ter feito mais um rapaz de idiota.

Vários dias passaram-se e Roberto não mais foi visto por ninguém.

Geane, que até então se divertira com o desaparecimento do rapaz, passou a sentir-se preocupada com sua prolongada ausência.

Resolveu, então, telefonar-lhe.

Uma tia de Roberto atendeu ao telefone.

---- Alô! Aqui é a Geane. Gostaria de falar com o Roberto. Ele está ?

---- Sinto muito mas você não o encontrará mais.

---- Mas por que ? Ele viajou ? Será que está com raiva de mim ?

---- Roberto morreu ontem ! Suicidou-se !

Completamente estarrecida, Geane perguntou:

---- Mas por que ele fez isso ? Ele tinha algum problema ? Deixou uma carta ?

---- Sim ! Ele havia contraido AIDS há mais ou menos um ano, e deixou uma carta dizendo que já não suportava mais enfrentar a luta contra essa terrível doença, pobre rapaz...

Inserida por luanvita

Dezoito anos de praia e não aprendi a nadar.

Inserida por felypinho

⁠Vida adulta
Em terras distantes, sob o sol ardente,
Um jovem de dezoito anos, coração valente,
Deixou para trás o lar, a família querida,
Em busca de trabalho, a jornada sentida.
A cidade natal, com sonhos e memórias,
Ficou para trás, em lembranças e histórias,
A fazenda imensa, um novo desafio,
Longe da alegria, em meio ao trabalho rio.
Os pensamentos ruins, como sombras que rondam,
A saudade da família, ferida que não cicatriza,
Datas comemorativas, um vazio profundo,
Longe da diversão, em silêncio e sofrimento.
Mas a força interior, não se deixa abater,
A vontade de vencer, não se deixa quebrar,
Com passos firmes, segue em frente sem desistir,
Um futuro melhor, eu vou conseguir.
A distância física, não diminui o amor,
A ligação familiar, sempre será maior,
Em cada amanhecer, uma nova esperança,
Em cada estrela que brilha, uma doce lembrança.

Inserida por jhemesson_bispo

"Deitei-me criança ainda menina aos oito
Sonhava debutar e aos dezoito, anos dourados,
Absorta adormeci aos vinte, trinta e oito
Acordei após quarenta veloz o tempo havia passado"

Inserida por NaStos

A liberdade não é algo que se conquista aos dezoito anos. Eu tenho mais de vinte anos e percebi que só a terei de vez em quando.

Inserida por Vivianni

Sou velho e reconheço o que sou, mas me sinto tão jovem quanto quando havia apenas com dezoito anos.

Inserida por PoetaDantas

Sete, dez, quinze, dezoito anos e ainda não há nada mais do que uma folha de papel em branco, a promessa de que o mundo pode ser do jeito que quero.

Inserida por mafers

Eu temo que talvez eu tenha perdido dezoito anos da minha vida procurando por um sentimento que não existe...frustrante, não?

Inserida por gabrielville

"Dezoito Anos" um brinde a falsa liberdade...

Inserida por Mayarandrade

Quando eu tinha dezoito anos de idade, entrei para o varejo com o intuito de pagar minha faculdade, apenas!
Me apaixonei de verdade por ele!
Sabe aquelas paixões que nos tiram do eixo? Que faz nosso coração bater mais forte? Frio na barriga?
Então, sinto isso tudo até hoje!
Me formei, continuei estudando, fui promovida e no varejo ainda estou!
Lembro-me bem que ouvia assim...
“Vai ficar trabalhando em loja para sempre!?”
“Estuda para ser dentista!”
“Estuda para ser nutricionista!”
Enfim...
“Vai ser um monte de coisas... Menos trabalhar no Varejo!”
Sou muito feliz em tê-lo escolhido, assim como ele também me escolheu...
É uma relação mútua de dedicação e paixão!
Digo a vocês com toda certeza... Geralmente, muitas pessoas passam por ele, entretanto, somente as verdadeiramente fortes e apaixonadas se mantêm! Acreditem!
Isso aqui não é para qualquer um!

Inserida por fabiane_eyer

A maioridade física, ocorre aos dezoito anos, a maioridade mental, diminui de acordo com a ambiência social.

Inserida por BlogOPlebeu

Quando um “maluco” entrou no cinema cuspindo bala em todo mundo, eu já tinha dezoito anos.

Inserida por marahmends

⁠Sonhar cansa. No auge dos dezoito anos, sonhando com a mesma coisa, já não restam esperanças de que um dia se torne realidade. Sentir-se inútil, velha demais para tentar — ainda que, no fundo, seja apenas uma distorção. Entretanto, a pressão despenca sobre você como um navio de toneladas, de uma vez só. Uma implosão debaixo d’água. Tudo irrita: as pessoas privilegiadamente ingênuas, moldadas por criações brandas e seguras, que subestimam seus problemas, seus sentimentos. E como dói… a cabeça, os olhos, a barriga, o coração, o apêndice, as costas, os nervos, as pernas, a respiração. Dói existir.

Inserida por yasz

⁠Vi que me desbloqueou
Sera que é saudade, eu sou tão insuperável?

Que grande mentira, por dentro estou feliz por isso.
Mas sempre com a desculpa "deve ter sido um engano ".

Uma parte de mim clama por você.
Já a outra, agradece por estar longe.

A saudade vai bater, mas o meu amor se vai.

⁠A sensação de nunca ter demonstrado
E do nada passar a demonstrar
E como se fosse tóxico, como se doesse
Seu carinho, e como machucasse uma parte de mim.

A criança em mim clama por isso.
Mas a parte adulta, chora de tanta raiva.
Pois quando era nova, nunca tive um carinho masculino.
Era só dor e solidão de um pai.

Mas me desculpa de não conseguir demonstrar o mesmo.
A dor dentro de mim, o medo e o jeito de ser usada.
Mil perdões por não conseguir superar suas expectativas!!!

Você é incrível, mas não é pra mim!!

Inserida por Yanne_Almeida

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