Deus Criou o Sentimento mais Sublime
"Nunca mais vou encontrar alguém como você.
E todos os dias agradeço a Deus por isso!
Haredita Angel
14.07.18
Agradecer a Deus e cultivar
para que aumente mais a fé,
No pé de Pulasan conquistar
e com amor e poesia te tocar.
É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d'Ele.
Amado Filho!
A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.
Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.
A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.
Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".
A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.
Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.
Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.
E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.
Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.
Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.
Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.
Mas Deus não é disfarce.
Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.
Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.
Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.
E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.
A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.
Não ergue palcos — ergue consciência.
Nem vende imagem — transforma caráter.
E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.
Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.
Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.
Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.
Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.
Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…
Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.
O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.
E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.
Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.
Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.
Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.
E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.
Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.
Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.
Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.
Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.
Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.
Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.
Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.
Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.
Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.
Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.
Quando o Sagrado vira instrumento, ele deixa de elevar e passa a encobrir.
Palavras que deveriam consolar, orientar e transformar, tornam-se escudos retóricos, usados para blindar interesses ocultos, justificar excessos e maquiar as más intenções.
Não é a fé que se esvazia por si só — é o uso indevido dela que corrói sua credibilidade diante dos olhos atentos e, sobretudo, dos decepcionados.
A repetição desse gesto — invocar Deus em vão, em discursos vazios de prática — cria um ruído muito perigoso: quanto mais se fala em nome d’Ele, menos se percebe Sua presença nas atitudes.
E então nasce a dúvida…
Não a dúvida honesta, que busca compreender, mas a desconfiança cansada, aquela que já não acredita.
A fé, que deveria ser ponte, passa a parecer palco.
E quem assiste, pouco a pouco, se afasta.
E se continuarmos dando palco aos que usam o nome d’Ele e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados por um fenômeno ainda mais grave: transformar o Livro mais lido e menos vivido no mais evitado do mundo.
Porque não há nada mais contraditório do que uma mensagem de amor sendo transmitida por atitudes de vaidade, exclusão ou manipulação.
A incoerência não apenas enfraquece o discurso — ela o invalida.
E quando isso se repete o suficiente, o problema deixa de ser quem distorce e passa a ser também quem assiste, aplaude ou silencia.
Talvez o maior risco não seja a perda da fé, mas a banalização dela.
Quando tudo se diz em nome de Deus, nada mais parece vir verdadeiramente d’Ele.
E nesse excesso de vozes, a essência — silenciosa, exigente, transformadora — vai sendo soterrada.
Resgatar o sentido do sagrado talvez exija menos declarações públicas e mais coerência privada.
Menos exposição, mais vivência.
Porque a fé que resiste não é a que se impõe em vozes estridentes, mas a que se revela, discretamente, naquilo que se faz quando ninguém está olhando.
É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d’Ele.
Há quem transforme a fé em um Palco, a oração em um Discurso de Autopromoção e o sagrado em Instrumento de Conveniência.
Pessoas que falam de Deus com eloquência, mas cujas atitudes contradizem aquilo que anunciam; que carregam a Bíblia nas mãos, mas nem sempre permitem que a Palavra lhes confronte o coração.
Invocam o Santo nome do Senhor para conquistar respeito, justificar interesses e construir uma imagem de santidade, esquecendo-se de que Deus não se impressiona com a aparência de piedade quando falta sinceridade na alma.
Jesus já nos advertia em (Mateus 6:1) sobre esse perigo ao denunciar aqueles que praticavam suas obras para serem vistos pelos homens.
O problema nunca foi ser visto fazendo o bem, mas fazer o bem apenas para ser visto.
Existe uma diferença muito profunda entre glorificar a Deus e usar o nome d'Ele para glorificar a si mesmo.
No primeiro caso, o coração se rende; no segundo, o ego se disfarça de devoção.
Ser filho de Deus não significa apenas pronunciar o Seu nome, frequentar ambientes religiosos ou dominar a linguagem da fé.
Significa permitir que o caráter seja moldado pela verdade, que o orgulho seja confrontado pela humildade e que as nossas escolhas revelem — inclusive quando ninguém está olhando — a realidade daquilo em que professamos crer.
Afinal, a filiação Divina não se comprova pelo volume das palavras, mas pelos frutos da vivência.
É possível falar de amor e alimentar ressentimentos; defender a verdade e viver de aparências; pregar a humildade enquanto se busca reconhecimento.
Citar as Escrituras para corrigir os outros e ignorá-las quando elas apontam para as nossas próprias contradições.
O ser humano tem uma habilidade muito perigosa de transformar até mesmo as coisas Santas em ferramentas para satisfazer desejos profundamente humanos.
Mas Deus não nos chamou para representar um papel religioso.
Chamou-nos para uma transformação verdadeira.
A graça não é um esconderijo para nossas incoerências, nem o perdão uma autorização para permanecermos deliberadamente os mesmos.
Pelo contrário, quanto mais compreendemos a graça, mais somos confrontados com a responsabilidade de viver de maneira coerente com Aquele que afirmamos seguir.
O verdadeiro filho não é aquele que nunca falha, mas aquele que não faz da hipocrisia um abrigo, do orgulho uma identidade ou da religião um instrumento de Manipulação.
É aquele que reconhece suas fraquezas, arrepende-se de seus pecados e compreende que não precisa parecer santo diante dos homens enquanto se recusa a ser transformado diante de Deus.
Há uma pergunta que merece nos acompanhar em profundo silêncio: se ninguém conhecesse nossa posição na igreja, não ouvisse nossas palavras de fé e não aplaudisse nossas atitudes, ainda assim viveríamos para agradar a Deus?
Talvez seja justamente no anonimato que a nossa Espiritualidade revele sua verdadeira natureza.
Quando não há plateia, elogios ou vantagens.
Quando fazer o certo custa alguma coisa.
Quando perdoar exige renúncia.
Quando servir significa ocupar o lugar que ninguém deseja.
É nesses momentos que a fé deixa de ser discurso e se torna testemunho.
No fim, não será a quantidade de vezes que pronunciamos o nome de Deus que demonstrará a profundidade da nossa comunhão com Ele.
Mas, sim, a disposição de permitir que esse Nome transforme a maneira como tratamos as pessoas, exercemos autoridade, lidamos com o poder e enfrentamos nossas próprias sombras.
Porque Deus não precisa de pessoas que utilizem o Seu nome para parecerem grandes.
Ele procura corações dispostos a se tornarem pequenos diante d’Ele.
E talvez uma das maiores tragédias da religiosidade seja esta: usar o nome de Deus para construir uma imagem que impressiona as pessoas, enquanto se negligencia o caráter que deveria honrá-Lo.
Afinal, é possível enganar uma plateia, conquistar admiração e até construir uma reputação religiosa admirável.
Mas nenhuma dessas coisas substitui a integridade de uma vida rendida ao Senhor.
Quem verdadeiramente deseja honrar a Deus não precisa transformar a fé em propaganda de si mesmo.
Precisa apenas viver de tal maneira que suas atitudes não desmintam suas palavras.
Pois o nome de Deus é para ser louvado, não para servir aos nossos projetos de grandeza.
Nós é que fomos chamados a colocar nossa vida a serviço da glória d’Ele.
Mais importante do que usar o nome de Deus é permitir que o caráter de Cristo seja reconhecido em nós.
Não busque as bênçãos de Deus, busque o Deus das bênçãos. Mais do que você pede, Ele sabe do que você precisa. Honra-o com a tua vida e nada te faltará.
— Jucelya McAllister
"Conto com Deus, comigo e
mais ninguém e os proventos
com que dignamente me
sustento porque no fundo do
poço o silêncio é sepulcral
e a solidão deserto denso."
Pela fé
Sem fé é impossível agradar a Deus. Está é uma verdade das verdades mais importantes de toda a bíblia! E porque não, não dizer até, que é a verdade que dá vitória ao homem! E foi aqui que a humanidade caiu, por falta de fé. Mas se uns caíram, verdade é que outros permaneceram em pé, por terem fé. Adão e Eva caíram por falta de fé! Caíram por acreditar em Lúcifer, que diante deles desmentiu Deus! Isto levou eles a crer na mentira, em vez de na verdade. Por falta de fé Adão e Eva, acreditaram, que não morreriam, mas que seriam como "Deus sabendo o bem e o mal"! A fé que dá vitória, foi o que eles perderam ao crer na mentira. Por isso morreram. Mas se os que morrem, voltarem a ter fé, voltarão a viver.
Foi assim com Abel, que foi morto, mas voltará a ressuscitar, naquele dia que há-de vir. Já Enoch, pela fé nunca morreu. Noé não duvidou de Deus, sendo salvo do Dilúvio. Abraão e Sara também pela fé venceram! E foram os pais da fé daqueles, que seguiram o seu exemplo. Daqueles que haveriam de ser salvos pela fé em Jesus Cristo. E tudo isto, porque "Ainda antes da fundação do mundo, Jesus Cristo foi morto e ressuscitou para justificação de todo aquele que havia de nele crer"!
Antes do dia da morte de Jesus Cristo, isto é nos tempos da lei, nunca ninguém foi salvo pela Justiça da Lei. Aqui está o erro de muitos de Israel e de Judá. Pois tentaram viver, pelas obras da Lei, quando o objetivo nunca foi esse! Ninguém pode ser salvo pela lei. Só alguém que nunca pecasse, é que poderia ser salvo pela Lei! Não há um único homem que não peque. Logo todo o mundo é condenado diante de Deus! " A Lei apenas dá o conhecimento do pecado"! Os Judeus depois que saíram do Egito, nunca foram salvos pela Torah, que foi dada a Moisés. Essa Torah levava todos os Judeus a crerem no Jesus Cristo, que havia de vir ao mundo; Essa Torah dizia isso mesmo. Tem que ser pela fé, pois ele vai vir, para morrer e ressuscitar, por todo o mundo! Os profetas na profecia bíblica, diziam que a salvação era pela fé e pela Graça. Zacarias, fala sobre isto.
Os Judeus Rabínicos incrédulos, quando Jesus veio, não creram nele. Tropeçarem na pedra de Tropeço, que foi Jesus Cristo. Ao longo dos séculos tem sido assim. Hoje é assim também. Não aceitam a salvação pela fé. A salvação foi aceite por um remanescente de Israel e por muitos gentios no mundo inteiro. São todos salvos? Não! São salvos apenas os que receberem pela fé a justiça de Deus. O único modo do homem ser salvo e vencer a morte é pela fé, por meio da Graça de Deus!
HelderDuarte
Ninguém é mais Livre do que os que podem ir onde quiserem, mas só vão aonde Deus for com eles.
Há uma diferença muito profunda entre ter Liberdade para escolher caminhos e ter Sabedoria para reconhecer quais caminhos merecem os nossos passos.
A primeira pode ser uma conquista da autonomia humana; a segunda é fruto de uma consciência amadurecida na presença de Deus.
A Verdadeira Liberdade não consiste em poder ir a todos os lugares, experimentar todas as possibilidades ou satisfazer todos os desejos.
Consiste, sobretudo, em não precisar estar em todos os lugares para sentir que se está vivendo.
Afinal, nem toda porta aberta é uma oportunidade divina, nem todo caminho disponível é um caminho saudável, e nem toda possibilidade merece transformar-se em escolha.
Existe uma Liberdade que nasce da ausência de limites e outra que nasce da consciência de que alguns limites são formas de proteção.
A primeira pergunta é: “Posso ir?”.
A segunda, um pouco mais profunda, é: “Devo ir?”
E a terceira é: “E, se for, Deus estará comigo?”
Moisés compreendeu essa dimensão da Liberdade quando, diante da possibilidade de prosseguir viagem sem a presença divina, fez uma declaração extraordinária: “Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir daqui” (Êxodo 33:15).
Moisés preferia permanecer no deserto com Deus a alcançar a terra prometida sem Ele.
Eis uma das mais belas expressões de Maturidade Espiritual: descobrir que a companhia de Deus vale mais do que qualquer destino.
Isso nos ensina que existem chegadas que representam derrotas e permanências que representam vitórias.
Há lugares onde podemos entrar, mas onde nossa alma não deveria permanecer.
Há ambientes que alimentam o ego, mas empobrecem o espírito; relações que oferecem companhia, mas cobram a consciência; conquistas que ampliam nossos horizontes exteriores, mas estreitam nossa Liberdade interior.
O filósofo poderia chamar isso de autonomia consciente: não ser governado pelos próprios impulsos, pelas expectativas alheias ou pela necessidade de aprovação.
A teologia, por sua vez, reconheceria nessa postura uma expressão de dependência voluntária de Deus.
E talvez ambas as perspectivas se encontrem numa verdade essencial: ser livre não é viver sem referências, mas escolher conscientemente a referência que dá sentido à existência.
Jesus afirmou: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).
Não se trata apenas de uma libertação das circunstâncias exteriores, mas também das prisões invisíveis que construímos dentro de nós: a vaidade, a soberba, a cobiça, a necessidade de pertencimento e a ilusão de que precisamos provar alguma coisa a alguém.
Por isso, quem caminha com Deus não precisa transformar cada convite em compromisso, cada oportunidade em obrigação ou cada ausência em motivo de ressentimento.
Aprendeu que dizer não a determinados lugares também é uma maneira de dizer sim à própria vocação.
Abraão saiu sem saber exatamente para onde ia, mas sabia em quem estava confiando (Hebreus 11:8).
Eis outro paradoxo da fé: nem sempre conheceremos o destino, mas podemos conhecer Aquele que caminha conosco.
A segurança não está necessariamente na geografia do percurso, mas na fidelidade de quem nos acompanha.
E há algo ainda mais bonito nisso tudo: Deus não é um instrumento para legitimar nossas vontades, nem uma companhia que convocamos apenas quando nossos planos fracassam.
Caminhar com Ele significa permitir que Sua presença também questione nossos desejos, redirecione nossas escolhas e, algumas vezes, nos faça abandonar caminhos que pareciam perfeitos aos nossos olhos.
Talvez a maior prova de Liberdade seja justamente esta: poder escolher, mas não ser escravo das escolhas; poder partir, mas não precisar fugir; poder chegar longe, mas não sacrificar a alma para alcançar lugares onde Deus não nos chamou.
No fim das contas, não é a quantidade de lugares que conhecemos que determina a grandeza de nossa caminhada, mas a qualidade da presença que preservamos ao longo dela.
Porque quem precisa chegar a qualquer lugar para se sentir importante ainda não compreendeu o valor de estar onde Deus deseja que esteja.
Afinal, liberdade não é ter o mundo inteiro como destino.
É ter Deus como companhia indispensável, a ponto de não desejar nenhum destino que exija perdê-Lo pelo caminho.
Vamos olhar mais pra Deus, vamos nos respeitar mais,não sou dona da verdade mas o timão da minha vida está nas mãos de Deus!
E então, o Anjo Mais Puro de Deus, desceu do céu, se libertou do seu medo de voar por outros ares, e se permitiu a mais bela felicidade..
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