Desprezo pela Amante
A lua flutua todos podem vê
tenho outra vida longe de você.
Sem os teus desprezos, sem seus palavrões, sem seus gritos estéricos cheios de emoções.
Você me machucava, tinha que curar, ferida que não fechava, tinha que sarar.
Não quero mais seus cuidados, já estou recuperado, posso me virar sozinho.
Não quero mais envolvimento, cansei de tanto tormento, venho aqui desabafar; te arranquei do pensamento, hoje vivo outros momentos que a vida vem me dar.
A indiferença já era tanta, que aquele nó na garganta, eu aprendi desatar, agora sigo sozinho, sem você em meu caminho, para me atormentar.
De tanto te querer, aprendi te desprezar
Porque a fila anda isso eu tenho que lembrar
Pode me menosprezar porque eu já não te quero agora
Quando eu tiver com outra não vem me dando berro
Porque eu não ligarei e só te deixarei
Para você ver o quanto eu sofri agora é sua vez de ser infeliz
Influencie a polemista cidade que te desprezou, e creia nas contingências das mudanças significativas do teu mundo externo.
Suas convicções definem quem você é. Não as esconda e não tema o julgamento externo. Despreze a opinião dos juízes da vida alheia.
Dos animais desprezamos como que sem almas, na floresta, no campo e no covil, o grito deles sobe pra testemunhar a falta de alma dos homens.
"amamos a vida desprezamos a morte, nos corroemos pela incompreensão da perecível existência, não é a morte que cessa a vida, mais as praticas diante dela, morrer é viver pra sempre"
Eu vi pessoas que eu considerava meus melhores amigos me tratando como tanto faz, desprezo e falta de interesse, sim me doeu mais eu tenho que seguir minha caminhada.
Os frankfurtianos desprezavam qualquer ideal positivo e só acreditavam na força supostamente redentora da 'crítica radical de tudo quanto existe' (expressão de Karl Marx). É o mesmo que dizer: desprezavam qualquer tentativa de fazer o bem e idolatravam a pura destruição.
Não é estranho que seus admiradores sejam, quase sempre, devotos também de Heidegger, cuja filosofia leva à mesma devastação geral de tudo.
Saudades de você, olhar no espelho, aquela cara de desprezo, mas talvez era melhor, mesmo hoje eu estando na pior, enquanto conseguia ver, enxergar o eu, o eu que outrora se perdeu, mas não, não adianta se lamentar, agora estou a chorar. Apesar do olhar, reflexo ao enxergar, um vazio, alma a chorar, o desprazer de ver aquele meu eu problemático, desengonçado e infeliz, covarde que todavia corria de seus pesadelos até certo ponto, ponto que era tarde demais, se pudesse enfrentá-los, achar a raiz e cortá-la, acabar com todos os problemas de uma vez, voltar a ver o meu eu, o meu eu que se perdeu.
Eu não sei como uma pessoa que despreza a imparcialidade dentro da psicologia, consegue atender fazendo contratransferência.
Despreza o que pediu,
pega o que largou,
duvidoso não se viu,
cheio, mas esvaziou,
diante de um ódio,
com tanto amor.
A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização, de tal modo que a alma, dividida, fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo, não logrando jamais aquela unidade de intenção e de tom que evidencia a sinceridade.
[...] A gente confessa ódio, humilhação, medo, ciúme, tristeza, cobiça. Inveja, nunca. A inveja admitida se anularia no ato, transmutando-se em competição franca ou em desistência resignada. A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação.
O homem torna-se invejoso quando desiste intimamente dos bens que cobiçava, por acreditar, em segredo, que não os merece. O que lhe dói não é a falta dos bens, mas do mérito. Daí sua compulsão de depreciar esses bens, de destruí-los ou de substituí-los por simulacros miseráveis, fingindo julgá-los mais valiosos que os originais. É precisamente nas dissimulações que a inveja se revela da maneira mais clara.
As formas de dissimulação são muitas, mas a inveja essencial, primordial, tem por objeto os bens espirituais, porque são mais abstratos e impalpáveis, mais aptos a despertar no invejoso aquele sentimento de exclusão irremediável que faz dele, em vida, um condenado do inferno. Riqueza material e poder mundano nunca são tão distantes, tão incompreensíveis, quanto a amizade de Abel com Deus, que leva Caim ao desespero, ou o misterioso dom do gênio criador, que humilha as inteligências medíocres mesmo quando bem sucedidas social e economicamente.
Para Perdoar
Sempre, em todas as vezes desprezado
Esqueci o quanto era bom se sentir sozinho
Insistindo em ter amizades do lado
Como se tomasse água e sentisse vinho
O que é real quando me sinto frustrado
Quando sinto que apenas estou sendo controlado
Controlando as emoções de um tolo novamente
Sempre com tolas pretensões
Onde nada é importante, quando a voz sempre mente
Me controlando, um tolo novamente
As tardes vazias que juntos estávamos
Inebriados por um perfume adocicado
Quando nós passávamos o tempo e nos olhávamos
Achei que aquilo era amor (Como estava enganado)
Controlado como um tolo novamente
Com minhas fúteis pretensões
Chorava minhas lágrimas, nada mais é importante
Um tolo com controladas ações
Eu perdoo o que de você não tive
Como eu perdoo o que não senti
Nada mais é importante para mim
Eu senti minha perda
Eu vi seu sorriso vazio em minha direção
E por um momento percebi que era tristeza
Aquilo que você queria não era meu coração
Eu sempre achei que amava até perceber
Então eu fingi, sorri de volta pra você
Controlando o tolo novamente
Com minhas fúteis invenções
Achando que vê-la sorri era mais importante
Mesmo sendo controlado nas ações
