Cartão de despedida para professora: frases curtas
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
Se espelhe apenas nos bons professores.
E você conseguirá escalar todas as montanhas necessárias para alcançar o sucesso em plenitude. Bons mestres são como segundos pais aos alunos e são o motivo de inspiração que faz "reles" estudantes se tornarem profissionais e docentes de excelência.
O mundo pode ser transformado para melhor pelas mãos dos bons estudantes dos professores de excelência.
Antes de existir influenciadores digitais no mundo, já existiam os professores e professoras que sempre tiveram grande influência na vida dos seus alunos. Um docente pode influenciar positivamente ou negativamente um estudante. Por isso, os bons estudantes devem se espelhar apenas nos bons mestres para que tenham no futuro, grande sucesso profissional.
O prestígio vale mais que o ouro e o nióbio. Para pensadores,estudantes, professores, profissionais de renome, pesquisadores criativos, é enobrecedor ser prestigiado por um trabalho de excelência pela comunidade acadêmica e científica. Por isso, pós-doutores são mais prestigiados, mesmo não recebendo uma remuneração mais alta que os doutores, pois têm mais criatividade ao conseguirem escrever mais de uma tese.
O prestígio faz professores pós-doutores escreverem duas teses ou mais, mesmo recebendo um salário igual ao de docentes doutores. Leva pesquisadores a desenvolverem pesquisas de excelência, fazendo escritores criarem frases, pensamentos e livros de renome.
Os professores pós-doutores têm mais prestígio que os professores doutores, pois escrevem duas ou mais teses. Embora ambos possuam salários iguais, o docente pós-doutor é mais prestigiado na comunidade acadêmica.
Obra de Contos "Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece..." a todos os professores que se dedicam, reinventam e contornam as situações difíceis. Que a paixão pela educação continue sendo a bússola para a transformação de vidas.
A literatura transforma infâncias. E professores transformam o mundo por meio da leitura.
Com muita alegria, o e-book "Literatura para Infância: práticas de leitura e formação docente na escola" foi compartilhado após organizado pelas educadoras Janiara de Lima Medeiros e Cristiane Barroso Dias.
A obra reúne experiências, reflexões e práticas pedagógicas que reafirmam a literatura como direito de toda criança e como caminho para uma educação mais sensível, inclusiva e comprometida com a formação de leitores.
Mais do que um livro, este e-book é um convite ao diálogo, à reinvenção das práticas pedagógicas e ao fortalecimento da leitura como experiência de encontro, imaginação e humanização.
"Ler é descobrir mundos. Ensinar a ler é transformar vidas."
Quando ensinar já não basta
Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.
No mundo não há evolução sem a educação.
Sem professores ninguém educa nada.
Onde não há cultura
A ignorância nada de braçada.
“Um país que não valoriza seus professores está condenando o próprio futuro à ignorância.”
Feliz dia dos Professores!
Os pais também são professores, na realidade, os nossos primeiros professores. São eles que nos auxiliam no “desenrolar” das primeiras palavras, a dar os primeiros passos, ensinar o caminho da escola, a amarrar os sapatos, o nome dos nossos familiares, entre outras milhares de coisas.
O sistema de ensino anda tão distorcido, com seus professores e secretários de educação precários, que pergunto-me: o que os alunos e alunas vão fazer nas escolas?!
Por que os professores brasileiros não ensinam o pensar a seus alunos? Talvez pelo fato de que eles também nem façam ideia de que isso ainda existe. E pode (mesmo) ser usado...
Fico irritada com as pessoas que poderiam ser médicos, professores ou engenheiros e preferem ser escritores. Pois eu não tenho escolha, é escrever ou morrer.
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