Despedida da Família
Às despedidas se
encontram entre o
amor intenso que
deixa saudade e entre a
cruel saudade de em
segundos te perder de vista
Só falei do tempo
Não sabia que era adeus,
Nem mesmo despedida,
Como quase nunca se sabe,
O adeus nunca te avisa.
Então falei só sobre o tempo,
Do dia da chuva de vento.
Só falei sobre o tempo,
Do ocupado momento.
Falei e falei do tempo,
De como o tempo passa.
Apontei as nuvens do tempo
Da janela da sua casa.
Não sabia que era adeus,
Não sabia que era despedida,
Então falei o de sempre
Como sempre a gente fazia
Falei do tempo todo o tempo,
Não lembrei de me desculpar
Pela caneca que quebrei
E por tanto te fazer chorar.
Hoje, falar do tempo dá saudade,
Fantasias da minha idade.
Deveríamos, sim, ser imortais,
Para que nunca houvesse adeus de verdade.
Só os sábios sabem que, em um determinado momento da vida, tudo passa a ser uma possível despedida.
Nessa complexa trama da vida, somos tecidos por encontros passageiros e despedidas inevitáveis, como fios que se entrelaçam no grande tapete do destino. Às vezes, a vida nos presenteia com pessoas que desafiam nossas previsões, nos forçam a sorrir, nos machucam e nos fazem refletir sobre quem realmente somos. É uma dança complexa de emoções, uma montanha-russa de experiências que nos fazem questionar, amar e, possivelmente, nos transformar.
Cada pessoa que entra em nossa vida é como um capítulo de um livro ainda em construção. Algumas páginas são suaves, outras repletas de dor, mas todas contribuem para a narrativa única que é a nossa existência. É como se a vida, com sua mão invisível, nos entregasse roteiros imprevisíveis, nos desafiando a interpretar papéis que nunca imaginamos desempenhar.
O terror surge quando nos deparamos com a incerteza, quando percebemos que não temos controle sobre quais personagens entrarão em cena ou quando serão retirados do palco. Contudo, é nessa incerteza que reside a beleza da jornada. Precisamos aprender a abraçar o desconhecido, a aceitar que não podemos escolher todas as pessoas que cruzam nosso caminho. Às vezes, são as pessoas que mais nos desafiam que nos ajudam a crescer, a nos reinventar.
Em meio a essa sinfonia caótica de encontros e despedidas, descobrimos que a verdadeira busca não é apenas por companhia, mas por autoconhecimento. Cada experiência, seja ela suave como uma brisa ou intensa como uma tempestade, molda a escultura enigmática da nossa identidade. Não se trata apenas de encontrar alguém para caminhar ao nosso lado, mas de se encontrar no labirinto das relações.
Então, enquanto navegamos por esse oceano imprevisível de conexões humanas, abracemos as surpresas, os altos e baixos. Cada lágrima derramada, cada riso compartilhado, contribui para a tapeçaria única que estamos tecendo. Em última análise, a história que vivemos é sobre a jornada interior, sobre nos tornarmos versões mais autênticas de nós mesmos. Aceite o desafio, mergulhe nas profundezas desconhecidas, pois é lá que a verdadeira magia da vida se revela.
A despedida que ninguém deseja
A despedida que ninguém deseja, um amargo sabor,
Quando o adeus chega sem aviso, sem chance de redenção.
É a separação que dilacera corações com sua dor,
Deixando marcas profundas na alma, sem compaixão.
É a despedida sem tempo para dizer o último adeus,
O vazio que se instala, a saudade que não tem fim.
São palavras não ditas, abraços não dados, suspiros no breu,
E a sensação de que o tempo foi cruel e mesquinho assim.
A despedida que ninguém deseja é um fardo pesado a carregar,
Uma cicatriz na história, um ponto final sem conclusão.
É o eco da voz amada que já não se pode escutar,
E a sensação de que algo precioso se perdeu em vão.
Mas na despedida indesejada também há espaço para a lembrança,
Para o amor que permanece, mesmo diante da separação.
E nas memórias e no afeto, mesmo na ausência da esperança,
Encontramos forças para seguir adiante, em busca de uma nova canção.
Do trem abanei
pela janela
se fui visto eu nem sei
foi a despedida mais
rápida já vivida
O trem se foi.
Segui a vida.
Essa é minha despedida
O único poema de minha vida
É uma bebida amarga
Que se prova em uma tarde linda
Esse poema, ele não rima
É uma despedida
Ele é claro, é sincero
Como o escuro
Como um amar-te, é arte
Ele é preto e é rosa
Claro e azul
Verde e amarelo
Leitura e Blues
Todo dia, temos manias
Manias de amar
De falar sem pensar
Algumas boêmias
Milhares de poesias
Nenhuma delas sobre você
Sabe por quê? Estrelas são verdes
Vestes novas são usadas quando estão velhas
E às vezes, só quero o que te espera
Na verdade, rima sim
Acha que ganho assim?
Claro, eu tô muito afim
Acho muito ruim
Viver sem você
Sem me matar
Com seu espadim
Carta de despedida
Hoje escolhi me despedir,
Já faz tempo que busco isso.
Díficil deixar ir,
Dói renunciar tantas coisas,
De mim, de ti, de nós,
De que tudo que não mais, existirá.
Te amo e tenho certeza deste sentimento.
Mas lembro o meu amor por mim, todos os dias.
E nesta balança, meu amor pesa mais.
Portanto meu bem, fique tranquilo.
Não te desista por favor,
Viva e seja.
Porquê por aqui,
Hoje, sou, sem você.
"Despedida "
Eu me perdi de você
Nas batidas suaves do meu coração
Nas aceleradas quando ele a via
Eu me perdi de você
A dor é como um sopro pontiagudo
Que se adentra a minha alma
A inércia constante
Da minha falta de calma
Relutância, indignação
Um medo apavorante
Da sua perda infinita
Da sua finita presença
Eu me perdi de você
Naquele enlace
Onde as nossas mãos se encontrarão
Explorei por sua partida
Vá , vá de mim
Vá da minha irá retida
As despedidas mais tristes não são marcadas por raiva ou indiferença - elas são marcadas pelo amor que ainda permanece, por uma conexão que você preza profundamente, mas sabe que não pode mais sustentar.
É a dor de querer segurar-se, ficar naquele espaço familiar, mesmo quando cada parte de si sabe que é hora de deixar ir.
Deixar ir nem sempre significa que o amor ou o cuidado desaparecem. Às vezes, é um ato de coragem e compaixão, um reconhecimento de que se segurar demasiado forte pode causar mais mal do que bem - para ti, para eles ou para a vida que ambos estão destinados a levar.
Não se trata de apagar as memórias ou negar o vínculo. É sobre entender que alguns capítulos, por mais bonitos que sejam, não podem durar para sempre.
Estas despedidas são agridoces porque guardam verdades duplas: a alegria do que foi e a dor do que já não pode ser. Mas nessa dor reside um convite para crescer.
É um lembrete de que o amor não é apenas sobre proximidade ou permanência - é sobre presença, sobre a forma como alguém moldou a tua vida, mesmo que o seu papel mude ou o seu caminho diverja do teu.
Deixar ir não significa esquecer. Significa honrar os momentos, as lições e o crescimento que veio da conexão. Significa levar essas memórias para a frente como parte de quem você é enquanto liberta a si mesmo e à outra pessoa para evoluir da forma que a vida exige.
Não faz mal sofrer. Não faz mal sentir o peso desse adeus no seu coração.
Mas lembre-se: cada final, por mais doloroso que seja, abre espaço para novos começos.
O que você liberta com amor nunca o abandonará verdadeiramente - vai transformar-se, se instalar na sua alma como força, sabedoria e uma capacidade mais profunda de conexão.
- desconhecido
Minhas
tristezas nunca
foram
traduzidas em
poesias.
Nunca
consegui
embelezar
a despedida
porque o
reencontro
nunca foi uma
certeza.
A dor do luto está na despedida de quem se vai,
mas está,
também,
no lidar com a enxurrada de sentimentos que ficarão calados pra sempre dentro da gente.
Encontros e despedidas
Eu vou pular você
Afinal, você não me vê
Já não estou na frente
Me encaram com se fosse doente
Não alcanço sua alma
Ela escapou de mim
Perdi o juízo e a calma
Minha condição parece sem fim
Hora euforia que beira a loucura
Momentos de pura doçura
Perdendo uma luta sem oponente
Tentando trazer o passado para o presente
Mas, tudo se foi como pílulas engolidas
Como vida e morte
Como encontros que viraram despedidas.
Um resto de hora
varre os telhados
em despedida.
Como outros calendários
sucumbiram
em outros quartos de hotel.
Idêntica mentira: a noite
alonga o corpo da fera
no escuro das velhas ruas.
A viagem termina. O dia
fecha os olhos á própria água.
Devagar: sem protocolo.
Areia nos olhos
As despedidas têm gosto de vento seco,
um sopro que arrasta o que foi sem pedir licença.
O fim se veste de silêncio,
um manto pesado que cobre os restos
do que um dia chamou de lar o peito.
Amar é deserto, vasto e sem mapa,
onde os temores brotam como espinhos,
cravando-se na sola dos pés descalços.
Cada passo é um salto cego,
uma ponte estreita, oscilante,
tecida de fios que não vemos.
De olhos vendados, tateamos o ar,
o coração apertado entre o querer e o temer.
Será chão firme o próximo instante?
Ou o abismo, lama, esperando
para engolir o que sobrou de nós?
Os fins nos despem, nos deixam
diante do espelho quebrado das promessas.
E ainda assim, no meio da areia e da dúvida,
o amor insiste, miragem teimosa,
um oásis que nunca sabemos se é real.
Morto ou vivo, eu vivo sem saída
Esperando o meu fim, sem ter despedida
Logo logo tá chegando o dia da minha partida
Espero que esse dia seja o fim da minha vida
Eles não liga, não complica
Espero que esse dia seja o fim da minha vida
Eles não liga, não complica
Espero que um dia eu seja
Inteligente, delinquente, queria ser um cara legal mas sou auto insuficiente
Independente mente, um pouco que nem sente, varias paranóias que eu me sinto diferente, entende?
Talvez você não entendeu, por ser melhor que eu, cê não compreendeu
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