Desespero
Na hora da aflição, não se entregue ao desespero, nem tão pouco ao desânimo.
Siga com seus objetivos, transpondo barreiras, sem medo de ser feliz!
A ira, no entanto, é apenas um véu. E não basta para esconder o desespero e o vazio.
Devagar imagino-me, rapidamente desespero, lembro como fui e esqueço como serei, mas em um instante acalmo-me e continuo a viver.
Agora eu enxergo tudo com clareza, o desespero não atormenta mais a minha alma, sinto que agora eu posso fazer o que eu nunca imaginei conseguir fazer ou alcançar
A felicidade está em ser verdadeiro,
Honrar seus desejos, sem medo ou desespero.
Seja autêntico, faça brilhar tua luz,
Não há nada mais belo do que ser o que se produz.
Quando o desespero bate em minha porta, ando por estradas incertas e me deparo com encruzilhadas duvidosas, meu único alento é comer e dormir, comendo me sinto vivo, e dormindo não tenho consciência de que vivo.
Não se desespere quando o desespero bater na sua porta;
Dessa maneira vc o convida a entrar.
Quando o desespero bater na sua porta, acalme-se;
Assim vc escuta-ra com atenção e claridade oque ele tem a lhe falar.
Dedico meu RESPEITO
a quem é CHEIO de Esperança,
Abundante na FÉ,
não naufraga no DESESPERO,
antes LEVANTA, dá volta por cima
Com grito de guerra ENCORAJA os desencorajados...
a NÃO retrocederem,
mas avançarem...AVANCEM SEMPRE!
A angústia de uma grande perda,
O desespero irrompe em todo ser,
Mas ainda encontra consolo na certeza,
De que a esperança há de renascer.
O medo te rodeia como um segredo, Guardado o sagrado em teu peito,
A confiança abalada, num degredo,
A ilusão desfeita, num grito sem jeito.
Poeta dos tormentos da alma,
Com maestria sabes os sentimentos, Transbordando em meio à calma.
Mas em cada palavra, uma luz se acende,
E o coração vê, em meio às sombras
Que a esperança persiste, e não se rende
Beleza em Profundo Desespero
Quão alva a sutileza da mentira que tivera surge a noitinha; semblante oculto pela luz nacarada do luar.
Angústia pustulenta.
Alma em pranto eterno que derrama oceano em demasiado sofrimento.
Dona Angústia - que me governa - é minha sina; me domina, me cobre, me veste, me usa.
Ao som da lástima - que ressona num infinito gemido de dor, tristeza e solidão - questiona meus instintos.
Meus mais profundos desejos soterrados sob arbustos de espinhentas palavras que proferiu.
Nobre rosa branca que em labirinto de plantas venenosas se protege; quão latente é teu desejo?
A serpente; profano monstro que salvaguarda o labirinto, tem em veneno corrosivo gotas das lágrimas que um dia derramei.
Veneno pestilento, que jorra, que vaza das artérias e corrompe a beleza da alma em jatos de desespero que pintam, mancham e sujam a branca rosa.
Resplendor Divino
Em meio ao desespero,
minha emoção vacilou,
Ao me envolver com o pecado,
Meu coração de Deus, se desviou.
Como Jó, enfrentei provações,
meu espírito estava abalado,
No entanto, na hora mais escura,
Minha fé permaneceu inabalável.
Em meio ao sofrimento,
na palavra, encontrei a luz,
Um vislumbre da graça divina,
Em meio ao caos, reluz.
Em meu quebrantamento,
a presença de Deus habitou,
E desprovida de todo ressentimento,
minha alma consolo encontrou.
Em momentos de desespero,
clamei com fé em oração,
Buscando conhecimento e conforto,
para suportar minha aflição.
E na quietude, eu senti
Seu abraço precioso,
Um bálsamo calmante,
um toque divino e glorioso.
Embora as provações persistissem,
meu espírito encontrou alento,
Pois nas poderosas mãos do Senhor,
encontrei avivamento.
Através das adversidades,
Seu nome foi glorificado,
Um testemunho de Seu poder,
Foi em minha vida identificado.
Como Jó, eu questionei,
Mas, na rendição, minhas dúvidas transformadas,
O sofrimento eu suportei,
E minhas feridas foram por Ele, curadas.
Pois seus caminhos são misteriosos,
além de nossa percepção,
Mas quando confiamos em seu poder,
Ele consola nosso coração.
Um farol de esperança,
onde a fé foi amplificada.
Nas profundezas da minha dor,
Sua misericórdia foi revelada.
Enquanto eu cantava louvores,
Seu amor se desdobrou,
Pois como Jó, em meio ao sofrimento,
Sua graça me alcançou.
Num abismo sombrio de desespero,
O transtorno de Borderline se abriga,
Um mar de melancolia, vazio e austero,
O amor e a intensidade numa dança intriga.
Na alma, um vendaval de emoções devastadoras,
Amor intenso, mas fugaz como a madrugada,
A valorização se esvai como sombras fugidias,
Enquanto a desvalorização inflama a ferida.
A autoestima se esvai em fragmentos dispersos,
Como um espelho partido, cacos em agonia,
A busca incessante por uma identidade.
Mas na melancolia, há um chamado de esperança,
Na aceitação e compreensão do sofrimento,
A luz tênue brilha na busca da bonança.
"Quando o cansaço e o desespero brigam dentro de mim, não consigo abrir uma fresta no coração, para que o amor abençoe tudo e me convença de que a vida é linda e eu amo todo mundo.
Quando a fome rasga o estômago, eu troco a minha biblioteca por um sanduíche de mortadela.
O medo de perder aquele que amo cega minha fé, e eu não consigo enxergar generosidade nessa mão, que quer levar um pedaço de mim.
Faz parte da minha humanidade assistir esse luta constante entre o Sublime e o Denso; entre a realidade que me cobra pão e água e a “realidade” que me cobra oração e poesia.
E o amor transita nesses dois mundos, em cada um com suas cobranças e presentes. Ainda não consigo amalgamar tudo isso e transformar em Míriam.
Sou humana e amor é colcha bordada, cada dia um ponto, um olhar para ver se ficou bom e no coração, o modelo pronto me esperando e inspirando. Não sei tirar amor da cartola, ou amar por ordem expressa de não sei quem."
O desespero nos sobrevém quando não conseguimos enxergar a saída para a situação dificultosa em que nos encontramos em dado momento; a desesperança quando achamos que não existe uma saída.
Às vezes, enfrentamos momentos de total desespero, quando parece que o mundo está desabando ao nosso redor. Nesses momentos, sentimos que não temos mais forças para lutar, que todas as nossas defesas foram vencidas e que estamos completamente vulneráveis.
É nesses momentos que surge a figura de alguém especial, alguém que não desiste de nós. Essa pessoa tem a capacidade de enxergar além das nossas armaduras, dos nossos muros e escudos. Ela não se intimida com a nossa aparente fraqueza, pelo contrário, ela a vê como uma oportunidade de nos mostrar o nosso verdadeiro potencial.
É através desse amor que podemos nos transformar e superar os desafios que a vida nos coloca. É através dessa insistência que conseguimos crescer, amadurecer e alcançar nossa plenitude. E é com essa pessoa ao nosso lado, que podemos caminhar com confiança na escuridão, sabendo que não estamos mais sozinhos.
- Edna Andrade
A alma e o desespero da vida são conceitos profundos e complexos que têm sido objeto de reflexão ao longo da história da humanidade. A alma é vista por muitos como aquilo que nos define como seres humanos, a nossa essência, o que nos torna únicos e diferentes de outros animais.
Já o desespero da vida pode ser entendido como a sensação de vazio, de falta de sentido, que muitas vezes nos acompanha ao longo da existência. Esses temas podem ser abordados de diferentes maneiras, seja na filosofia, na religião ou na arte, e podem trazer reflexões profundas sobre o sentido da vida. O cérebro é considerado uma máquina sem consciência que processa informações e responde a estímulos através de comandos neurais. Ele é responsável por coordenar diversas funções vitais do corpo humano, como a respiração, a circulação sanguínea e a regulação da temperatura corporal. Além disso, o cérebro é o centro de controle das emoções, pensamentos e comportamentos, e é capaz de aprender e adaptar-se ao ambiente ao longo da vida. O conceito de id e ego foi desenvolvido por Sigmund Freud na teoria psicanalítica. O id representa os impulsos instintivos e primitivos do indivíduo, enquanto o ego é responsável por equilibrar esses impulsos com a realidade e as normas sociais. A busca pelo poder sobre o Ser pode ser entendida como uma luta entre o id e o ego, onde o primeiro busca a gratificação imediata e o segundo busca o controle e a adaptação ao ambiente. A compreensão desses conceitos pode ajudar na compreensão.
Metade de mim é um mar revolto,
Ondas quebrando em desespero,
Em busca de um porto seguro,
Um abrigo para o meu coração incerto.
Metade de mim é um céu estrelado,
Brilhando em meio à escuridão,
Sonhos que voam alto e distante,
Buscando a paz na imensidão.
Metade de mim é um rio calmo,
Fluindo suavemente em seu curso,
Levando consigo lembranças e histórias,
Que se entrelaçam em cada verso.
Metade de mim é um sol radiante,
Iluminando os caminhos que trilho,
Espalhando calor e esperança,
Em cada sorriso que compartilho.
Metade de mim é um jardim florido,
Cores e perfumes que encantam,
Desabrochando a cada estação,
Embelezando a vida que se planta.
Metade de mim é um vento suave,
Sussurrando segredos ao ouvido,
Levando consigo palavras de amor,
Que ecoam no coração ferido.
Metade de mim é um abraço apertado,
Que acolhe e acalma a alma aflita,
Um refúgio seguro e acolhedor,
Que transforma a tristeza em alegria infinita.
Metade de mim é um poema,
Versos que se entrelaçam em melodia,
Expressando sentimentos profundos,
Que transbordam em poesia.
Metade de mim é um eterno aprendizado,
Um constante caminhar em busca de ser,
Um encontro comigo mesmo,
Para me encontrar e me reconhecer.
Metade de mim é um enigma,
Um mistério a ser desvendado,
Uma busca incessante pela completude,
Em cada pedaço que sou fragmentado.
Metade de mim é um todo,
Um ser em constante transformação,
Um reflexo do universo que me habita,
Em cada verso, em cada emoção.
