Desespero
A ira, no entanto, é apenas um véu. E não basta para esconder o desespero e o vazio.
Devagar imagino-me, rapidamente desespero, lembro como fui e esqueço como serei, mas em um instante acalmo-me e continuo a viver.
Agora eu enxergo tudo com clareza, o desespero não atormenta mais a minha alma, sinto que agora eu posso fazer o que eu nunca imaginei conseguir fazer ou alcançar
A felicidade está em ser verdadeiro,
Honrar seus desejos, sem medo ou desespero.
Seja autêntico, faça brilhar tua luz,
Não há nada mais belo do que ser o que se produz.
Quando o desespero bate em minha porta, ando por estradas incertas e me deparo com encruzilhadas duvidosas, meu único alento é comer e dormir, comendo me sinto vivo, e dormindo não tenho consciência de que vivo.
Não se desespere quando o desespero bater na sua porta;
Dessa maneira vc o convida a entrar.
Quando o desespero bater na sua porta, acalme-se;
Assim vc escuta-ra com atenção e claridade oque ele tem a lhe falar.
Dedico meu RESPEITO
a quem é CHEIO de Esperança,
Abundante na FÉ,
não naufraga no DESESPERO,
antes LEVANTA, dá volta por cima
Com grito de guerra ENCORAJA os desencorajados...
a NÃO retrocederem,
mas avançarem...AVANCEM SEMPRE!
Beleza em Profundo Desespero
Quão alva a sutileza da mentira que tivera surge a noitinha; semblante oculto pela luz nacarada do luar.
Angústia pustulenta.
Alma em pranto eterno que derrama oceano em demasiado sofrimento.
Dona Angústia - que me governa - é minha sina; me domina, me cobre, me veste, me usa.
Ao som da lástima - que ressona num infinito gemido de dor, tristeza e solidão - questiona meus instintos.
Meus mais profundos desejos soterrados sob arbustos de espinhentas palavras que proferiu.
Nobre rosa branca que em labirinto de plantas venenosas se protege; quão latente é teu desejo?
A serpente; profano monstro que salvaguarda o labirinto, tem em veneno corrosivo gotas das lágrimas que um dia derramei.
Veneno pestilento, que jorra, que vaza das artérias e corrompe a beleza da alma em jatos de desespero que pintam, mancham e sujam a branca rosa.
Resplendor Divino
Em meio ao desespero,
minha emoção vacilou,
Ao me envolver com o pecado,
Meu coração de Deus, se desviou.
Como Jó, enfrentei provações,
meu espírito estava abalado,
No entanto, na hora mais escura,
Minha fé permaneceu inabalável.
Em meio ao sofrimento,
na palavra, encontrei a luz,
Um vislumbre da graça divina,
Em meio ao caos, reluz.
Em meu quebrantamento,
a presença de Deus habitou,
E desprovida de todo ressentimento,
minha alma consolo encontrou.
Em momentos de desespero,
clamei com fé em oração,
Buscando conhecimento e conforto,
para suportar minha aflição.
E na quietude, eu senti
Seu abraço precioso,
Um bálsamo calmante,
um toque divino e glorioso.
Embora as provações persistissem,
meu espírito encontrou alento,
Pois nas poderosas mãos do Senhor,
encontrei avivamento.
Através das adversidades,
Seu nome foi glorificado,
Um testemunho de Seu poder,
Foi em minha vida identificado.
Como Jó, eu questionei,
Mas, na rendição, minhas dúvidas transformadas,
O sofrimento eu suportei,
E minhas feridas foram por Ele, curadas.
Pois seus caminhos são misteriosos,
além de nossa percepção,
Mas quando confiamos em seu poder,
Ele consola nosso coração.
Um farol de esperança,
onde a fé foi amplificada.
Nas profundezas da minha dor,
Sua misericórdia foi revelada.
Enquanto eu cantava louvores,
Seu amor se desdobrou,
Pois como Jó, em meio ao sofrimento,
Sua graça me alcançou.
Num abismo sombrio de desespero,
O transtorno de Borderline se abriga,
Um mar de melancolia, vazio e austero,
O amor e a intensidade numa dança intriga.
Na alma, um vendaval de emoções devastadoras,
Amor intenso, mas fugaz como a madrugada,
A valorização se esvai como sombras fugidias,
Enquanto a desvalorização inflama a ferida.
A autoestima se esvai em fragmentos dispersos,
Como um espelho partido, cacos em agonia,
A busca incessante por uma identidade.
Mas na melancolia, há um chamado de esperança,
Na aceitação e compreensão do sofrimento,
A luz tênue brilha na busca da bonança.
"Quando o cansaço e o desespero brigam dentro de mim, não consigo abrir uma fresta no coração, para que o amor abençoe tudo e me convença de que a vida é linda e eu amo todo mundo.
Quando a fome rasga o estômago, eu troco a minha biblioteca por um sanduíche de mortadela.
O medo de perder aquele que amo cega minha fé, e eu não consigo enxergar generosidade nessa mão, que quer levar um pedaço de mim.
Faz parte da minha humanidade assistir esse luta constante entre o Sublime e o Denso; entre a realidade que me cobra pão e água e a “realidade” que me cobra oração e poesia.
E o amor transita nesses dois mundos, em cada um com suas cobranças e presentes. Ainda não consigo amalgamar tudo isso e transformar em Míriam.
Sou humana e amor é colcha bordada, cada dia um ponto, um olhar para ver se ficou bom e no coração, o modelo pronto me esperando e inspirando. Não sei tirar amor da cartola, ou amar por ordem expressa de não sei quem."
O desespero nos sobrevém quando não conseguimos enxergar a saída para a situação dificultosa em que nos encontramos em dado momento; a desesperança quando achamos que não existe uma saída.
Metade de mim é um mar revolto,
Ondas quebrando em desespero,
Em busca de um porto seguro,
Um abrigo para o meu coração incerto.
Metade de mim é um céu estrelado,
Brilhando em meio à escuridão,
Sonhos que voam alto e distante,
Buscando a paz na imensidão.
Metade de mim é um rio calmo,
Fluindo suavemente em seu curso,
Levando consigo lembranças e histórias,
Que se entrelaçam em cada verso.
Metade de mim é um sol radiante,
Iluminando os caminhos que trilho,
Espalhando calor e esperança,
Em cada sorriso que compartilho.
Metade de mim é um jardim florido,
Cores e perfumes que encantam,
Desabrochando a cada estação,
Embelezando a vida que se planta.
Metade de mim é um vento suave,
Sussurrando segredos ao ouvido,
Levando consigo palavras de amor,
Que ecoam no coração ferido.
Metade de mim é um abraço apertado,
Que acolhe e acalma a alma aflita,
Um refúgio seguro e acolhedor,
Que transforma a tristeza em alegria infinita.
Metade de mim é um poema,
Versos que se entrelaçam em melodia,
Expressando sentimentos profundos,
Que transbordam em poesia.
Metade de mim é um eterno aprendizado,
Um constante caminhar em busca de ser,
Um encontro comigo mesmo,
Para me encontrar e me reconhecer.
Metade de mim é um enigma,
Um mistério a ser desvendado,
Uma busca incessante pela completude,
Em cada pedaço que sou fragmentado.
Metade de mim é um todo,
Um ser em constante transformação,
Um reflexo do universo que me habita,
Em cada verso, em cada emoção.
Dentro de mim, em desespero, vagueio sem rumo,
Palavras embaçadas, que me fazem tão mau quando o fumo.
Uma farsa, uma sombra, quem sou eu afinal?
Qualia, navegando pelas profundezas, em busca da verdade vital.
Às vezes, me perco nas dobras do meu ser,
Emaranhados de emoções, difíceis de entender.
Uma jornada incerta, por caminhos sem sinal,
Na busca incessante, na escuridão, pelo ideal.
O que é ser uma farsa? Esse eco que me assombra?
Um grito silencioso, uma angústia que me ronda.
Um caminho sem volta, que se chama “eu”
Pensamento que agora questiono se é meu.
Escrever é necessário para expressar o meu viver.
Mas, se a escrita não é minha, Como vão entender?
Déjà vu, é inspiração, ou plágio?
Como fazê-los entender que minha mente é frágil?
Pela busca incessante por aprovação
Talvez seja difícil manter apenas na observação.
Como posso fazer para repudiar essa ação?
Podem ficar tranquilos, mutilação, pra mim, não é uma opção.
A angústia dentro de mim é crescente
Ela escapa, e de repente, estou doente
Seja no presente, ou só mentalmente
Provavelmente, é só coisa de adolescente.
Équase uma sensação física, como se eu fosse regurgita-la
A agonia perfura minha utopia com uma bala.
E na turbulência e no desespero que um bom piloto mostra seu potencial, voo monótono nunca irá tirar o seu melhor, então tenha calma enquanto todos se desespera e foco no seu objetivo que os aplausos só vem depois do pouso
Eu não tenho uma madrugada profunda. A muito não me embriago. Prefiro dormir ao som do desespero ao me anestesiar com vãos momentos. Mas hj me dei a liberdade dos loucos. De no álcool fingir loucura e esquecer os reais desafios de se viver uma vida tão dura e tão fugaz
