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Desesperança

Cerca de 222 frases e pensamentos: Desesperança

Subitamente somos acometidos pela desesperança, mas o que me faz permanecer e insistir na felicidade é que do mesmo modo súbito que sou tomada pela tristeza, sou tomada, também, por esse sentimento revigorante denominado fé na vida. É ele que nos faz conhecer o conceito de felicidade. É ele que nos faz acreditar que vivemos o que foi possível viver, da melhor maneira que poderia ser, independente dos sonhos concretizados ou não. Vejo sonhos como meta. Vejo sonhos, como aquilo que nos impulsiona junto à realidade, mas nem sempre, eles são conhecidos como realização. Às vezes os sonhos são apenas uma das formas de manter a chama da coragem acesa.

Se pra todo amor há desconfiança
Razão da desesperança
Do que foi uma aliança
Amei como criança
Não percebi tua mudança
Por fazer tanta cobrança
O amor se cansa
E perde a esperança
Talvez queira vingança
Por perder a segurança
Meu coração se lança
Amargando tantas lembranças
E pra sempre descansa

O medo, a desesperança, o fracasso e a descrença deveriam ser aniquilados do ambiente humano, pois sob nenhum aspecto faria falta ao ser humano.

Luta e desesperança a vida tem tido muito isso,
nos falta tempo pra acreditar nos falta tempo pra sonhara vida tem cido jogada pro muito que as pessoas acreditam ser certo,
eu pergunto serto não seria amar não seria sonhar
serto não termos que lutar por lutas e rtempos injustos,
eu fico desacreditado com oque vejo faara de um lado fome e mizeria do outro eai como que fica .''eles jogão bola em quanto o mundo esta com fome''...

Unemployment...

Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fraquejou-se o valente. Derrotado nas viris convicções, foi-se o jovem moribundo, levado pelas lágrimas de tão breve e dorido momento.
O verde da bandeira acena do alto do céu azul da terra amada, olha-se entre lágrimas o passado desvairado de possibilidades falidas. Onde estará sua alegria ante o pavor dos matagais, pois ao perpassar da ventania quebram-se os rijos vegetais. O agasalhar da bandeira aqueceu-me por pouco, mas os falíveis pensamentos mortais levaram-me a idiotia.
A camisa suada de sangue, os olhos delatados pela noite, a busca incessante e frustrante, rendia-se a dor do descanso, a labuta reiniciava-se em poucos instantes. Parece renascer o sofrimento, pois o solo me daria o sustento. Dele reviraria a vida, e as gotículas de esperança nasceria. Mas valei-me Deus de labutas constantes, da triste história do trabalhador brasileiro, desmerecido entre as estrelas da bandeira, no estrelado azul cintilante anil. Se vê entre tão tristes lembranças a esperança de que um mero dia que seja, nasceria em breve e refrescante manhã, o som do sorriso ao realizar o tão belo desígnio de ter alcançado o almejado.
Quem sabe nessa mera lembrança, a pobre lápide, o desejo intenso da mudança e descubra na breve sensação de conquista, a fé desguarnecida, ferida e lançada à plebe de falidos e vencidos desejos frustrados. Venceria neste breve soneto, nos lábios de anjos tão puros, a vida, por mais simples que seja no apego ao futuro.
Logo, bem logo diria, o som da chuva anuncia que a sede vencida seria. Nas necessidades atribuladas na intensa invernada, cabal palavras de desapego no aconchego de uma vida tão jovem desfavorecida.
Tão breve seria o momento do tempo, em que a poeira levada a ação, encontrasse no chão o destino infeliz. Teria a força da conquista nas mãos e diria a quem me diz que venci e o desemprego ao desapego de tão somente e frágil solidão, acalantaria a vitória as mãos.
Quando Deus diz sim, o que diremos nós?
... E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Sejamos felizes com o Propósito de Deus em nossas vidas.

O comodismo é a seiva da desesperança

⁠Sintomas de ataque espiritual: Insônia ou pesadelos, desesperança e negatividade,palavras impróprias,complexo de inferioridade e comparações, dúvidas frequentes, impaciência e falta de concentração. São armas usadas pelo inimigo para nos impedir de escutar a voz de Deus, e nos desviar do seu caminho! Orai constantemente e vigiai para não cair em tentação ...

⁠Nem sempre as portas se fecham sozinhas. Há vezes em que o nosso despreparo, a nossa desesperança, a nossa descrença, as cerram...

Ora, ora... Quem me dera ter desesperança, pois não me decepcionaria facilmente com o medíocre. Teria um toque pormenor de frieza, mas esta é a maneira de como gostaria de vivenciar as coisas e os momentos. Por isto tenho muita pena de ter tamanhas esperanças e esperar coisas que muitas vezes não podem acontecer. Porém todos vimos que o efeito de não criar expectativas é uma arma contra as decepções, assim, mais tarde, talvez aprendam esta lição de maneira que não se decepcionem tão facilmente. Então quem sabe eu, outro dia não me decepcione com este texto, que foi por ti mal interpretado, então possa me fazer o menor sentido de decepção.

A desesperança transformou-se em fiel amiga e companheira da plebe.

O Erro de hoje não pode ser desesperança do amanhã.

✍🏻A desesperança mora nos olhares de quem vive nas ruas, sem teto.
🕉️😔

Não tema a desesperança: é nela que a esperança ensaia seus primeiros passos.

“Senhor, livra me do medo, da incerteza, da desesperança, indecisão e fraqueza, eu me apego em tua graça, teu poder, ó pai, me faça forte, se eu merecer,me cubra com o sagrado e divino manto, elimina minhas dores, culpas e prantos, proteja os meus dessa mesma dor, prostrado de joelho, eu te peço senhor”


Niasa

"Um pedacinho de cada desesperança, eu transformei em arte."

O Clamor Da Desesperança


Há um clamor no fator desesperança
que não se ouve com os ouvidos,
mas com a pele inteira,
como se a noite inteira se encostasse na gente
e sussurrasse, sem pressa, a mesma frase antiga:
“Não há mais depois.”


É um som que não ecoa,
porque não há parede que o devolva.
É um grito que não rasga o ar,
porque o ar já se cansou de ser rasgado.
É o silêncio que se faz tão denso
que começa a pesar nos ossos
e a gente carrega o próprio vazio
como quem carrega um filho morto nos braços.


A desesperança não grita.
Ela instala-se.
Ela toma o lugar do sangue,
circula devagar,
vai pintando de cinza os sonhos que ainda ousam nascer.
Ela não nega o amanhã;
ela simplesmente o torna irrelevante.
É o único deus que cumpre todas as promessas:
promete nada
e entrega exatamente nada.


E, no entanto,
dentro desse clamor sem voz
há uma pulsação quase imperceptível,
um tremor que não se rende.
É a parte de nós que ainda lembra
que o abismo também olha para trás
e que, às vezes,
o abismo pisca primeiro.


Porque a desesperança é absoluta
só enquanto não for olhada nos olhos.
No instante em que a encaramos,
sem desviar,
sem pedir licença,
ela perde o monopólio da verdade.
Começa a rachar
como parede velha que já não aguenta
o peso de tantas ausências.


Há um clamor no fator desesperança,
sim.
Mas há também,
no meio do peito que se calou,
uma brasa teimosa
que não pede permissão para continuar queimando.
Ela não ilumina o caminho inteiro.
Ilumina apenas o próximo passo.
E isso,
contra todo o escuro que se acha eterno,
já é rebelião suficiente.


Porque o desespero é grande,
mas o ser humano
é especialista em fazer nascer jardins
exatamente onde juraram
que nada mais cresceria.


E é aí,
na fenda mínima entre o “nunca mais” e o “quem sabe”,
que a vida,
essa contrabandista insolente,
sempre volta a passar.

Promessas quebradas
Coração partido
Essa dor que esmaga
Desesperança que corta


Não vejo futuro
Não vejo saída
Em meio a dor
De sonhos falidos


O peito aperta
Estou sozinha
Não há mão pra segurar
Não há em quem confiar


Em guerras desmedidas
Perdi o que chamei de lar
E essas dores só aumentam
A necessidade de me isolar


Lutei, mas foi em vão
Sempre foi tudo em vão
Talvez não possa mais me levantar
Muito disso eu mesma busquei
E me vejo sem saída outra vez
No abismo que não posso suportar.
- Marcela Lobato

O legado da desesperança


Não ao casamento
Não aos filhos
Não aos animais
Não há marido


Somente caos
Caos dentro, caos fora
Cacos
Dentro de mim há cacos de vidro


Despedaço quase sempre
A minha vida é uma tormenta
E em tudo há água
Ou a falta dela


Lágrimas correm dos meus olhos
Continuo engolindo dores nunca curadas
As tentativas de silenciamento e desistências são tantas
Que não sei até quando irei suportar.


A solidão

A espera que acena desesperança.
O silêncio que avisa falta de gosto ou desgosto caminhando.
A hora que chega sem muito mudar.
É o sinal que doe em minha alma.

Inserida por BALSAMELO

Eu uso flores quando em mim brota a desesperança; assim, sinto o perfume da vida acalentando meus sonhos.

Inserida por sueligarcia