Desejo Morte
por fim, de que nos adianta uma existência duradoura se ela é muito sofrida, pobre em sucesso e tão cheia de dores...
... só dá vontade de abrir os braços para o abraço fatal e final.
O fim da morte em vida está em viver a vida que não vivemos, pois nunca estamos satisfeitos com o que temos e nem como o que somos.
Existe dois tipos de morte; a menta-espiritual e a física,sendo a primeira é sofrida pelo indivíduo já a segunda é sentida pelos outros.
Eu tenho certeza de que o que nos enche de vida hoje é justamente a
morte. É o medo do fim, do desconhecido. É isso que nos dá a certeza
de que temos que viver.
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
A ESTRANHEZA
DA MORTE
A morte sempre
Nos parece distante,
Ainda que nos ceife agora,
Ou dentro de alguns instantes.
A morte é o maior paradigma desta humanidade, quando o ser humano entender a sua inexistência, tudo será diferente e inovador...
O homem que diz que vai a morte por uma causa, só se prova a verdade, quando realmente está face a face com a morte.
Não há ninguém forte, na ciência tanto do amor quanto da morte, entretanto pelo amor suplantamos a morte.
Se os fantasmas das pessoas podem assombrar uma casa, por quê os fantasmas das criaturas rotineiramente não retornam a onde moravam?
Acredito que a aparição dos fantasmas revelam mais de nós mesmos do que deles em sí, isso em todos os sentidos.
Odor de velas
Em ambiente perfumado
Ao sabor das mazelas
Jazia um defunto velado
Abandonado à própria sorte
Condenado ao esquecimento
Esquecera-se de sua morte
E do seu tamanho sofrimento
Que lhe fora curta a vida
Não pode mais trabalhar
Desse mundo fez sua despedida
Não mais irá voltar
Assim caminha nobre humanidade
Na sua cruel zombaria
Vivendo na insanidade
Jogando suas memórias na estrebaria!
A jornada da perda é uma oportunidade para explorar a dualidade da existência humana, lembrando-nos de que somos seres complexos, em constante luta entre o desejo de viver e a tendência à autodestruição.
Lilian M Dutra Pugliese
MORTE É MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Não importa o tipo da morte.
Morte é morte.
A morte não é a perda maior.
O que realmente perdemos na morte
é o que morre lá dentro de cada um,
enquanto vivemos.
