Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Não sou competitiva
Não quero ser melhor do que ninguém
Só quero me superar a cada dia
Tenho essa expectativa
Não quero ser perfeita
Seria impossível, porém;
Não quero ser injusta com ninguém.
Pois quando eu morrer, eu morrerei com sorriso, pois agora sou livre de todo o mal que esse mundo vive.
"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro."
Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões.
Carreguei-à de metáforas fortes:
"Silêncio entre o trovão e a flor" sugere o equilíbrio entre força e delicadeza — entre caos e beleza.
"Memória da estrela" evoca a origem cósmica da Terra, feita do pó de estrelas.
"Útero do futuro" simboliza a Terra como o ventre da vida, onde tudo nasce e renasce.
Assim, não vou esquecer o que pensei quando à ela dei a luz.
Tudo o que sou devo à minha mãe. Todos meus sucessos nesta vida provieram de seus ensinamentos religiosos, morais, intelectuais e físicos. Obrigado minha mãe! Que Deus continue a abençoa-la, estando sempre a seu lado.
Sou concursado, com muita honra, e, se Deus quiser, procurando agir sempre com honestidade, pretendo continuar trabalhando até o final da minha vida.
"Sou muito privilegiado por me receber em seu colo e a dor que estarei provocando em meu nascimento, certamente será uma dor de felicidade sua por me receber e minha por ser seu filho"
Essa massa de ilusão não sou eu... Aqui estou é aqui permacesso é verdadeiro quando existímos é amplo quando sonhamos.
Não sou o que escrevo!
Lanço aos átomos as fórmulas.
Da alegria desintegrando desarmonias
Prolixos versos "mímicos"
Não me direcione, não sou máquina e, não me invente os dados, tô aqui liberando alguns poucos fardos, permita-me não é permuta.
Feliz sou eu que bebo de suas palavras e me satisfaço pela graça, que teu amor se multiplique, em milhões de linhagens, mesmo depois de nosso escrito encontro.
Não sou de lá, vim ajudar a contínuidade de nossas verdades em união, além das bondades, nos livrando, e, sanando as intrusas confusões.
Só escrevo pois, não tenho escolhas e, essa não é minha razão de viver, nem reclamação, sou simplesmente pra ser.
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