Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Elogie sempre que puder. O ser humano precisa de um estímulo para crescer. Mostre o sabor da bondade para os outros
O Escorpião
Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou.
Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo.
O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observar aproximou do mestre e disse:
— Desculpe-me, mas é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
Não mude a tua natureza se alguém te faz algum mal. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com tua consciência do que com a sua reputação. Porque a tua consciência é o que tu és, e a tua reputação é o que os outros pensam de ti. E o que os outros pensam, não é o nosso problema... é problema deles.
...A vida é como um simples sorriso ...quanto mais sincero e espontâneo, mais intensa fica.
(VDM 24/09/2007)
Quanto tempo demora-se pra esquecer um amor?
Acho que esse tempo e modo não existem. Em vão muitos tentam.
Ninguem esqueçe o que sente...
Não sabem que amores não se esquecem.
Se guardam.
Um dia quando era mais novo, ia passando pela rua e me deparei com um mendigo, jogado na calçada, sem comida, sem casa e sem familia. Fiquei pensando no que levaria uma pessoa a chegar em uma situação daquelas, confesso que fiquei intrigado. Então parei e ajudei-o a levantar, ele me agradeceu e comecei a perguntar sobre o que havia acontecido com ele, o que o levara àquela situação tão deprimente e humilhante. Não é uma pergunta que se faça a um estranho, mas não contive a minha curiosidade e resolvi ir logo perguntando.
Ele me respondeu que possuía uma esposa, cujos cabelos eram negros como a noite e o semblante carismático que tinha o poder de seduzir qualquer um que olhasse alguns segundos apenas para ela. E foi exatamente isso que havia acontecido, eles apaixonaram-se como em uma cena de filme, algo tão misterioso e mágico ao mesmo tempo. O velho mendigo ia balbuciando aquelas palavras e por dentro eu de certa forma ironizava aquilo que ele dizia, amor a primeira vista? Isso não existia, era apenas uma coisa que inventaram para entreter o público solitário que procurava nos filmes uma compensação para a sua vida com falta de afeto e por a ânsia de encontrar alguém perfeito, coisa que todos nós sabemos que não existe.
E aquele homem ia continuando a sua história e quanto mais ele falava menos eu acreditava, achei que seria talvez uma desculpa de um homem embriagado que não tinha coragem de assumir que estava naquela situação por causa do seu vício. Ele dizia que ele e sua amada se conheceram e logo engataram um namoro, era tudo perfeito, o jeito que ela olhava para ele o fazia ‘derreter’, o modo como ela o abraçava o fazia estremecer e as palavras doces que ela soltava por entre os lábios soavam como melodia aos seus ouvidos. Mas essa bela e história se tornara um pesadelo alguns meses mais tarde. Quando foi diagnosticada uma doença rara em Helena, esse era o nome da mulher com que ele se referia com tanto amor. Ele fez de tudo, foi aos melhores médicos, procurou ajuda espiritual e experimentou as melhores tecnologias, sim ele havia sido um jovem empresário bem sucedido. Mas o que realmente o levara àquela situação?
E foi continuando o velho a sua história, dizia que os médicos deram a sua namorada apenas mais 1 ano de vida. “ E foi o melhor ano da minha vida” – disse o velho.
Pedi ela em casamento, embora toda minha família fosse contra. Como poderia alguém casar-se com uma pessoa que morreria dali um ano? Que futuro poderia construir com alguém assim? Ninguém entendia como um romance tão recente havia mudado tanto aquele homem, duro e por certas vezes até ‘sem coração’ como alguns diziam. Mas ele casou-se com Helena mesmo assim. Na lua de mel foram à praia, pois ela nunca havia visitado e dizia ser um sonho que queria realizar antes de sua morte. Cada vez que ela falava de seu fim próximo o coração do velho se partia em milhares de pedaços e ele só não se punha a chorar para não desanimar a sua amada esposa.
Durante esse ano ele gastou todo o seu tempo e dinheiro realizando as vontades e fazendo mimos para a mulher que tomara conta do seu coração e que lhe trouxera a maior alegria da vida, uma alegria inimaginável segundo ele. E após terminar esta parte da história ele me perguntou se eu já havia amado alguém com tanta força que só de pensar em perder essa pessoa meu coração doía, que parecia que sua garganta iria fechar e seu coração parar de bater. Eu com toda minha arrogância respondi prontamente que não e que não acreditava nisso. O velho sorriu e me disse seu nome, Augusto era o nome dele. E após isso continuou sua história, disse que alguns dias antes do aniversário de um ano de casamento ele já temia o fim do seu paraíso e rezava todas as noite para que os médicos estivessem errados. E em uma noite tranqüila em que dormia abraçado com sua esposa, ele sentiu uma má sensação, uma sensação de que sua mulher estava para deixá-lo. Prontamente ele pulou da cama e a chamou para um passeio pelo parque a noite, ela não entendeu nada do que estava acontecendo, mas aceitou. E passearam pelo parque por alguns minutos, a noite estava linda e por fim sentaram-se a beira do lago admirando as estrelas, ela deitou-se em seu colo e ficaram a conversar por alguns momentos, quando ela como suas ultimas palavras produziu aquela doce melodia novamente com um EU TE AMO tão apaixonado e tão sincero que estremecera a alma de Augusto. Depois disso ela calou-se e ele sabia que ela havia o deixado. mas continuou ali a admirar as estrelas por mais alguns instantes, era uma despedida silenciosa mas nem sempre é com palavras que expressamos o que sentimos – disse o velho.
E após esse dia o velho perdera a razão de viver, não tinha mais vontade de trabalhar, pois com que gastaria seu dinheiro agora? E aquele velho com a face triste e sofrida, agora sim podia ser chamado de ‘sem coração’ pois com a morte de sua amada o seu coração havia se fragmentado em pedaços tão pequenos que nada mais lhe interessava a não ser esperar o dia de sua morte para reencontrar Helena.
Após ouvir aquela história eu não sabia o que dizer, e o velho com um sorriso que saia com dificuldade de sua boca me disse :
“ Eu tive a melhor mulher de todas que me fez o homem mais feliz, mesmo que por pouco tempo por força do destino, a única coisa que me arrependo foi por não tê-la conhecido antes. Se você encontrar a mulher da sua vida, assim como eu encontrei, não perca tempo com brigas e discussões por pouca coisa, pois o tempo que vocês têm para serem felizes pode ser curto” – saiu andando para dentro de um beco onde já não conseguia o ver mais.
Eu sai e caminhei para casa pensando na vida daquele homem, pensando se realmente seria possível um amor assim e o que seria essa verdadeira felicidade que ele dizia ter encontrado.
Alguns anos se passaram e hoje eu me recordo das palavras daquele homem, uma a uma, pois conheci você e senti exatamente a mesma coisa que ele havia dito ter sentido quando encontrou Helena. Agora eu sei o que realmente é felicidade e espero que passemos o resto de nossas vidas juntos, independente do quanto elas durarem, pois com você eu aprendi a ser feliz, por você eu mudei, você me deu um coração. TE AMO MAIS QUE TUDO NA MINHA VIDA e PRA SEMPRE.
Então é assim que quase um garoto se torna um rei. Ele não é apenas implacável e sem remorsos, mas simplesmente brilhante. Se não para a raiva em mim, eu ficaria impressionado. Sua estratégia causará problemas para a Guarda, é claro. Pessoalmente, estou mais preocupado com os novos-sangue ainda lá fora. Fomos recrutados para Mare e sua rebelião com pouca escolha na matéria. Agora há ainda menos. A Guarda ou o Rei. Ambos nos vêm como armas. Ambos nos matarão. Mas somente um nos manterá em cadeias.
(A Prisão do Rei)
O que me vale é que tenho uma alma muito bem-disposta, todos temos, ela sempre dá um jeito de me fazer encarar as lições. Apronta mestres. Improvisa material didático. Reinventa métodos. Brinca com a minha ilusória fuga. Aguarda-me nas salas de aula porque sabe que, no fim das contas, eu apareço. Aguarda-me porque sabe que tantas vezes preguiçosa por ter tanto pra aprender, tanto pra curar, tanto pra transformar, no fundo, continuo interessadíssima em crescer.
Quem foi que disse que amar não vale a pena?! Não tenha medo de amar...O amor é um sentimento complexo e inexplicável! Só quem já amou é que sabe o bem que ele faz pro corpo, alma e coração!
O que mais se preocupava.
O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)
Praticar o bem sempre
Já faz um tempo que venho refletindo sobre o verdadeiro significado da vida. E cada dia que passa chego a conclusão que nós temos TUDO que precisamos. Cada um tem realmente o que merece ter. Muitas vezes reclamamos, mas esquecemos de olhar para trás e ver tudo que a vida tem nos proporcionado. Já agradecemos hoje pelo aconchego do nosso lar? Pela comida que nos alimenta? Pela cama que dormimos? Temos tudo que necessitamos, mas muitas vezes não valorizamos nada disso e ainda reclamamos por não ser do jeito que gostaríamos.
Reclamamos por não ter a casa que desejamos, o carro, o emprego, o relógio, o celular. E se for parar para pensar não acaba nunca porque cada hora desejamos uma coisa diferente. Trabalhamos cada vez mais para conquistar o que achamos que é importante para nós. E as vezes , mesmo conquistando os nossos objetivos nos sentimos vazios. Sentimos um buraco no coração como se nada fizesse sentido. E ai vem a pergunta clássica que sempre escuto em meu consultório. Como posso ter tudo que sempre idealizei e não ser feliz? Simplesmente por que a vida é muito mais do que isso. A vida é simples, nos que complicamos. Não precisamos de nada disso para ser feliz. Já temos o essencial e isso basta.
O problema é que a maioria das pessoas estão pressa no que o mundo material oferece. E esquecem que não vamos levar nada daqui. Sem perceber, se tornam escravos do que a sociedade dita, achando que dessa forma vão ser aceitos, respeitados e felizes.
Jesus dizia, ajuda-te que eu te ajudarei. E dessa forma conclui que os momentos mais felizes da minha vida foram quando senti meu coração vibrar por ter feito a diferença na vida de alguém. Penso que não existe felicidade maior do que essa. Não há coração que se sinta vazio dessa forma. E cada dia que passo acredito que esse é o verdadeiro significado da vida.
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Eu choro lágrimas invisíveis, para não mostrar aos outros o meu sofrer e como um palhaço sigo minha lida, sorrindo por fora e chorando por dentro.
Homer para Bart:
Agora é a melhor hora de afeto, sentar um do lado do outro, ficar em silêncio e olhar fixamente para a televisão.
Eu Prometi a Mim Mesmo Que Iria Te Esquecer. O Foda é Que Cada Menina Nova Que Eu Conheço, Tem Um Pouco de Você.
Sentado e sorrindo aos pés da cruz vazia
Um dia vou tirar os cravos, que prendem suas mãos e seus pés. Do medo vou deixar de ser escravo. Vou fazer o que me der na telha, e com o coração em ceentelha, vou tirá-lo daí com muita fé, vou lhe fazer um bom curativo, colocando panos e remédios, tirando as dores que a 2000 anos moram...
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