Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Vontade de ter um pensamento bem profundo, desses que fazem a gente se surpreender que tenham saído da nossa cabeça mesmo, naquela modéstia que só se tem quando se está distraído, desses pensamentos que nas revistas em quadrinhos aparecem em forma de lâmpada sobre a cabeça do cara.
Esse é só um dos sintomas, ficar muito tempo deitado. Tem outros, físicos. Uma fraqueza por dentro, assim feito dor nos ossos, principalmente nas pernas, na altura dos joelhos. Outro sintoma é uma coisa que chamo de pálpebras ardentes: fecho os olhos e é como se houvesse duas brasas no lugar das pálpebras. Há também essa dor que sobe do olho esquerdo pela fronte, pega um pedaço da testa, em cima da sobrancelha, depois se estende pela cabeça toda e vai se desfazendo aos poucos enquanto caminha em direção ao pescoço. E um nojo constante na boca do estômago, isso eu também tenho. Não tomo nada: nenhum remédio. Não adianta, sei que essa doença não é do corpo.
A morte tem dessas coisas: desperta o sentimental que há em nós. Diante de um túmulo vemos apenas o bom, ou o que queremos ver.
Custei a compreender que fantasia
É um troço que o cara tira no Carnaval
E usa nos outros dias por toda a vida
Seus gestos
Numa câmera lenta
de um simples fechar de olhos,
transmite sentimentos ao abrir
Numa câmera lenta
de um lindo sorriso no rosto,
transmite sentimentos ao sorrir
Seus gestos
lentamente me despertam sentimentos,
foi sempre assim, desde que te conheci
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
Tenho um mundo grande. Sonhos maiores ainda. Carrego nos olhos a suavidade de um sentir desajustado. Sou o que sou. O que fui não interessa. O que resta é essa normalidade exagerada que não se limita. Finjo ser normal. E não convenço. Brinco de ser menina, arco-íris, luz e purpurina.
Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro
E fizesse parar de chover nos primeiros erros.
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol.
(Primeiros Erros)
Tire proveito....
Quando você deparar com uma pessoa cuja a mentalidade seja menor que a de um grão de areia, cuja a personalidade seja totalmente nula a ponto de virar fantoche nas mãos dos outros tire proveito.
Existem pessoas que por terem ouvido falar (e quem falou é para elas "amiga") são capazes de nos julgar, conforme o julgamento alheio.
Elas nem sequer nos conhecem, para ao menos poderem tomar partido, se é que isso é preciso.
Pessoas de mente pequena que nos julgam "inimigas", porque o fulano assim nos vê. E já que são amigas de fulano, também se tornam nossas "inimigas".
Tire proveito, ignorando totalmente essas pessoas.
Para início de conversa, são "maria vai com as outras", andam conforme o vento sopra, portanto não nos acrescentarão nada de importante.
Deixe que elas mesmas colham o que plantam.
Quando elas tentarem fingir que você é invisível, deixe pra lá, o que importa para você ser vista por pessoas desse "naipe"?
Tenho certeza que nada.
Para quer dar importância a quem não é sequer capaz de pensar por si próprio?
Ria da situação, viva sua vida naturalmente e independente do ambiente que tiver, não deixe de fazer nada o que faria se esse "joão ninguém" não estivesse lá. Porque na verdade eles não estão mesmo......
Essas criaturas são tão infantis que se julgam importantes demais, achando que ao tomarem "partido" da inveja dos outros, conseguiram "se vingar" do objeto de cobiça, mera ilusão.
Não sei dizer se são pessoas de mente pequena ou se seriam pessoas de mente aberta.
É mente aberta, mas tão aberta, que algum momento deixaram cair o cérebro e até hoje não se deram conta.
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