Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor

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⁠ZÉ MATUTO

Foi fazer um discurso
Alertando o eleitor
Não venda o seu voto
Saiba se dar valor
Dinheiro não compra
Dignidade e amor.

Saiba bem escolher
Vote consciente
Agora é sua vez
Seja inteligente
Querendo o melhor
Com fé siga em frente.

Não vote em qualquer um
Por não ter opção
Você tem o poder
No dia da eleição
Não seja comparsa
Da injustiça e corrupção.

A culpa é toda sua
Se não souber escolher
Vote com sabedoria
É hora de eleger
Quem vai trabalhar
E ver a cidade crescer.

Vote nas mulheres
Para poder melhorar
Chega de machismo
Quando for votar
Mulheres na câmara
É a hora de mudar.

Zé Matuto acrescentou,
Não jogue o voto fora
Não venda, denuncie
Agora chegou a hora
Avaliar os trabalhos
Não realizou, vai embora.

Nordestino sem medo
Amo minha cidade
O voto de cabresto
Não tem dignidade
Vamos votar sim
Quem tiver honestidade.

Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

Quando você pegar seu título de eleitor, não esqueça de olhar de onde você veio, qual a é sua origem. E tudo o que você esqueceu sobre isso.

Inserida por adson_guedes

não fica com essa estou melhor que a outra pessoa seja feliz do seu jeito

Inserida por veronica_moura

⁠Sequestro da fé da própria razão
Não cruza os caminhos do seu coração
Das matas saí
Nas matas entrei
Nas matas me encontro
Com o guardião rei

Inserida por hellyeahmusiccompany

⁠"Aquele que mais se sente abandonado não clama por socorro de forma ostensiva. Em seu coração, ele deseja mentiras sinceras e gestos que, mesmo que momentâneos, o ajudem a escapar da solidão"

Inserida por Luucas_San

⁠Se não fosse Patativa
Com o seu cantar divino,
Dia oito de outubro
Seria só desatino,
Sei que'o dia é verdeiro
Mas prefiro um ano inteiro,
Pra me sentir nordestino.

(Léo Poeta - 08/10/2024)

Inserida por LeoPoeta

⁠Pare de investir seu tempo onde você não é importante.

Inserida por DanilloFrederico

⁠Um escritor não precisa ser um espelho do seu tempo.

Ersi Sotiropoulos
Maragos, Nikos. Books Decide for Me: The Millions Interviews Ersi Sotiropoulos. The Millions, 4 jan. 2019.
...Mais
Inserida por pensador

⁠O que realmente impacta o seu crescimento, não é o que fazem pra competir com você.
Mas sim o que você deixa de fazer.

Inserida por vanessaakarla

Nunca confie em ninguém, pois ⁠as pessoas são perversas e não compartilham do seu moralismo e caráter.

Inserida por Luiza_Grochvicz

⁠É melhor fazer do que alegar não saber fazer bem feito. Faça dando o seu melhor.

Inserida por JCSantanna

⁠Não culpe a falta de sorte pelo seu fracasso.

Inserida por cesarestivales

⁠Deus te deu a chance de um novo dia.
Então não desperdície e dê o seu melhor.
A vida sao para muitos, mas a chance, é para poucos!
Levante-se erga essa cabeça e seja melhor que tudo e todos! Confie em você, porque... Porque o criador, ele confia!

Inserida por Rafaelmansovieira202

⁠Escolha o que há de melhor para você. Não se contente com pouco. Afinal, você é responsável por seu destino.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠O fim do mundo é um evento que, querendo ou não, será sucesso de audiência e público, e o seu lugar já está garantido.

Inserida por fabio_oscar

É difícil respeitar o "seu direito" de não respeitar o direito dos animais.

Inserida por daniel_coelho

⁠Todo homem tem seu preço; alguns não valem um real.

Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Faça o seu melhor dia após dia...
Mas não se compare com ninguém.

Tenha coragem de mudar, de recomeçar, mas nunca perca sua essência.

Inserida por joao8889

⁠Não seja induzido ao voto, não existe o eleito antecipado, escolha seu candidato e espere a contagem das urnas. Você não é piolho e nem sofre das faculdades mentais.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠O ANALFABETO POÉTICO
.
.
Em meio à fauna amorfa dos que não sentem,
ali está ele – com seu ódio tão peculiar.
A Fome dos outros não o comove;
a Injustiça não lhe diz respeito...
A Guerra? Não lhe tira sono.
Mas a Poesia, isto sim...
Como o incomoda!
.
O Analfabeto Poético
diz que só quer viver a vida,
mas não percebe que a vida viva
depende crucialmente da poesia.
.
Vaidoso, ele estufa o seu peito esnobe,
orgulhoso de sua pretensiosa racionalidade;
sem impedir que se inflame a barriga infame,
deixa à vista o seu vasto vazio de sentimentos.
.
Lá vai ele, vestindo o rosto com seu riso bobo,
suspenso por um fio fino, e tão previsível.
Sempre pela mesma estrada!
.
Zomba dos que sentem,
despreza os que fazem versos,
e nunca amou as mulheres
(no máximo,
intrometeu-se entre elas).
.
O Analfabeto Poético
admite a Política, mas não a Poética;
Não sabe que a verdadeira Política
nutre-se intimamente da Poesia.
.
Ele pretende mudar o mundo
com pequenas operações cirúrgicas,
a golpe das mais descuidadas marteladas,
ou com a triste frieza das canetas tecnocráticas;
mas não tem a sensibilidade poética para perceber
o que precisa ser mudado.
.
O Analfabeto Poético, bem armado e mal amado,
reconhece a Ciência, mas não a Poesia.
Não compreende que não há ciência
sem que esta tenha em si poesia.
(Em sua matemática rústica,
ele confunde ciência
com tecnologia).
.
Sabe talvez ganhar dinheiro, o Analfabeto Poético.
E o reverte para ganhar ainda + mais dinheiro +.
O que tem tudo isso a ver com a Poesia?
Ele pergunta, sem desejar resposta...
.
Pede o prato mais caro, sem capacidade de saborear.
Compra um sistema de som de alta fidelidade
sem ter nenhum gosto para a Música.
.
Ouviu falar das mulheres belas
e por isso deseja comprá-las
para exibi-las a outros como ele.
Quando sucede aparentemente tê-las,
não consegue extrair delas um simples sorriso
realmente verdadeiro.
.
Ele não percebe que, para que a luz do sol adentre
a inexistente janela da sala de pregões da Bolsa de Valores,
é preciso ter capacidade poética para perceber a luz, para além da luz.
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O Analfabeto Poético declara-se um homem prático...
Por sua vontade, seriam abolidos os livros
que não fossem tratados ou manuais.
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Por ele não haveria música,
não fluiria o pranto,
não transbordaria o riso...
que não fosse mero deboche.
.
Munido de algumas frases,
para dizer nas horas mais erradas,
lá se vai ele para a sua ruidosa festa.
Nela, o Analfabeto Poético dissolve-se
em meio a todas as banalidades.
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(1990. Dedicado à genial obra poética, dramatúrgica ensaística e política de Bertolt Brecht).
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[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Cronos, vol22, nº1, 2021]

Inserida por joseassun