Desapego
A expansão da consciência é um movimento de desapego da identidade, que ao sair da mente operante e limitada, capaz apenas de dar novos pontos a partir dos pontos já dados, se vê complementente livre, num espaço onde a natureza onipresente, não é aquilo que foi construído, mas a capacidade de criar a partir do vazio.
Entenda que boa parte ou parte inteira deste pouco caso e desapego impresso, é só atuação proposital, na intenção de lhe afetar. E se te quero tanto assim e não demonstro, é porque mais de você pode ser feito para que me conquiste. E não mostrar a entrega, quando já é seu meu coração, causando o medo de não mais o ter.
Onde sumir é a ideia. Realçar o abandono, provocando o gosto de fim. Pondo na tua mente uma incógnita, do motivo dos desprezos. Perdoe essa indelicadeza, é tudo fruto daquilo que um dia foi dor.
Perdoe essas muralhas e fortalezas, minhas barreiras e incertezas, que me impedem de sorrir.
Que me faz confundir o inofensivo, com algo nocivo, que possa me ferir.
Eu te quero bem. Só perdoe minhas cicatrizes, minhas tentativas infelizes, de um passado a interferir.
Use o desapego para corações barulhentos. O universo está cheio de novas oportunidades para um coração sereno!
Que bom que todos nós sem exceção compreendêssemos o desapego.
Daríamos um passo mega-blast,
e não feriríamos quem quer que nos achegássemos sendo Amigo ou sendo enamorado.
Seríamos felizes de fato pois o apego gera posse e gera dor.
Viemos uns, na vida dos outros,
pra somarmos e evoluirmos.
Pensa nisto, quando vier a tua mente a “doença da posse”.
Sentir a sensação órfão é
avassaladora.
Um tipo desapego, mas com pertencimento.
A carência ancestral no íntimo é desnorteadora.
Ausência no existir, fuga sem consentimento.
É a escassez no âmago da alma.
O desapego é um dos ensinamentos do Buda. Segundo ele o apego estar atrelado ao sofrimento e a dor. Muita doença psicológica encontra suas raízes no apego demasiado, as coisas materiais.
Firmei um compromisso com minha liberdade, com o amor próprio e com o desapego de qualquer coisa que me faça infeliz.
Bom quando temos a percepção que algo está no fim. Só assim faremos o desapego para um belo recomeço!
A humildade que Cristo nos ensina pode ser resumida como: o desapego de tudo aquilo que o mundo pode oferecer e o apego a Deus crendo que Ele é o suficiente.
(...) O ápice da felicidade está condicionando ao desapego... seja de coisas, objetos ou pessoas... Enquanto você se sentir refém será eternamente infeliz...
Desapego
se a fenda em meu peito é falha,
profunda como uma cisterna,
que a anos armazena minhas lágrimas,
é melhor que hoje eu esvazie ela.
que meus prantos encontre outras águas,
que anime e cuide bem dela.
pois a dor não se cura com a raiva,
e sim com amor, como o fogo em uma vela.
Essas últimas semanas venho tentando exercitar algo muito difícil.
O desapego.
Me prendo demais as coisas, acontecimentos, palavras ditas, escritas e principalmente as pessoas...
Preciso aprender a deixar as coisas “irem”...
Aprender que desapegar não é indiferença.
Entender que desapegar é uma forma de amar, mas também uma forma de auto-defesa.
Bom... a verdade é que o desapego parece fácil, mas não é...
Passeando por essa blogosfera achei um texto de uma psicologa portuguesa que consegue explicar um pouco mais sobre esse"bicho de sete cabeças" que anda tirando meu sono...
"Desapegar-me não quer dizer parar de querer ou importar-me, quer dizer não posso fazer por outra pessoa.
Desapegar-me não é cortar relações, é a realização de que não posso controlar outra pessoa.
Desapegar-me não é facilitar, mas deixar os outros aprender pelas naturais consequências.
Desapegar-me é admitir impotência, o que quer dizer o resultado ou êxito final não está nas minhas mãos.
Desapegar-me não é tentar mudar ou culpar outra pessoa, eu só posso mudar a mim próprio.
Desapegar-me não é tomar conta de outra pessoa, mas importar-me com ela.
Desapegar-me não é compor ou mudar outra pessoa, mas dar apoio e amparo.
Desapegar-me não é julgar, mas deixar outra pessoa ser humana.
Desapegar-me não é estar no meio a arranjar todos os resultados ou êxitos finais, mas deixar os outros afectar os seus próprios resultados ou êxitos finais.
Desapegar-me não é ser protectora, é deixar ou permitir outra pessoa encarar a sua realidade.
Desapegar-me não é censurar, repreender, descompor, gritar, ralhar ou disputar, mas pesquisar o meu temperamento e carácter e corrigi-lo.
Desapegar-me não é ajustar tudo ao meu desejo e gosto, mas aceitar cada dia como ele me venha e acarinhar cada momento.
Desapegar-me não é criticar e regular ninguém, mas tentar ser a melhor pessoa possível. Não é procurar a pessoa certa. É ser a pessoa certa.
Desapegar-me não é estar arrependido do passado, mas aprender dele, crescer e mudar para um futuro melhor"
