Depressão

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Pé de manjericão
O que te faz viver? Essa é uma pergunta diferente do que espera-se do titulo do texto, não irei apresentar nem um dado cientifico nem uma explicação sobre o que é um pé de manjericão , mais irei mostrar como uma planta gosta tanto de viver buscando deixar um legado na vida de cada um que vier ler esse texto, moro em uma rua de vizinhos muito unidos e na frete da casa de minha vizinha mulher do meu afilhado existe um grande pé de manjericão que será o prestigiado nesse texto, ele é um ser para se admirar cresceu em um ambiente que ninguém imaginaria que ele viesse a crescer pois é um ambiente com piso de cimento, mais graças a chuva no cantinho da parede surgiu um pequeno buraco e lá ele cresceu é um gigante maravilhosamente lindo de se ver mais por instinto humano (não sei se é o certo a se dizer), cortaram a planta deixando somente a raiz, mais a vontade de viver daquela planta é tão intenso que ela cresceu novamente a insistência e o amor pela vida que essa planta tem é tão intenso que acredito que ela não esta ali por acaso, ela traz para nossa mente um momento de reflexão mostrando para cada um o quanto que a vida é importante, que devemos viver a cada dia, que a cada dia vamos passar por momentos importantes que vais nos alegrar e momentos difíceis que vai nos entristecer de tal forma que não saberemos como levanta, mas devemos nos manter lá firme e com o passar dos tempos vamos olhar para traz e veremos o quanto essas coisas foram importantes para nosso crescimento, que devemos buscar a cada dia o sentido da vida de nos mantermos firmes chorar quando for preciso sorrir a qualquer momento existe um ditado em que diz “não tem um mal que não traga um bem” e eu concordo tudo tem um lado bom ate a morte, como assim? Quando alguém morre vemos o quanto o outro é importante, quanto um eu te amo é importante e como o ser humano é igual então abraça mais, pede perdão, desculpas essas coisas não é “se rebaixar” como dizem, busca ver o lado bom das coisas se você não fosse capaz tais coisas não aconteceria.

Inserida por alexlourencoo

Meus olhos refletem o que o coração diz!

PauloRockCesar

Setembro.


Quando se perde a natureza do ser
Os olhos não vêm mais beleza
E toda poesia se veste feita uma valsa triste

E não a ar que nos abrigue em um mundo de solidão,

A tanto tempo eu procuro E são tantas noites sem dormir

O que estávamos procurando está fora de casa .
O que tanto aguardamos não volta com suas asas.

Perseguidos pelo mundo
Escondendo o rosto e coragem
Um caminho longo
Na vida curta
Só mais uma estrada triste
Um dia cinza outra alma sem par

E medo me persegue nas noites pesadelos
Durante o dia tormento e desespero
Não sou tão forte,
quanto antes.
Quando criança sentia mês pés firmes
no chão,
hoje já não sei andar descalço.
Hoje já não sinto a terra.
Estou preso nessa selva sem ar.

E o amor hoje voa longe, gostaria de velo outra vez bater suas asas em direção mim, sei que hoje ela vive em
outro Jardim.

Eu vejo a vida passar,
E o tempo me maltrata, me tirando as folhas sinto meu tronco rachando, assim
como meu peito.
Sou uma árvore presta a estimação.

Sou o fruto jogado no chão.

Sou o passado, mais não vejo futuro
nessa escuridão.
Todo amor que um dia conheci,
hoje é somente cinza poluindo meu coração...

PauloRockCesar

Fogo

Ele enfiou a mão na minha cara de novo. O punho dele me atingia como um míssel alcançando um passarinho que cruzou seu caminho. Era pesada, seca e gélida, mas cheia de sentimento. Meu rosto jorrava sangue e ele socava a parece tentando amenizar a raiva pra não vir a fazer um estrago pior do que já havia feito em mim. Eu estava caída no chão, mas não chorava. Sentia tanta raiva quanto ele, mas ele chorava, eu não.
Peguei a bolsa em cima da cama, abri a porta e olhei pra trás, ele ainda estava com a mão dentro do buraco que havia feito na parede, olhava pro chão e cerrava os dentes, bem como o punho livre. Suas mãos estavam cheias de sangue, de ambos. Desci as escadas e não olhei mais pra trás. Peguei meu celular e te liguei. Você estava a quilômetros, mas como sempre, chegou em minutos. Eu esperei na calçada de casa e ele não desceu pra me procurar, não me ligou nem fez a mínima questão de saber pra onde eu havia ido. Enquanto te esperava eu cravava as unhas na carne das mãos, acrescentava mais algumas luas às minhas tantas outras e sangrava ininterruptamente.
Você estacionou o carro de qualquer jeito, desceu correndo e me tomou nos braços perguntando o que aconteceu. Eu não falei, não conseguia. Apenas levantei, me evadi do teu abraço e dei a volta no carro. Entrei pelo lado do passageiro e pude ver tua camisa branca, fina de algodão completamente coberta do meu sangue. Dei um sorriso de lado e olhei pra frente. Você levou as mãos à cabeça e olhou pra cima, pro apartamento, ele estava na varanda, nos vendo sair e te olhando com o ar indiferente de quem sabe de todo o desfecho que vai se repetir.
Depois de entrar no carro você deu a partida e arrancou me fazendo incontáveis perguntas das quais eu nem me lembro e eu só te disse pra dirigir. Me perguntou pra onde e minha única exigência era que fosse fora da cidade. Saímos, passamos pela placa de “até logo, volte sempre”. Eu ainda sangrava e você enfiava o pé no acelerador tentando de alguma forma dissipar a revolta e a confusão que sentia. Eu abri o vidro da janela e te disse pra não falar porra nenhuma, sentei na janela com o carro em movimento, as costas pra paisagem e olhando pra estrada infinita que se estendia à minha frente. Você pisou no freio e eu fiz um sinal negativo com a cabeça. Era madrugada, o vento frio assanhava meus cabelos e gradativamente coagulava meu sangue.
Você parou o carro no acostamento, chorando e desceu, deu a volta e me puxou pelas costas, pela cintura. Me pedia uma explicação e eu simplesmente não conseguia falar. Você sabia o que tinha acontecido, no fundo sabia, sabia o que acontecia sempre, mas apenas me abraçou, abriu a porta, me conduziu pra dentro e assumiu de novo o seu posto. Colocou um de seus clássicos italianos no carro e só dirigiu. Paramos em um desses motéis de beira de estrada sem estrutura nenhuma. Você segurou minha mão, tirou minha roupa e limpou cada um dos meus ferimentos. Os do rosto, os das mãos, e me conduziu pro chuveiro, ainda vestido no seu terno preto com a gravata vermelha. Lembro de olhar pro teu relógio dourado quando levantou a mão ao ligar o chuveiro, eram 03:00 da manhã.
A água caía no meu corpo e conforme a adrenalina me deixava, as dores começavam a aparecer e eu gritava. Você percorria cada parte do meu corpo com as mãos, numa delicadeza impecável e me conduzia para manchas roxas milenares que eu nem lembrava que existiam. Os hematomas te faziam lacrimejar e você me abraçou, nua, debaixo do chuveiro e chorou junto comigo. Sem nenhuma segunda intenção, só a compreensão mútua e silenciosa que compartilhávamos a tanto.
Te contei sobre a nova traição, sobre o apartamento destruído e os copos quebrados, sobre as roupas que rasguei e sobre todos os hematomas que também deixei nele. Sobre os buracos dos murros na parede e sobre os em mim, a minha costela quebrada e o nariz dele, quebrado. Mas você já sabia de tudo isso, sabia de toda a história, de todas as brigas. Me disse que era doentio e que eu sabia, estava certo como sempre. Me disse que ficaria tudo bem e que eu não precisava mais ter medo, que o faria pagar e que ele nunca mais encostaria um dedo em mim. Eu te beijei. Fizemos amor pela primeira vez e foi realmente a primeira vez que me senti tão conectada com alguém. Você já tinha dito me amar outras tantas vezes mas essa fora a primeira que eu te disse. Você estava tão lindo, tão radiante e iluminado, meu bem... dormimos abraçados e na manhã seguinte, quando acordou, você não me encontrou, e por mais que se negasse a acreditar, sabia exatamente onde eu estava.

Você é paz demais pro meu caos.

Thaylla Ferreira Cavalcante {Os quatro elementos}

Inserida por ThayllaCavalcante

Nem sempre os finais são felizes, nem sempre os finais são realmente os finais; não existe o certo nem errado para por um ponto final, mesmo que as vezes a vírgula resolvesse.
Falhar todos falhamos, eu falhei mais que muitos.
Sentir como é a vida sozinho e sendo acolhido por : Dor, mágoa e solidão; não é tarefá fácil.
A carência se multiplica, a raiva predomina, o desejo de morrer se torna intenso e tudo ao redor se torna alimento do mal que dentro de nós se enraizá.
Não, não é lamento !
Não, não é drama !
Não, não é falta de conhecimento ou de Deus.

O Corpo não segura quando a alma pede socorro, a vida não existe quando o corpo sucumbi ao caos e a dor.
A demônios dentro de mim e de você, São mais fortes que nós quando estamos sozinhos, pois o corpo é frágil e mente forte demais para conter.

Não há dor por um soldado cair diante da guerra, há dor por ele ter morrido diante de abandono e de estar sozinho e entregue na mão do inimigo.

Não condeno quem não entende e não quer compreender, aquilo que a depressão e a dor pode fazer com uma pessoa.
Só condeno o que fazem de condenar e questionar como pessoas fracas e vazias, pois muitos desses fracos e vazios foram heróis e incríveis em alguma coisa como muitos não serão em anos ou talvez não serão nas suas medíocres vidas.

Afinal a vida é um mero caos em meio a pessoas falsas fazendo coisas falsas com redes sociais falsas, onde para ser um da tribo precisam expor : Sorrisos vadios, vícios fúteis e falsidades atoas.
Tudo pelo fato de ganhar um like em vez de um abraço, um seguidor em vez de um amigo, um abandono em vez de uma cura.
E isso serve para que?
Preencher um ego de uma mente que um dia ira sucumbir a sua dor mais profunda, e quando esse dia chegar não terá ajuda de sua gente fútil alimentada em sua vida, pois aquilo era mais passageiro que as necessidades fisiológicas indo na descarga de um vaso.

Há se eu soubesse que:
A escrita seria minha única amiga, a lágrima meu único sinal de vida e a solidão minha melhor companhia eu juro que não queria ter vestido a camisa " Vida".

As vezes uma pessoa parece feliz, escondendo-se atraz de um sorriso bonito, risadas contagiantes, frases bonitas, etc...
Quando na verdade essa "felicidade" é só uma máscara para esconder as lágrimas, o sofrimento e a tristeza dela mesma...

Inserida por WolfBlackORWhite

Que todas as músicas se entreguem à Dança e os movimentos sejam sentidos em plenitude...

Inserida por rubi_dancer_ruby

Como posso ser forte se eu não consigo se quer enxergar uma solução?
É como se ela simplesmente não existisse.
Mas então, não faria sentido.
Há solução até mesmo pra morte, por que não haveria pra mim?
Porém, logo reflito: "Aonde posso encontrar uma maneira de me ver bem novamente?"
Daí automaticamente já surge o desespero, pois minha mente não consegue chegar até alguma solução.
Assim trazendo a impressão de que não há maneiras de seguir em frente.
Como se aonde estou é aonde eu deveria estar.
Porém, aonde eu estou não há vida.
É perturbador.
Por isso mesmo procuro evitar pensar nisso.
Porém, até mesmo quando não estou pensando no assunto, o meu corpo permanece ligado a isso.
Enfim, sempre a mesma sensação de morte e irrealidade habitando.
Tenho medo de acabar tentando "alguma coisa".
Eu não quero ter que morrer, mas também se tornou terrível viver.
O que pode ser isso tudo?

Inserida por heliton_mathias

Viver é aceitar o mundo e seus (d)efeitos.

Inserida por pkcst

Sinto que estou num poço. Mas ainda não atingi seu fundo, estou em queda. Não consigo me levantar pois ainda não terminei de cair. Não consigo me segurar em nada e parar de cair, para então poder começar a subir de novo.
Tudo que me resta, então, é esperar que eu atinja o fundo, para então me reerguer.
Porém não há garantias que aguentarem a queda. E mesmo que aguente, acredito que partes de mim se perderão...

Inserida por Daemians

Certas ajudas nem precisam ajudar, basta que fiquem quietas, sem falar, somente a olhar e escutar. Nisto reside o consolo de meu clamor, de minha dor e de meu chorar.

Inserida por nyllmergello

A dor nos acorda pela manhã com o corpo dolorido e suado
Como de que acordou de um sonho lindo e foi jogado no pesadelo de viver só...

PauloRockCesar

Vem lutar comigo.

Esses dias tenho me envenenado mais.
Venho destruindo meu corpo, para quem sabe sentir, uma dor física
diferente da dor que sinto em meu peito.
Já faz tanto tempo que estou assim, que o motivo da dor não tem mais importância.
O que me mata todos os dias é essa luta em tentar continuar.
É o não saber se portar, ou reagir.
Não consigo mais me manter sóbrio e nem cumprir com minha palavra.
E perco o interesse no que estou fazendo, eu me perco nas madrugadas que passo no meu quarto sem dormi e enchendo copos na fuga da lucidez.
Estou triste. A tanto tempo que não consigo mais fingir,
não dá mais para esconder.
E mesmo que não se importem comigo, eu vou tentando reagir,
em uma buscar diária para tentar se sentir melhor.
E é tam difícil levantar pela manhã e encarar o mundo,
as vezes eu quero que cada garrafa seja a última
que cada cigarro acelerem o meu fim...
Mais a mesma vida que me faz sofrer tanto,
me fez um homem forte com um coração trincado que continua batendo, não sei se já perdi as esperanças acho que não,
sempre fui um lutador mais está tam difícil para mim continuar a lutar sozinho...

PauloRockCesar

Nem sempre existe analgésico para o último estágio da dor humana. Somos todos cobaias do efeito placebo.

Inserida por juliana_persou

Ah como peço para ser peça
de algo que não tenha pressa
e assim me despeço
não por essa

mas por todas dessa
daquela e vez e outra que espera
sempre espera vez que nunca vem
ver o que nunca tem

sabe sou mesmo quem?
não seja constante nem arrogante
paciente destemido

foi-se embora amigo
chance que se faz perdido
amigo que se joga ao perigo

Inserida por Mattenhauer

Deixei que os pequenos prazeres me levassem, no começo levaram apenas o fatídico tempo, depois os sonhos, as esperanças e por último as emoções...

Inserida por Mattenhauer

não sei ao que o certo se arremete, pois vivo com o errado um eterno flerte. Uma dança que de perto se repete, arrepia os pelos em desejo aos mesmos erros, mas a longo prazo essa valsa vaidosa grita a plenos pulmões liberdade é o que crio com essa imagem.

A loucura da terra - Ygor Mattenhauer

Inserida por Mattenhauer

O choque da vida a dois a entristecia e amargurava
A felicidade da mesma o cegava
Não que vissem coisas diferentes ou só ele a amava
Mas a vida em si já a perturbava
Talvez os sonhos fossem diferentes, vontades que não passava
A ela só velhos planos, amigos e drogas a acalentava
Já ele um novo mundo encontrava
Com a ideia da vida a três para ambos tudo só aumentava
Ela com a tristeza da escolha errada que a vida lhe travava
Ele o coração o enganava
No fim nada a ela agradava
E a ele de seu riso o privava

68 - Ygor Mattenhauer

Inserida por Mattenhauer

Sua loucura faz bem pra minha insanidade, por essa cura que faz-te em maldade rogo-te a mais bela e pura verdade, todo mal vem para o bem é só ver um pouco além...

A loucura da terra - Ygor Mattenhauer

Inserida por Mattenhauer

De início achei que eras a mudança achei que deveria acender-te em chama de esperança, depois achei que fizeste pelo bem e aquecê-lo ia. Ao final sem saber por quem tomas-te o caminho da desgraça, perdes-te em matança da própria raça e vives-te pela farsa assim sobras-te apenas a infância como salvação. Renovação do que é tocado pelo fogo, em triste abandono humanidade de eterno sono...

A vontade do fogo - Ygor Mattenhauer

Inserida por Mattenhauer