Depois
“Depois que entendi
que a felicidade
é a gratidão que que habita em mim,
descobri o quanto sou feliz.”
Ele não se foi...
E nada fica para depois,
Pois o amor que ele plantou
Não há quem não o regou.
Em homenagem ao meu irmão João, que agora faz parte de um plano maior.
Empatia é se colocar no lugar do outro mesmo que esse não o faça.
É também ajudar mesmo que depois cheguem e falem:
"Eu nunca te pedi nada"
Não devemos abrir mão desonhos e desistir de projetos por uma única pessoa que entrou e depois saiu de nossas vidas. Devemos sim é abrir as janelas e as cortinas, estender a cama, nos colocarmos de pé, ajeitar o cabelo, o coração, a alma, e a vida, e se dar uma nova chance, tentar de novo. Desapegar do passado, ajeitar a sua casa interior, ler um bom livro, buscar á Deus em oração. Dar o primeiro passo, e se dar muito amor e valor também. Mesmo em ruínas a vida continua e você esta vivo. Cabe á você mudar a paisagem.
Depois da guerra fria, o homem irá enfrentar a guerra cibernética.
Sorte da nação que não estiver totalmente vinculada às tecnologias.
Eu vivo sempre apaixonado e sempre morrendo aos poucos. Em momentos eu choro e depois distribuo sorrisos, pois as feridas depois de sangrar e estancar, com o tempo se cicatriza.
Mas é inevitável o tempo apagar os vestígios do passado que ficou na cicatriz.
É preciso saber o que quer para poder se arrepender depois, e isso não é um erro, é mais um aprendizado que a vida nos proporciona.
Se você permitir, que a insegurança faça morada em sua base... não se arrependa depois, quando o "castelo" cair, por falta de estrutura (...).
Para me alcançar você terá que correr muito, para você me ter terá que primeiro se dar, depois lutar muito.
Flávia Abib
Depois de tantos anos percebemos a importância do minuto, do sorriso e do perdão. Levamos para vida o melhor que colhemos e de brinde algumas frustrações. Prossiga!
Você me liga e depois não atende? Fez isso ontem e hoje! (disse ele). Sem saber que por trás daquele silêncio, ela o esperava. Mas ele, nunca se interessou pelo silêncio dela.
Flávia Abib
Calvinismo e cessacionismo, depois dizem não saber por que suas igrejas estão fechadas na Europa, e suas taxas de crescimento são ínfimas.
Para conseguir chegar até você....larguei tudo, fui morar longe, aprendi coisas novas, depois decidi voltar pro mesmo lugar de onde sai....e foi aí que te encontrei...
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
A Viela de Badacosh
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.
Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.
