Depois

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Mosaico de uma vida






Prédios a se perder de vista,
Depois do asfalto sem fim a areia predomina,
No meio de casebres pequenos o topo da igreja está a vista,
Lugares são substituíveis, emoções não,


Campos e plantações, muitas rosas coloridas,
Montanhas olhando para o céu, o céu olhando para nós,
Os pássaros são amigos do dia, assim como os morcegos são amigos da noite,
De escolhas difíceis, pausas para as razões,


Do cerco do rio uma ilha, da ilha o frescor da vida,
O olhar doce da lua ilumina as subidas e descidas da escadaria,
Luzes acesas, a paz está dançando de mãos dadas com a alegria no meio da chuva,
Nos pingos das lágrimas, os sorrisos são das certezas.

Depois da avalanche




Um golpe duro foi dado,
Uma avalanche aconteceu,
Em uma fração de segundos tudo mudou e nada ficou de pé,
Um fardo pesado foi carregado,


Agulhas espetadas, olhares assombrados,
No peso da neve a transparência do medo,
Na respiração ofegante a escuridão é o guia,
O que se desfez, deixou um feito errante, mas criou-se um vinculo seguro,


A sol bateu forte, a neve derreteu,
A esperança gritou com o medo e ele covardemente correu,
Muitas mãos foram vistas cumprimentando o herói,
Na despedida do que foi perdido, o fruto proibido prestou contas, o baú trancado por tempos foi aberto liberando as memorias sem direção para o voo sem volta.

Depois de tantas aventuras,


Depois de visitar tantos corações,


Depois de viver incontáveis emoções sejam elas pousadas na razão ou na rebeldia, tomei uma decisão,


Seguirei minha vida em carreira solo.

Depois que eu escolhi abrir diversos portais do conhecimento tenho voado alto, tenho alcançado o que antes imaginaria levar vidas para viver.

Antes, durante e depois...




E quando a neve caiu eu pensei que era o fim,


O movimento reverso é irresistível e depois do inverno voltou a sustentar o poder das flores,


As lágrimas que antes caíam e se transformavam instantaneamente em esculturas frias e assombrosas, hoje passam como correnteza de um rio cheio de felicidades,


Temporariamente o coração congelou, mas a alma se manteve intacta,


Então, o vicio para dominar o controle sobre o veneno foi o que permitiu que a fidelidade permanecesse intocada,


Lembro-me do passado, já carreguei minhas pedras pesadas nas costas,


Entendo o tempo presente, pois o imediato é uma resposta heroica,


Sinto o futuro, ele atravessa a existência das memórias, é uma questão de inteligência emocional.

A tempos...




Depois e tanto tempo e convivência juntos não como queríamos, mas sim como amigos de muita cumplicidade e sinceridade,


Foram tantos movimentos e momentos que passamos sem perceber o quanto nossos olhares se encontravam e queriam dizer algo,


Uma certa elegância e charme tomaram conta da nossa distância, porém algumas atitudes que faltaram em determinado período foram se revelando através de sonhos e memorias saudosas,


Ao nos reencontrarmos no mercado depois de anos longe um do outro, tudo passou a se ressignificar automaticamente,


Por anos nos queríamos do mesmo jeito, por anos nos desejamos sem saber sobre os sentimentos um do outro,


Agora podemos entregar atitudes e presença, agora podemos viver um amor do tamanho da nossa própria essência.

O Início
Depois de alguns tropeços da vida, esbarrei em você e tudo ficou diferente, tudo mudou para melhor. Nada será como era antes! Chega de viver no mundo das ilusões e das desilusões, dei um basta no que me fazia mal, não tenho palavras para descrever o peso da minha gratidão e alegria por estar vivendo esse amor louco e inflamado por você. Eu sei que você é a minha luz, meu anjo, meu amor, minha Deusa, em fim meu tudo.
Quando eu resolvi me despedir da dor, a tristeza e a saudade resolveram pegar carona dando início a um novo momento no meu coração, corpo e mente, agora estou aproveitando o que a de melhor em um sorriso, estou aproveitando a melhor troca de sentimentos da minha vida.

Depois do getsêmani
No monte das oliveiras
a voz do vento é uma forma de oração,
talvez reboando aquela outra…..
assim como o silêncio do azeite
que corria mansamente até às ânforas
depois de passar pelo *getsêmani.




*Prensa de azeitonas.


De JoséAlberto Lopes

Engraçado como me ensinas, mesmo depois de partir.
Logo eu que desde menina aprendi a não demonstrar o sentir.
Mais, hoje tudo o que não consigo é esconder o sentir.
Vivo entre ruínas e reconstruções.
Sou a mistura de emoções!

Depois que você se foi, eu sou o que sobrou!

Quero viver todos os meus sonhos, sem deixar nem mesmo um para depois. Quero sentir a plenitude de saber o que é ter aquilo que sempre quis. Quero moldar o mundo na beleza de um olhar inesquecível. Quero viver tudo aquilo que achei ter perdido. Quero a razão suprema que me traz de volta a vida.
- Marcela Lobato

Perfeito amor…


Não é sobre começos,
é sobre o que ficou depois deles.
Sobre nós, que não passamos —
criamos raiz no tempo e fizemos morada no sentir.


Te amar
virou rotina daquelas bonitas,
que não pesam, que não cansam.
É o tipo de certeza que não precisa ser dita, porque vive nos detalhes que a gente nem percebe mais.


Nos dias difíceis,
teu nome ainda é abrigo,
teu abraço ainda resolve o mundo.
E mesmo quando o silêncio chega,
ele vem cheio de nós dois,
nunca vazio.


Se isso não for
o tal do perfeito amor,
então eu não sei o que seria.
Porque o que temos não grita… permanece, e tudo que permanece, no fundo, é eterno.

Hoje é o Seu Dia


Hoje é seu dia.
Não amanhã. Não depois. Agora.
Dia de ser feliz, porque você decide.
Dia de sonhar, porque sonhar é o primeiro passo do real.


Lembra: todo gigante começou pequeno.
Toda vitória começou com um “e se eu tentar?”.
Então faça hoje o que mais ama.
A ação destrói o medo. O movimento quebra a estagnação.


Nunca desista dos seus sonhos.
Eles não te visitam à toa.
Você não chegou até aqui para ser plateia da sua própria vida.
Seu lugar é no palco, no centro, vivendo o que nasceu para viver.

Depois de toda ruptura, existe um momento menos visível, mas essencial.
A integração.
Não é mais sobre destruir, nem sobre romper.
É sobre reorganizar o que ficou.
Nem tudo se perde.
Mas nada volta a ser como antes.
Os fragmentos precisam encontrar um novo lugar.
Uma nova coerência.
E isso exige mais do que intensidade.
Exige maturidade para sustentar o que foi visto.
É quando luz e sombra deixam de competir.
E começam a coexistir.
No fim, integrar não é voltar ao que era.
É se tornar algo mais inteiro a partir do que foi atravessado.

Eu já trabalhei
9 horas para o meu
Pai
Estou fazendo uma
Pausa para o café
Depois da minha
Pausa para o café
Vou voltar a
Trabalhar
Sim, eu compartilho meus poemas
Com o meu Pai
E com meus amigos
Depois que eu termino de escrever meus poemas
Meu pai me recompensa
Por um trabalho bem feito
E isso me deixa
Feliz

A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.


No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.


É assim que o tempo perde o prazo.


E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.


A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.

A chuva começou como um sussurro, depois se transformou em uma cortina densa que tamborilava nas janelas.

O luto me deixou marcas muito profundas…

Depois que a gente perde a primeira pessoa que ama de verdade, algo muda para sempre.
É como se a vida passasse a ser vivida com um alerta constante:
“e se hoje for o último dia?”

E, junto com isso, vem o medo.

Se você tem filhos, a mente vai longe…
Você começa a imaginar o impensável.
E se eu perder um deles?
Eu suportaria?
E os outros… como ficariam sem mim, se eu não aguentasse a dor?

Hoje faltam poucos dias para completar 4 anos que minha irmã partiu…
E, ainda assim, eu sinto ela perto.
Às vezes, parece que está a uma risada de distância.

O tempo não apaga.
O tempo não cura da forma que dizem.
Ele mascara.
Ele confunde.
Mas ele não apaga o amor, nem a saudade, nem o desejo de ter aquela pessoa por perto.

Pouco se fala sobre o momento de fechar um caixão…
Sobre entender, de forma definitiva, que você nunca mais vai ver aquela pessoa.

Nunca mais.

Todos os planos… ficam só na memória.

E o que mais dói…
É perceber o que não foi dito.

Eu nunca disse à minha irmã o quanto ela era importante pra mim.
E isso me atravessa até hoje.

Fugi de abraços que hoje dariam tudo para sentir de novo.
Abraços quentes, sinceros… cheios de um amor que eu nunca mais encontrei.

Quatro anos se passaram.
E não existe um dia em que eu não pense nela.

Se ela sentiu dor…
Se ela sabia que estava partindo…

E então vêm as perguntas que não têm resposta:
E se…

E se eu tivesse amado mais?
E se eu tivesse ouvido mais?
E se eu tivesse feito diferente?

“E se…”

Duas palavras simples.
Mas juntas, elas têm o poder de assombrar uma vida inteira.

Eu enterrei minha irmã, meu irmão e meu pai em 8 meses.
E isso não tem explicação.
Não cabe em palavras.
Não cabe em texto.
É um vazio que permanece.

Porque agora?
Porque tão de repente?
Porque comigo?

O luto dói.

E o tempo… não muda isso.
O que muda é a força.
É a graça que Deus vai dando pra gente continuar.

A gente aprende a dizer que está bem…
Vai ao banheiro, chora em silêncio…
E volta pra mesa com um sorriso no rosto,
carregando uma dor que ninguém vê.

E talvez seja por isso que hoje eu só consiga te dizer uma coisa:

Viva o hoje.
Ame hoje.
Fale hoje.

Porque o amanhã…
não é uma promessa.


Bruna Wotkosky - O luto é pessimo…

⁠“Primeiro, vemos nossos pais como deuses: eternos, infalíveis.
Depois, os enfrentamos como vilões: duros, antiquados.
Mais adiante, os enxergamos como são: humanos, frágeis.
Por fim, os carregamos na memória: como raízes e bússolas.”

Depois da invenção dos microprocessadores, o limite da criação será o limite da imaginação humana, o que o homem for capaz de imaginar ele será capaz de criar!

Frase do meu grande mestre Gilberto Carrijo, em *1987*, durante uma aula de microprocessadores, na pós-graduação, na Univerdade Federal de Uberlândia.