Depoimentos Doce Menina
O DOCE CANTO DO AMOR”
E o sabiá que não sabia,
Que a rosa não sabia assobiar,
Ficou esperando resposta para seu canto,
Mas não esperou que se quebrasse o encanto,
E entoou o próprio contracanto,
E a rosa sabia que o sabiá sabia assobiar,
E em seu canto emitiu um canto,
Apenas ouvido para quem conhece o encanto,
Que traz o canto do amor,
Assim é esse amor... Assim é o real amor,
Para que palavras, quando os corações
Entoam cada qual em seu canto,
“O DOCE CANTO DO AMOR”
Um beijo doce
Pode ser
De amizade
Saudade
E amor
Um beijo gostoso
Pode ser de tristeza
Ou de alegria
De todos os beijos que recebi de ti
Não sei
Gosto de todos
Minha poesia
São beijos no papel
Que te mando
E dou
Talvez por estar doente de amor
Queira só eu dar
Eterno Agora
A cada amor uma esperança
A cada pensamento uma lembrança
E o doce amor que um dia senti,
Não sei se foi amor
E o que será amor?
A cada futuro um passado
Ser da loucura pelo prazer
De uma rápida emoção
Onde se arrisca tudo
Pra ganhar o inexplicável
Mas e o amor do futuro
Onde todos querem para sempre
E em duas faces
Se apresentarão em uma
O amor eterno e o pensamento sem razão
E o eterno amor acontece agora.
Vivo em um mundo de sonhos...sonhos q ajudam a viver...q tornam a vida mais doce...Meu sonho é um mundo de conto de fadas...onde o bem sempre vence...onde sempre tem um "...e eles viveram felizes para sempre!"...Meu conto de fadas tem as dores do mundo real...mas eu sei q no fim eu vou vencer...Se naum me custa sonhar...deixe-me entao faze-lo pois...nada é melhor do q sonhar com uma vida melhor...onde as guerras cessarão...e a violência deixará de existir... Por mais q eu venha a me frustrar ainda assim eu qro sonhar!!!
Quando a doce lembrança bater voce vai lembrar um dia de felicidade e vai recordar os nosso doces momentos. Quando uma triste lagrima rolar em seu rosto meigo , revendo nossas ilusões e ferir o seu coração voce vai lenbrar quantas veses eu disse "te amo"...
E sozinho em seu aconxego vai reler todos os poemas de amor que eu te escrevi
e
cada verso recordara todos aqueles momentos em que passamos juntos
E mesmo, quando eu não mais estiver aqui
Voce vai lembrar que apesar da distancia
"ainda amo muito mas muito voce"
Quando a doce lembrança bater ,~você vai lembrar um dia de felicidade, você vai lembrar quantas veses eu disse que te amo
Voce vai recordar das nossas louuras que faziamos juntospor poucas coisas, de cada momento que passamos juntos em risos , das palavras bonitas que eu te falava:
Voce vai lembrar do tempo passado feliz que tivemos , pena que tudo acabou,
Voce poderia aproveitar mais, mas não quis: agora é tarde demais
Nós, o doce encanto
Saborear o doce beijo, que dos seus lábios roubarei.
Saborear o leve toque de suas mãos, que com leveza eu também o tocarei.
Carinho, ansiedade, se mistura e sempre, por fim lembro-me de você com toda sua sensualidade e todo seu carisma.
Filho
Que primor de criatura é aquela?
Que se ri do seu doce viver?
Que é feliz sem de nada saber?
Um alguém assim: puro e ingênuo
Que age por instinto e sente por prazer
Ah! O prazer de amar essa criatura...
Essa criatura linda e pura
Essa perfeição que Deus me concedeu
Mais que tudo, o meu amor é teu
De tudo que possa fazê-lo chorar..
O mínimo de "tudo" é capaz de fazê-lo brincar...
Essa maravilha que vive de inocência
Num mundo mágico e colorido
Um pedacinho da gente com vontade própria...
Doce brisa
Doce brisa , minha única companheira nas tardes de inverno...
Suavemente me tocas
E com a cumplicidade de bons amigos que somos
Vamos nós .Apenas eu e você...
Me falas das suas aventuras
Dos amores vividos
Das sensações experimentadas
Porém jamais me falara de saudade...
Ah!Como eu gostaria de não saber falar de saudade!
E como a doce brisa poder te tocar suavemente e imperceptivelmente.
E só então eu poderia dizer
De tudo que já experimentei
De tudo que já vivi
Apenas não sei falar de saudade
Considerações
Suave é tua memória
Quando pousa em minha lei
Doce foi a trajetória...
E mais que isso, não sei.
A culpa de pedra tornou-se
Coisa leve, solta, alada;
Quando se foi não deixou
Maldade a ser confessada.
Nada digo, nada entendo
Do tudo que aconteceu.
Algo bom se fez nascido,
Algo ruim se dissolveu.
E mais que isso não falo,
E mais que isso, não sei.
No passado um regalo
Pra curar o que chorei.
Seria eu ó doce e enfeitada
Tão cheia de glamoures e mais nada
Cheia de mim mesma, esta metamorfose.
Morro aos poucos tentando ser a minha própria morte
Conheci uma gata que é assim:
Uma mulher que é um doce
que encontrei navegando pelo mundo net
eu a encontrei, ela me encontrou
gostamos um do outro no mesmo dia já falamos palavras de amores criando uma amizade que foi crescendo, crescendo até nos nós apaixonarmos um com outro.
eu a trato por Linda-Flor ela me trata por...
agora somos quase família, tudo sempre estamos comentando, o dia que passa, é meu amor pra cá é meu amor para lá é muito lindo ela é especial para mim.
considero ela a minha verdadeira esposa do Paraná e ela me considera o seu amor de BH
obrigado por ser minha esposa, noiva, namorada, o meu verdadeiro amor.
Hélio Pereira Banhos
Sonho
E bom sonho, doce sonho,
Com carinho te levo ao amor,
Com o sonho te levo ao carinho,
Tudo numa majestosa luz
A luz de um carinhoso do meu amorzinho.
Cor sobre a cor dentro da cor,
O tom mais belo é o amor,
Imagens de linda ilusão da linda-flor,
Que é real sempre será,
Como a imagem do lindo amanhecer.
Sonha comigo, doce Linda!
Com os momentos bom, de muito amor e carinho,
No meu amor, no nosso amor,
Ontem, hoje, depois de amanhã,
Para sempre sonharei contigo
Mesmo contigo estando longe, sempre a te o nosso encontro.
Te amo!!!!!
Hélio Pereira Banhos.
Eterna dor
ARTHUR AZEVEDO
Já te esqueceram todos neste mundo. . .
Só eu, meu doce amor, só eu me lembro,
Daquela escura noite de setembro
Em que da cova te deixei no fundo.
Desde esse dia um látego iracundo
Açoitando-me está, membro por membro.
Por isso que de ti não me deslembro,
Nem com outra te meço ou te confundo.
Quando, entre os brancos mausoléus, perdido,
Vou chorar minha acerba desventura,
Eu tenho a sensação de haver morrido!
E até, meu doce amor, se me afigura,
Ao beijar o teu túmulo esquecido,
Que beijo a minha própria sepultura!
'Ó doce Bailarina, o que preciso fazer,
O que preciso realizar para poder te ter?'
Recitava um boneco desengonçado,
Tão desengonçado que chegava a ser engraçado.
O espantalho olhava totalmente hipnotizado,
Para o alto da estante, onde ali parada,
Estava uma bailarina imobilizada.
'És tu de novo espantalho?
Já não te disse que não devis vir aqui?
Não posso ir contigo mesmo se houvesse um atalho...
Estou presa aqui, e eternamente vou ficar aqui'
Era sempre a mesma história...
Toda noite o engraçado espantalho,
Saía da caixa de brinquedos,
Montava um castelo com cartas de baralho,
E ia admirar a bailarina da estante.
Não havia o que fazer certo?
O espantalho estava fadado a continuar assim,
A toda noite ter a bailarina tão perto,
Mas nunca tê-la pra si no fim.
Errado,
Aquele espantalho era muito mais que atrapalhado,
Ele era inteligente e esforçado,
Mas foi só quando a presença de um clarão,
Durante a passagem da senhorita gotas de chuva,
Mostrou a seu coração,
Que a bailarina era tão infeliz,
Quanto ele por não tocá-la nem por um triz.
E o espantalho decidiu,
'Você poderia esperar por mim?
Poderia você minha flor de lis,
Esperar a volta de seu serafim?'
A bailarina achou que era mais uma das palhaçadas,
Que o bobo espantalhado fazia para lhe fazer feliz.
E então respondeu inocentemente,
'Só se você prometer que quando retornar,
Nós poderesmo ficar juntos para sempre,
Que este globo aqui não mais vai estar...'
'Eu prometo sim'
E assim iniciava-se as desventuras do espantalho.
O sol na minha face,
A brisa doce do oceano,
Tocando a minha pele,
A areia massageando meus pés.
Um clima tão relaxante,
Mas essa maresia,
Traz muita nostalgia,
Mesmo que dias eu passe,
Vou sempre me sentir infeliz.
Pelo menos por agora,
Até que eu a reveja,
Aquela linda sereia,
Que no meu coração relampeia.
Sou só mais um humano,
Que desocupado e sem fé,
Acabou se apaixonando no verão.
E como me apaixonei!
Meus olhos ficaram fascinados,
Quando nela reparei,
Ali foi mais que paixão.
Conheço palpitares de coração,
E aquele, daquela hora,
Foi bem mais que especial,
EU não o deixei ir embora.
Guardei ele na lembrança,
Alimentando uma esperança,
Que aquela menina docemente bordada,
Com instrumentos divinos,
Pudesse fazer parte do meu destino.
Cada virtude dela é descomunal,
E hoje eu suponho,
Que já não posso dormir sossegado,
Pois ela invade todos meus sonhos.
E acho que comecei a acreditar,
Que com ela os contos de fadas,
Talvez eu possa realizar.
Ter um final feliz...
Seria realizante.
Mas só se vai ser,
Se ela quiser que seja.
Por isso vou fazer de tudo,
Inclusive colocar a disposição,
Todo o meu conteúdo,
O bom e o ruim,
Para que ela veja,
Que ela conquistou tudo de mim.
Baunilha é doce demais,
Você deveria colocar um pouco de sal,
Eu sei que não é normal,
Mas quem disse que alguém é?
Faça o que você quiser.
Não sei o está havendo,
Mas o sol está brilhando,
Mesmo à noite só começando,
Conduzindo uma dança,
Onde adultos são crianças,
Numa cidade onde ilusões estão dançando
O sino da despedida está soando.
Pássaros rastejam pela chão,
Pessoas voam com asas de dragão.
O mar flutua no céu,
Peixes planam como aviões de papel,
E apesar de minha alma estar entorpecida,
Eu concordei com uma garota atrevida.
O sol está queimando o oceano,
Ele está brilhando no meio da noite,
Fazendo ressoar o som de um triste piano,
E então você que estava sonhando,
Queimou seus olhos por ficar hesitando.
Sem inicio e sem fim,
A marcha funebre continua a tocar uma melodia,
Que me transmite uma certa nostalgia,
Por isso deixarei aberta a porta,
Onde guardei meus sentimentos.
Sei que você não se importa,
Na verdade, você não entedeu nada.
A canção continua a seguir calada,
Passando além dos nossos pensamentos.
Eu deixei a porta aberta,
Para que a pessoa certa,
Possa ver meus sentimentos,
Refletidos em seus olhos.
Sem nenhuma lógica,
Sem nenhuma razão,
O tempo retrocede,
E o sol brilha no meio da noite.
Você não pode ver,
Mas todas pessoas dignas de elogio,
Estão vivas por um fio,
Estamos sozinhos nessa canção.
A canção que continua sem fim,
O sol num tom carmesim,
A morfina perdendo seu efeito.
É, não tem jeito,
Hoje o sol resolveu brilhar na noite,
Eu não vou chorar,
Mas vou me amargurar.
Nessa noite azul e vermelha,
Nada tem sentido,
Meu coração foi deixado vazio,
E você irá morrer de frio.
Então veja você,
O sol está brilhando na escuridão,
Não, isso não é nenhum sermão,
Só quero te avisar,
Que o sol não vai aquecer para sempre.
O amor desperta certo calor,
E mesmo que o sol brilhe a noite,
Se você me der amor,
Eu consigo parar com essa canção.
Tudo vai voltar ao normal,
Como baunilha sem sal,
Agora, você já vai me dar amor?
Desejei ter um gosto doce,
E ao mesmo tempo ter um pouco de acidez.
Eu desejei renascer como uma laranja.
Para que o mundo percebesse,
Que posso ser doce e azedo.
Meu sabor só depende da minha alegria,
Das minhas inseguranças, dos meu medos.
Eu consigo sentir isso,
Um por um, cada um vai perecendo,
Os sonhos e os ideais vão aumentando,
Minha dividas crescem,
Meus medos não diminuem.
Mas eu ainda posso ser um laranja
Hoje, eu tentei
Comer uma laranja,
Mas ela estava tão azeda
Que eu lacrimejei.
Eu não poderia deixá-la para trás, como eu já passei,
Eu estaria desprezando um pedaço de mim mesmo...
Então eu comi tudo.
Laranjas e humanos, são todos iguais,
Eles são semelhantes, mas diferentes,
Tangerinas, cravo, lima...
Amigos, familiares, namoradas...
Como são os corações dos dois povos.
Eu não quero ser ferido,
Então, eu estava fugindo.
Deixei uma casca crescer ao meu redor,
Eu fugi, me escondi, fui covarde.
Então até mesmo à luz,
Não chegava aos meu olhos...
Nem mesmo o sol,
Não consegue me iluminar.
Eles juntos são um milagre né?
Reuniões e amor,
Sementes e gemas,
E mesmo que os frutos ainda estejão verdes.
A cor vai se tornar laranja.
Toda folha verde,
Um dia, dá lugar a uma flor branca,
Que após algum tempo,
Se torna um belo fruto laranja.
Permitam-me lembrar,
O pôr-do-sol que vi nesse dia...
Nossas duas sombras,
Se tornaram uma só,
Naquele cenário apaixonado,
Tudo graças ao céu alaranjado.
Gostaria de saber se as laranjas
Algum dia vão ficar eternamente doces...
Ou será que vão sempre ficando mais azedas?
Eu não quero saber o meu futuro,
E eu comi tudo. como aquela laranja azeda,
Eu vou aceitar o que vier...
Meu amor, eu a adoro,
Se eu pudesse, eu sei que estaria chorando,
Se as lágrimas pudessem ser derramadas,
Eu sei que minhas bochechas estariam molhadas.
Eu a amo, por isso, meu coração chorando,
Porque sei que a culpa é minha,
Sou o culpado de te deixar tão mal...
É azedo, eu sei que meu sabor é azedo...
Como uma laranja que foi ficando ruim,
Antes que ter você em mim,
Eu já tinha adiquirido esse gosto ruim.
Eu sou uma laranja,
Que apesar de azeda,
Ainda pode ser espremida,
E voltar a ser doce,
Quando se tornar um suco.
