Depoimento para uma Garota que eu Amo
Seja grato
Olhar para o passado com gratidão é uma das formas mais bonitas de viver a vida.
Se você foi feliz, amou, ganhou, se perdeu ou sofreu… tudo isso lhe ensinou algo valioso.
Seu passado pode não ter sido como você almejava, mas ele não define quem você se tornou.
Sim, às vezes a saudade ou a tristeza vão aparecer, tudo bem, isso é natural.
Mas lembre-se: o passado não lhe pertence mais… e você também não pertence mais a ele.
Seu encontro com o que passou foi necessário para ensiná-lo a valorizar o presente e a desejar um futuro melhor.
Se você ainda está preso ao que já foi, não está vivendo com todo o seu potencial.
Portanto, seja grato, repare e desfrute da beleza do agora.
Mas não entendo por que recebe mais nota se vier de uma experiência minha. A nota, por si só, é preliminar. Não importa a nota, mas a consciência da pessoa sobre si.
É tão frustrante você ficar com uma pessoa hoje e amanhã ele ou ela te desprezar...
Dar em cima de outra ou outro na sua frente...
"Não tenho uma fortuna na conta, mas tenho uma fortuna na mente. E é só questão de tempo até elas se encontrarem."
É fundamental cultivarmos uma linguagem alinhada aos valores de Deus. Precisamos falar sobre a Sua Palavra, meditar em Suas promessas e permitir que nossos diálogos revelem a fé que professamos.
Há uma paz imorredoura
que não se consegue explicar
uma alucinação "consentida"
difícil de interpretar.
Experiência diária
delírio particular,
mostra de realidade
desejo de sempre pulsar.
A direção, não se conhece
a viagem é particular...
não há bagagens, ou malas
nem estação aonde embarcar.
Vc é seu próprio destino
o único a viajar...
se há uma hospedaria?
Ninguém nunca, voltou de lá.
A disciplina de Deus é uma demonstração de Seu amor, assim como um pai que ensina seu filho para o seu próprio bem. Por isso, em vez de rejeitar ou nos ressentir da correção divina, devemos entender que ela é essencial para nosso crescimento e amadurecimento.
Você precisa ser teimoso, persistente. Mesmo que as coisas não estejam dando certo, tente uma vez, duas, três, quatro, cinco... Vá mudando de estratégia, se esforce, e não desista. É assim com todos! Lute até encontrar a solução e conquistar seus sonhos.
Poderíamos, porventura, ser comparados a uma moeda, portadora de facetas aparentemente irreconciliáveis? De um lado, a manifestação de um discernimento profundo, a acuidade da análise, a capacidade de forjar opiniões e um anseio insaciável por desvendar os mistérios do cosmos, da vida, da morte, do tempo. Uma sede de conhecimento tão vasta que, por vezes, vislumbra a eternidade, a sensação de que a existência finita mal arranha a superfície do que há a compreender.
Contudo, na face oposta, reside uma aparente antítese: uma total ineptidão prática, a incapacidade radical de assegurar os meios mais elementares de sobrevivência material em um mundo que, ironicamente, se move sob a égide do pecuniário. Uma irracionalidade que não reside na lógica do pensamento, mas na inabilidade de navegar a realidade mundana.
Seria plausível que tamanhos extremos coexistam em uma única individualidade? Parece que, enquanto uma face da moeda pulsa com a vontade de perscrutar o infinito, a outra se confronta com a pura dificuldade de "ser" na contemporaneidade. Talvez, neste contexto, a própria moeda se revele menos uma dualidade e mais um abismo, um buraco negro de ineficácia existencial face às demandas do agora.
Talvez, a única saída para a insuportável tensão deste paradoxo seja permitir que a moeda, como um buraco negro existencial, se retraia, implodindo em seu lado mais sombrio e melancólico. Quiçá, apenas assim, dissolvendo-se na própria incapacidade, este conflito inerente possa, enfim, cessar de existir.
Hoje uma pessoa atravessou meu campo de visão. Ela me pareceu muito estranha, esquisita, feia, até que me olhou nos olhos e sorriu. Num instante a minha percepção mudou. Ela se tornou linda e interessante.
Na mesma medida que crescemos em AUTORIDADE, também devemos crescer em HUMILDADE. É impossível uma pessoa ter o Espírito Santo e ser ARROGANTE.
CASTELO DE CARTAS
Passei boa parte da vida tentando montar uma estrutura que funcionasse. Algo que fosse estável, coerente, socialmente aceitável. Fiz o que se espera. Escolhi com base em lógica, planejamento, segurança. Fui eficiente. Fui funcional. E, claro, fui elogiado por isso.
Por muito tempo, achei que isso bastava. Cumprir papéis. Evitar riscos. Fazer o certo. Como se viver fosse um conjunto de fórmulas a seguir. Como se o controle total fosse sinônimo de paz.
Só que o que funciona no papel nem sempre sustenta o peso da realidade. Eu seguia um roteiro invisível: manter o tom, dizer o que esperam, esconder o que pesa, apagar o que incomoda. Quando algo ameaçava essa ordem, minha reação era aumentar o controle. Mais rigidez. Mais contenção.
Mas chegou uma hora em que isso parou de fazer sentido. Eu acordava com a sensação de estar no lugar certo, mas sendo a pessoa errada. Era como viver minha própria vida com distanciamento. Eu estava ali, mas desconectado de mim.
E aí tudo começou a ceder. Não foi um desastre repentino. Foi um desgaste lento, uma sequência de pequenas rachaduras que revelaram o que eu fingia não ver: aquela vida não era minha. Era um personagem que eu sustentava com disciplina. E medo.
Medo de falhar, de ser visto demais, de não saber lidar com o que viria depois. Eu me escondia atrás de bons argumentos e decisões corretas. Me protegia até daquilo que poderia me fazer bem, porque me fazer bem também significava perder o controle.
Até que começou a quebrar.
Foram experiências simples, uma conversa honesta, um gesto sincero, um olhar que atravessa. Coisas pequenas que, por algum motivo, me desarmaram. E pela primeira vez em muito tempo, eu me senti visto. Não pelo que eu mostrava, mas pelo que eu escondia.
Foi aí que percebi: eu não era estável, era contido. Não era equilibrado, era reprimido. Eu não era forte, só estava o tempo todo fingindo que não sentia.
Isso não é força. Isso adoece.
Então comecei a fazer diferente. Dizer o que penso. Sentir sem censura. Parar de justificar tanto. Me permitir errar. Me permitir ser afetado. Aceitar o incômodo como parte do processo.
Não foi bonito. Nem heroico. Foi dolorido, confuso, por vezes vergonhoso. Mas real. E isso, por si só, já foi libertador.
Hoje, olho pra tudo que eu montei antes e vejo a fragilidade por trás da aparência de solidez. Tudo aquilo que eu chamava de estrutura era medo bem empilhado. Um castelo de cartas, meticulosamente erguido, que cai com um simples sopro de verdade.
E agora que desmoronou, não quero reconstruir nos mesmos moldes. Não quero de volta aquele velho conforto que anestesia. Não quero mais me encaixar em lugares apertados só pra parecer certo.
Quero espaço. Quero sinceridade. Quero o direito de não estar bem. De não saber. De mudar de ideia. De ser inteiro, mesmo sem controle algum.
E se esse caminho me afastar de onde estive antes, tudo bem. Talvez seja mesmo hora de ir. De deixar pra trás o que não sustenta mais quem eu sou agora.
Porque às vezes, crescer é isso: parar de segurar o que já caiu.
E se alguém perguntar quem eu sou depois disso tudo, talvez essa seja a última coisa que eu tenha a dizer:
Eu sou só um homem de medos bobos…
e coragens absurdas.
Um novo dia começou
Levanta, engole o choro
Abre o maior sorriso do rosto e
Faz uma cara que teve uma ótima noite
Se perguntarem se você está bem,
Diz que está tudo bem sim, graças à deus.
Na correria mais ta indo.
Não fala do aperto no peito,
A noite mal dormida,
A absurda vontade de sumir e não voltar. Simplesmente não fala o seu verdadeiro sentimento.
Porque eles não vão te compreender, vão dizer que é uma bobagem ou frescura. Ou vão muito bem mudar de assunto.
Então para respire fundo,
Abre aquele sorriso que só vc sabe dar.
E simplesmente segue em frente.
Porque você chegou até aí e aguentou tanto né?
Você se curou sozinha, não "precisou de alguém" pra curar suas feridas ( ninguém apareceu para curá-la)
Você chegou até aqui, engoliu muitos choros, pra estar aonde estar isso já é uma milagre
Nós fizemos uma escolha, no momento ela é maravilhosa, mas no decorrer da caminhada é que vamos avaliar a escolha que fizemos. Aí é tarde demais para voltar atrás.
Nada pode nos separar do amor de Deus revelado em Jesus Cristo. Essa certeza nos traz uma paz sólida e duradoura, pois nos lembra que o amor de Deus é imutável e permanece sempre o mesmo.
