Depoimento para Mim Mesmo

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Para mim, o necessário é aquilo que eu mesmo faço, aquilo que eu preciso para fazer e aquilo que eu preciso para sobreviver; mais que isso é exagero, posse, ganância.

Geralmente, quando eu julgo o outro, o outro vira espelho de mim mesmo.

Eu não estou preso em casa e nem livre na rua; eu estou em mim mesmo.

"Pensar me trouxe conflitos… mas nunca vergonha de mim mesmo."

"Desacreditaram de mim. Eu falhei. E mesmo assim, tô mais longe que eles."

Ler um livro de poesia por dia. Foi um desafio que impus a mim mesmo e consegui graças ao BibliOn.

Livra-me do homem mau
e do homem sanguinário;
mas, acima de tudo,
livra-me de mim mesmo.

Eu mudo de rota a cada dez anos porque me recuso a ser o museu de mim mesmo. Se eu não me trair de vez em quando, acabo virando estátua, e estátua só serve para os pombos da mediocridade cagarem em cima.

Se a vida é eterna, não preciso fazer mal a mim mesmo nem a ninguém. Posso escolher a paz, o amor, a leveza e o crescimento, porque não estou correndo contra o tempo. A vida continua, e eu posso viver este momento com confiança.

Ser emo nunca foi uma fase ou um mero modismo pra mim. Mesmo antes de conhecer essa palavra, já era a personificação do seu significado. O emo, tanto o original, enquanto vertente do rock, como no aspecto do estilo, assim como modo de ser, sempre me agradaram e foram parte de mim. Conheci um pouco antes de se tornar um modismo, e nunca neguei ser e gostar.
Quando gosto de algo, não me importa se ninguém conhece, se ninguém gosta, se é uma "moda do momento" ou se é extremamente popular. Pra mim, a única coisa que sempre importou foi se eu gostei ou não. Se me identifico, se aquilo conversa com o meu mundo particular, se me agrada.
Lembro de uma amiga que dizia que quando eu estivesse um pouco mais velha, veria como não gostaria mais do emo e nem me afirmaria como tal. Bom, ela se enganou. Fui, sou e sempre serei emo. Keep emo alive! Mantenha o emo vivo! Viva a cena alternativa!
- Marcela Lobato

Não ligo para você pelo mesmo motivo que não liga para mim.

“Há em mim um garoto esperançoso que mesmo com lápis branco e preto pode imaginar desenhos coloridos.”

Tudo em mim te venera
com o Mapuche-Huilliche
Da tua mão - não solto
mesmo que resista ou evite


Como Diucón com Chilco
que foi libertada do gelo
O espírito é de recomeço
amar não tem nenhum preço


(O Ano Novo virá com apreço)

COMO SABER SE ESTOU REALMENTE PENSANDO POR MIM MESMO?

Pensar por si mesmo parece uma tarefa simples até percebermos que grande parte daquilo que chamamos de pensamento próprio chegou até nós antes mesmo de decidirmos pensar.

Aprendemos palavras que não inventamos, valores que não escolhemos, explicações que recebemos prontas e interpretações que repetimos tantas vezes que deixaram de parecer interpretações. Tornaram-se evidências.

Talvez uma das maiores ilusões da autonomia seja acreditar que um pensamento é nosso simplesmente porque acontece dentro da nossa cabeça.

Pensar por si mesmo não significa pensar sozinho. Ninguém constrói conhecimento partindo do zero. Somos atravessados por professores, livros, famílias, culturas, religiões, ideologias, experiências, algoritmos e autoridades. A questão não é eliminar essas influências. A questão é decidir quanto peso cada influência merece.

É nesse ponto que pensamento crítico e discernimento se aproximam, mas não são exatamente a mesma operação.

Questionar uma ideia é importante. Encontrar argumentos contrários também. Mas existe uma pergunta anterior e frequentemente esquecida: por que estou atribuindo a esta informação o peso que estou atribuindo?

Uma fonte pode ser confiável e ainda assim não ser decisiva para determinado problema. Uma emoção pode ser legítima e ainda assim não constituir evidência. Uma autoridade pode dominar um campo e estar falando fora dele. Uma experiência pessoal pode ser verdadeira e continuar insuficiente para uma generalização.

Pensar melhor, portanto, não depende apenas de possuir mais informações. Depende de aprender a avaliar a função que cada informação deve exercer naquilo que decidimos acreditar ou fazer.

Chamo essa operação de discernimento.

Em meus trabalhos sobre METADISCERN, Pedagogia do Discernimento e Alfabetização do Discernimento Consciente, tenho investigado justamente essa passagem: não apenas pensar sobre o pensamento, mas examinar o que estamos autorizando a participar de nossas decisões e com qual peso.

Autonomia não é ausência de influência.

Autonomia é influência examinada.

Talvez pensar por si mesmo comece quando descobrimos que nem todo pensamento que acontece em nós precisa receber nossa autorização para continuar pensando por nós.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

Vivo sem medo da solidão, afinal sou uma excelente companhia para mim mesmo.

“Mesmo nas tempestades, eu carrego dentro de mim a certeza de que o sol vai voltar a brilhar.” 🌞

"Mesmo estando noiva de outro, ela pode ter sentimentos por mim. Ninguém tem o direito de julgar essa escolha com tanto ódio."

Tem tantas faces do que sou capaz, que as vezes tenho medo de mim mesmo.

Para que as minhas loucuras não se manifeste em mim mesmo eu passo elas por papel, dessa maneira não entro em conflito direto com quem discorda da mesma

Romanos 14:11

Porque está escrito:
" 'Por mim mesmo jurei',
diz o Senhor,
'diante de mim
todo joelho se dobrará
e toda língua confessará
que sou Deus' ".

Curvemo-nos diante de Cristo hoje como Senhor e Salvador, porque amanhã todo joelho se dobrará diante dele, mas muitos o encontrarão apenas como Juiz.