Depoimento de Boa Noite para um Namorado
Cara, não se apega não. É como jogar um copo de vidro no chão com toda sua força e esperar que ele continue intacto.
Um adeus rápido, ele segui-o na rua e perdera-se na escuridão , sabendo que dali em diante nunca mais seras o mesmo.
Humildade relatada em som vocal, atitude de bondade transcrita ou digital, não faz de você um Santo ! Mais sim , nossas próprias atitudes , mostrara quem realmente somos.
O estado de espírito está no centro...
De buraco negro sem fundamento...
Ou de um jogo do destino pagando caro,
Demais como poderia ser usado.
Em tantas vezes não sei mais como começou,
Em meio da tristeza deixo passar despercebido nas profundezas...
Todos os flagelos são incomuns,
Um verdadeiro deslumbre as tentações,
Veria as versões do teus desejos.
Abraço o desespero entre menções,
Daqueles que foram seus prazeres.
Realmente a fronteira entre os delírios,
Deliciosamente deliciam teu corpo,
Invadem sua alma faminta de sensações,
Que dominam cada espaço no limite,
E assim de sublime a língua que invade...
Suas cavas úmida de desejos que da;
As vertigens do mundo...
No despertar de gemidos.
A música fenômeno de tua alma,
Realidade o seu gostos hostis...
Fazem parte da sua submissão...
Em jato no termino gemidos...
Floresce num oceano no teu coração.
Sedento de vida como as corredeiras,
De um mar que sai de dentro para fora.
Num diluvio que germina a cada momento,
Que imagina que estamos fazendo amor,
Enquanto o fogo de nossas almas...
Queimam os maiores prazeres.
Sempre avassaladoramente...
Nossos fantasmas se perdem numa felicidade,
Sem fim apenas em um caos...
Que se encontra nesta época...
Tão profundamente perdida até atroz,
Pois o amor é uma ironia do destino.
Posso não acreditar mas os fatos;
Sejam obscenos nas consequências,
De cada um dos nossos prazeres.
Esteja sobre as influências de um mundo.
Decadente pelos atos que transformam,
O amor em uma grande violência de prazer,
Mesmo no caos seus lábios são puro amor.
Por Celso Roberto Nadilo
Montaigne conheceu índios vindos do Brasil e os interrogou mediante um intérprete. O filósofo soube então que os índios estranharam a servil obediência dos franceses a uma criança (o rei Carlos IX, que os recebia). E não só: os mesmos "selvagens" indignaram-se ao ver homens maltrapilhos esmolando à porta de senhores opulentos "sem agarrarem os ricos pela garganta e atearem fogo às suas casas".
Aprendi que um homem verdadeiramente apaixonado, passa metade do seu dia vivendo uma paixão, e a outra metade tentando sobreviver a ela.
Imaginando a imaginação que temos para imaginar,se posamos parar , que a imaginação vem com um fruto do pensar!
as vezes a gloria de alguns sucessos exigem um enorme sacrifico é o de deixarmos algumas bagagens para trás, mais um dia eu volto para te buscar, não esqueça, o amor é tão imortal quanto o espírito.
"A caminhada é longa, mas é incrível. A cada dia, um olhar diferente para as coisas da vida, um novo aprendizado e uma visão real que aqui na Terra tudo verdadeiramente é passageiro e só o espírito é para sempre."
Você precisa entender que só um incrédulo precisa esforçar-se para CRER no Senhor Deus. O CRER nos leva ao conhecimento do Senhor, mas a FÉ ao seu SOBRENATURAL.
Meu bem, por onde andas agora? Eis aqui um homem de bom coração, assim como o inverno nas noites de verão.
Sentado na mesa de um bar, bebendo algumas doses de tequila na esperança, talvez, de te encontrar ainda hoje.
Sinto a ausência do calor em qual encontro no seu corpo, assim como o vapor recém aquecido de uma xícara de café. Já lhe disseram, por um acaso, o quão está linda hoje? Perguntaram como é que foi o teu dia? Lhe encheram de amassos no amanhecer pós a madrugada? Não, meu bem... Talvez, jamais.
Enquanto me encontro aqui, vou lhe desenhando. Desenhando o teu rosto em minha mente e sorrindo feito um bobo ao imaginar tua boca suando ao pedir um beijo meu, o teu olhar em êxtase, em meio à tanto olhar, um brilho junto ao meu. Seu cabelo cor de mel, seu aroma doce de frutas vermelhas... meu bem, e agora, por onde andas? Venha matar com o teu desejo incontrolável de fazer amor, com o teu corpo quente. Quente assim como nas noites de inverno...
Um homem uma garagem, algumas ferramentas e um sonho indomável, e hoje não usamos mais palavras para nos comunicar, usamos os dedos.
Autor Edson Cerqueira Felix 20-12-2014
[E tá rolando agora, convite pro coração meu, um hotel dos amantes como Eu.]
http://oficialecf.blogspot.com.br/2014/12/autor-edson-cerqueira-felix-20-12-2014.html
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