Delícia
- E tudo vira passado, que delícia de vida!
- É preciso para que haja recomeços!
- Se recomeçar permitisse ser com a mesma pessoa, essa coisa toda seria tão boa.
- Será? Acho q as coisas sempre mudam, nunca são as mesmas...
- A vida pede mudanças, são inevitáveis. Mais há pessoas que não deveriam sair desse repertório.
Me perco em minhas imaginações lembrando da delícia que é a tua boca, quando indecentemente me encontro em tuas intimidades particulares;
O meu gosto misturado ao teu... Provocantemente faz com que agente perca a noção do tempo e da razão;
Nas minhas confusões você é minha perdição quando me lembro da delicia que és;
Ainda sinto sua linguá navegando pelo meu corpo marcando suas propriedades;
Teu gosto não sai da minha boca contrariando minha razão e desatinando meu desejo entrelaçado com a minha libido;
Minhas ansiedades ainda não passaram por esperar seu calor novamente sobre o meu corpo;
Eu criei a maior montanha-russa do mundo e depois decidi entrar para testar, que delicia é o percurso! Viver entre mim.
Uma pitada de adrenalina caótica com véu de esquecimento reencarnado.
"A dor e a delícia" de ser diagnosticado
Inicialmente ressalto que não utilizarei termos acadêmicos porque a minha atenção neste texto é que ele alcance um número de pessoas que entendam, de forma simplória, o que eu quero dizer.
A caminho de seis anos me interessando por assuntos voltados para a psique, diariamente me deparo com a proporção que tomou o uso de diagnóstico pelas pessoas. Muitas se "autodiagnosticam" visitando sites, respondendo a uma bateria de testes sem algum embasamento teórico-científico, conversando com um amigo que está cursando - visitando a sala de aula de - Psicologia ou uma matéria chamada "Psicologia alguma coisa" em um determinado curso. Enfim, pessoas querem se enquadrar a uma psicopatologia ou estrutura psíquica.
Saber o que/quem se "é" em tempos onde todos têm de se mostrar "cult" é chique. E "ser" "bipolar" ou "boderline", então? Moda-psi. E acreditem, estes são diagnósticos dificílimos de serem identificados, e eu ousaria dizer que levariam no mínimo dois anos, com ajuda e controle profissionais, para então a confirmação do que se trata.
O fato de a pessoa ter em mãos seu próprio diagnóstico, quando provindo de um profissional qualificado, não me incomoda. Mas eu ter a convicção de que exista um medicamento ou uma fórmula de "cura" para uma psicopatologia que ainda não foi sequer divulgada, bom, aí já é demais. Comportamentos da nossa era atual estão sendo ditos como doenças, déficits e síndromes em uma velocidade assustadora e isso me preocupa. Por quê?
Bom, acredito sim que toda pessoa tenha o direito de saber o que se passa, tanto no adoecer físico quanto psíquico. Mas o problema maior é a forma em que é passada, e para além disso, o jeito com que a pessoa internaliza a forma que a disseram que ela é/está no mundo. Uma forma que não tem salvação, como se a aprisionasse dentro do seu "ser". E com isso, tem muita gente utilizando o "seu diagnóstico" (o que eu sou, o que eu tenho?) como desculpas a ações absurdas, como a própria obrigação de ser feliz a todo e qualquer custo, ou como desculpas para não se ter responsabilidades. Pessoas estão fazendo mal umas às outras, aos ambientes em que convivem, e no final dão a desculpa do diagnóstico. E isso acontece num tempo de urgências, antes que tudo se acabe, já que para todos a vida tornou-se algo breve.
Para que tenhamos clareza da seriedade do que é diagnosticar, em estágios e acessos a prontuários da Psicanálise e da Psicologia eu vi muitos "psicóticos" ou "obsessivos" sendo enquadrados como "perversos". Psicóticos sendo chamados de "histéricos" ou "neuróticos". "Melancólicos" e "depressivos" sendo chamados de manhosos. "Pessoas fóbicas" ou com "TOC's" tendo direito somente ao uso de medicamentos, e não de se perceberem nas suas dificuldades. E em todos esses casos, é como se tirassem o sujeito da doença e a pessoa tornasse apenas uma telespectadora do sofrer.
Eu aprendi que o diagnóstico psíquico é de uso do profissional no campo da Psicologia ou da Psiquiatria ou da Psicanálise. O que o paciente é ou o que ele tem não é retirado de uma CID ou de um DSM, mas de uma história de vida. Manuais são um caminho, não uma solução. E o tratamento, embora muitas vezes eu concorde que deva sim ser medicamentoso, parte das possibilidades apresentadas pelo paciente ao profissional, e é claro, na busca pela forma que o adeque, por vontade e liberdade dele, a um estilo de vida suportável e feliz.
Acredito que as pessoas não deveriam se preocupar tanto com o que têm ou são no adoecimento psíquico, mas sim com o que podem fazer para cuidarem de si e das pessoas aos seus arredores. Não se trata de parar de dizer qual o diagnóstico, mas de mostrar ao paciente que ele é bem mais que qualquer nome. Não podemos deixar de acreditar na mudança dos sujeitos, na responsabilização dos sujeitos, tampouco superação das limitações dos sujeitos. Todos nós temos limitações. Mas se superar e se autoconhecer são pontos importantes que também fazem parte de uma terapia. Por fim, a terapia é um momento de parar, refletir, recuperar forças... e seguir em frente. Coisas que um diagnóstico não proporciona a ninguém.
Consulte um psicólogo.
̶F̶R̶A̶G̶M̶E̶N̶T̶O̶S̶ ̶D̶E̶ ̶D̶E̶S̶E̶J̶O̶
"Deliçia do meu viver a cada dia amo mais você.
Você é o sinônimo do amor singelo, Amor mútuo que compartimos em um duelo. Onde a amizade, carinho, entendimento, compreensão... faz caminho à juntos continuar nesta união.
A fragrância do amor-desejo me faz tontear com seu aroma na hora de um beijo, fragmentando cada instante esta paixão que está no ar, e a cada dia bate forte meu coração que só sabe te amar."
—By Coelhinha
Bom dia!
Que coisa boa é ser feliz! Que delícia sentir alegria pela vida, pelas coisas atoa, pelo prazer da companhia do amigo, pela risada terapêutica e pela paz interior. Uma quinta-feira de bênçãos 🍀🌻
Ery santanna
É ela menina
A doce carícia
que vira delícia
quando seus lábios sorri
às vezes é nuvem
que indica bom tempo
Em outras vendaval
que sugere temporal
Menina matreira
Menina brejeira
De olhos morenos
e pele castanha
às vezes é drama
esperneia e reclama
Menina risonha
que ri e que sonha
na quarentena sozinha
sentindo a falta
de seus coleguinhas
Menina poesia
é só alegria
Ama a vida
com inocente paixão
e sempre que pode
foge da solidão
Essa menina
um dia tão pequenina
que queria ser bailarina
Hoje viaja aleatoriamente
buscando num porto ancorar
É tudo em excesso
buscando se encontrar
Tomara que o tempo
dela a alegria não tire
Nem esta inebriante vontade
de a tudo conquistar
Saiba que sempre será amada
mesmo sendo assim
tão complicada
e um pouco estabanada
quem é esta menina
já não tão pequenina
que um dia quis ser bailarina ?
Maria Eduarda
Sempre amada
nossa querida Dudinha
e linda princesinha
Depois da chuva cair,
seguir os teus passos,
Sentir a delícia que é
o aroma de petricor,
Dançando o Cacuriá
no ritmo do tambor,
que faz o nosso amor.
Tocando na varanda
para a vizinhança ouvir,
Não conhecemos mais
outro ritmo a seguir,
O que queremos traz
só o que ancora e faz.
O mundo lá fora para
tanto faz, e não perfaz
sobre o que importa,
E nunca será diferente
porque amamos amar
avassaladoramente...
Fique com o que enargeia,
inunda, delicia e incendeia.
Escute o meu doce canto
amoroso de flor de Babaçu
em companhia do vento.
Entregue faça Sol ou Chuva
o que tanto pleno deseja
em meio a Mata dos Cocais,
entre nós o que festeja.
Minha bonita manhã solar
que ilumina e com doçura
tem invadido provando --
que para amar não é tarde,
e me acendeu a sensualidade.
"Nas Redes Sociais fazer graça com os outros, qualquer tipo de graça, é delicia (para alguns). Mas... Não vejo incluirem na graça as proprias mamãezinhas, as proprias vovozinhas ou mesmo se incluirem. Não vejo essa parte!"
0836 | Criado por Mim | Em 2015
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Aprecio o encanto desses olhos sutis, Que despertam as travessuras mais juvenis, Não existe delícia de amor mais feliz...
“Há quem faça da inconveniência um estilo de vida. Não por descuido, mas por escolha. Delicia-se em aborrecer, como se o desconforto alheio fosse prova de poder. Mas o que parece ousadia é, na verdade, uma pobreza de delicadeza: a incapacidade de compreender que o tempo e o silêncio também são formas de respeito.”
Que delícia! Você tá simplesmente demais!!! MUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIto melhor do que imaginava!!! Beijos.
Agora quero falar, de toda malicia que há na mulher,
pois entre a dor e a delicia, ela sabe o que quer.
Astuta, sutil e dissimulada, ela tem o dom de iludir
pois é fato que toda mulher, não sabe viver sem mentir!
Almany Sol - 18/06/2012
"PARA MENTES SAFADINHAS"
Que delícia esse orifício quando coloco meu dedo nele.
Algumas vezes mudo a posição até encontrar novamente o ponto certo.
No começo fricciono delicadamente, depois vou aumentando esse gesto até sentir o prazer, que vem gostoso...
Exclamo extasiada:
__ Finalmente consegui tirar o cisco do meu olho..."
